Arqvs. por Categoria: Benefícios da ISO 9001

VERIFICAÇÃO DO PROJETO x VALIDAÇÃO DO PROJETO

Uma dúvida frequente referente ao item 7.3 –  Projeto e Desenvolvimento da norma ISO 9001:2008 é a distinção entre Verificação e Validação, para ajudar no entendimento destas duas etapas seguem:

VERIFICAÇÃO DO PROJETO: São atividades realizadas para assegurar o andamento do projeto de acordo com o cronograma estabelecido, para verificar se há divergências nos resultados apresentados, enfim verificar é acompanhar a condução do projeto diante dos objetivos propostos, como por exemplo:

• A realização de cálculos alternativos.

• A comparação do novo projeto com um projeto similar comprovado.

• A realização de testes de certificação e demonstrações.

• A revisão dos documentos da etapa de projeto antes da publicação.

A verificação do projeto ocorre na inspeção e testes durante a etapa de produção. O Projetista especifica todas as inspeções ou testes especiais que possam verificar o projeto através de meios práticos o mais cedo possível na fase de produção ou instalação.

VALIDAÇÃO DO PROJETO: Na medida em que as atividades de projeto são executadas estritamente em conformidade com as instruções do cliente (verificados ao longo do projeto) o projeto pode ser melhor validado através da realização de testes e demonstrações funcionais sob condições de operação definidas e reais. (simulação do uso)

A validação do sistema projetado, instalado e funcional é confirmada através das aprovações por parte do cliente.

Anexo tabela para Validação de um projeto. Validação do Desenvolvimento

 

Cristiane Gonçalves

Equipe ISO Online

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Diferença entre documentos e registros

Muito já se falou em nosso blog sobre o controle de documentos e o controle de registros , mais DOCUMENTOS e  REGISTROS não são a mesma coisa?

Não. Existe uma diferença ente documento e registro. No contexto da norma 9001 um documento refere-se ao futuro, ao planejamento, a diretrizes que nortearão os rumos de sua empresa. São documentos que estabelecem aonde sua empresa quer chegar, como seus funcionários deverão agir e como as tarefas do seu processo deverão ser executadas. São exemplos de documentos: um procedimento, uma instrução de trabalho, o código de ética da sua empresa, uma norma, uma lei. Todos esses citados e outros determinam uma “regra”, uma forma de agir dentro da sua organização.

Pense na sua realidade, dentro da sua empresa quais seriam os documentos que ditam regras para o futuro….são eles precisam ser controlados.

E registros… o que são registros….uma forma simples de entender é pensar que registros são anotações que ocorreram no passado, fatos que já ocorreram….Chamaremos esses registros de evidencias …pois de fato eles são a prova de alguma coisa que já aconteceu….São exemplos de registros uma nota fiscal preenchida, uma ordem de serviço preenchida, uma ordem de produção preenchida,um certificado de um curso que ocorreu, uma ata de uma reunião que já ocorreu.um formulário de matricula preenchido.

Percebam que um documento pode vir a se tornar um registro……Pensem em uma ordem de orçamento em branco, ela lhe diz quais dados você precisará ter em mãos para , no futuro, fazer uma compra.

No exemplo citado, você precisará do nome do cliente, a cidade onde ele reside , o estado , o CEP e assim sucessivamente. À medida que você preenche esse documento, com dados reais do seu cliente ele se torna um registro, pois reflete um pedido de um cliente que já aconteceu. O mesmo pode ser dito de um formulário de nota fiscal em branco, que é um documento e quando preenchido torna-se um registro de uma venda que já ocorreu

Agora que está mais clara a diferença entre documento e registro, fica a pergunta: quais documentos e registros precisam ser controlados?  O texto da norma é pouco específico diz apenas que “Os documentos requeridos pelo sistema de gestão da qualidade devem ser controlados”. Dessa forma é você quem vai determinar quais documentos você irá controlar. A  IsoOnline lhe indicará alguns documentos que farão parte do seu Sistema de Gestão da Qualidade e que obrigatoriamente deverão ser controlados.

Boa Sorte nessa etapa e conte com o auxilio de nossos consultores sempre que precisar!

Aline Tonon- Equipe ISO On line.

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Recursos Humanos – Ítem 6.2 – Habilidades

Ao iniciarmos a implementação da ISO 9001 somos “bombardeados” por uma imensidão de informações, detalhes, por menores, que podem nos levar a dúvidas e a erros.

No item 6.2 (Recursos Humanos) a norma orienta que “as pessoas que executam atividades que afetam a conformidade com os requisitos do produto devem ser competentes, com base em educação, treinamento, habilidade e experiência apropriados”.

Hoje falarei um pouco mais sobre habilidades, uma das bases citadas pela Norma ISO 9001 para verificar a competência das pessoas envolvidas no processo produtivo das empresas.

A própria definição de habilidade pode gerar dúvidas: segundo Voltaire habilidade seria um indicativo da capacidade de produzir soluções para um dado específico. Segundo outros autores habilidade pode se desmembrar em habilidade verbal, habilidade mecânica, habilidade matemática e está intimamente ligado á definição de competência.

Para facilitar listarei abaixo algumas habilidades usuais para ajuda-los na descrição de cargos. São habilidades:

  1. Planejamento
  2. Organização
  3. Foco em resultados
  4. Dinamismo
  5. Iniciativa
  6. Criatividade
  7. Disciplina
  8. Integridade e coerência.
  9. Flexibilidade
  10. Autoconfiança e autoconhecimento
  11. Intuição
  12. Capacidade crítica
  13. Compreensão
  14. Competitividade
  15. Visão no cliente
  16. Compreensão interpessoal e empatia.
  17. Capacidade de liderança
  18. Persuasão
  19. Relacionamentos/Pessoas
  20. Coaching
  21. Trabalho em equipe
  22. Visão do negócio
  23. Autocontrole das emoções
  24. Comunicação e negociação
  25. Agilidade para tomar decisões
  26. Aprendizado e desenvolvimento pessoal

Não são habilidades:

  1. Disponibilidade
  2. Comprometimento
  3. Pontualidade
  4. Honestidade
  5. Caráter

Não deixem de consultar outros posts que abordam o assunto:

http://certificacaoiso.com.br/plano-de-cargos-salarios-e-uma-exigencia-da-iso-9001/

http://certificacaoiso.com.br/como-investir-certo-nos-treinamentos-necessarios-a-adequacao-para-iso9001/

Boa sorte nessa jornada.

Aline Tonon

Equipe ISO On line.

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ISO 9001:2008 PARA O RAMO HOTELEIRO

Segundo a ABEOC (Associação Brasileira de Empresas de Eventos – São Paulo), o desempenho do setor hoteleiro no Brasil tem se destacado cada vez mais nos últimos anos e, nos próximos três anos, o país deve receber cerca de R$7,3 bilhões em investimentos. Além da confirmação de grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Pensando neste crescimento podemos afirmar que os hotéis estarão mais competitivos, os proprietários deverão pensar em se destacar, entre esta vasta gama de opções que os turistas terão a disposição, a rede hoteleira deverá se preocupar não somente em oferecer o melhor preço, ou melhor acomodação, ela terá que oferecer um excelente atendimento, afim de “encantar” o cliente.

Uma das formas encantar o cliente é ter um padrão de atendimento e também de qualidade, que pode ser obtido através da implementação do sistema de gestão de qualidade ISO 9001: 2008, destacando-se pela qualidade de seus serviços e atendimento, voltado única e exclusivamente à satisfação do cliente.

 Um bom exemplo é a rede hoteleira Allia Hotels que tem colhido frutos do sistema de gestão da qualidade, a iniciativa da Rede em atender aos requisitos estabelecidos por normas conceituadas no mundo inteiro tem o objetivo de melhorar a forma como o Grupo opera, padronizar procedimentos, processos e serviços de maneira eficaz, reduzindo custos e riscos. “Trata-se, acima de tudo, do cumprimento de uma série de normas que busca a constante satisfação do cliente”, conclui Monegaglia.

 

Segue link relacionado:

http://www.revistahoteis.com.br/materias/12-Mercado/4867-Allia-Hotels-adota-sistema-de-gestao-de-qualidade-ISO-9001-2008

Boa Sorte!

 Cristiane Gonçalves

Equipe ISO Online

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Desempenho e Performance. Como analisar?

É muito comum entender as classificações “Desempenho” e “Performance” como sendo sinônimos, mas será mesmo que representam o mesmo significado?

E, sendo sinônimos ou não, o que essa definição interfere no sistema de gestão da qualidade de uma empresa?

Então, vamos analisar:

Segundo o Dicionário Aurélio, a definição para cada uma das palavras citadas é:

DESEMPENHO: “Ato ou efeito de desempenhar; cumprimento, exercício, execução: desempenho de uma atividade remunerada”

PERFORMANCE:  “Resultado obtido, em cada uma de suas exibições em público, por um cavalo de corrida, por um atleta etc. / Conjunto dos resultados obtidos em um teste. / Proeza esportiva”

De acordo com esses significados, podemos entender: desempenho é a execução, é o cumprimento das atividades e performance é o resultado do cumprimento da atividade.

Ok, mas agora você deve estar se perguntando: Qual a relação disso com o meu Sistema de Gestão da Qualidade?

Ao implementar um sistema de gestão da qualidade, criamos uma série de indicadores de que irão medir algumas situações definidas pela empresa dentro de algumas metas pré-estabelecidas. Esses indicadores são normalmente analisados na reunião de análise crítica pela direção, como forma de atendimento a um requisito normativo.

A questão é que um sistema de gestão da qualidade bem implementado, gera uma quantidade enorme de dados, além dos indicadores de desempenho estabelecidos, que ao serem analisados levando em consideração o seu resultado ao longo de períodos mais espaçados, ou seja, ao observar a performance desses dados, é possível extrair diversas estratégias para o aprimoramento e crescimento da empresa.

Para isso, recomendo que a empresa defina uma sistemática para análise periódica de dados da empresa e não deixe esse tipo de atividade de forma aleatória. Indique para cada área alguns pontos de análise, estabeleça um responsável que irá extrair e compilar as informações necessárias e elaborar um relatório gerencial, e discuta com todos os responsáveis da empresa cenários possíveis a partir dos resultados obtidos. É muito importante que esses resultados sejam analisados como um todo e não de forma isolada por área. Afinal, o resultado da empresa é um resultado do esforço de todos juntos.

Bom Trabalho!

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CONTROLE DE EQUIPEMENTOS DE MONITORAMENTO E MEDIÇÃO

 O item 7.6 – Controle de equipamento de monitoramenteo e medição – da norma ISO 9001:2008, exige que a organização determine os equipamentos de monitoramento e medição que são utilizados para gerar evidências de conformidade dos produtos, a empresa deve manter uma relação de todos os equipamentos que são utilizados para medição do produto no decorrer de todas as etapas, exemplos de equipamento de medição: paquimetro, micrometro, trena, balança, voltimetro, etc.

Os resultados obtidos através dos equipamentos de medição devem ser confiáveis, portanto a organização deve:

  • Calibrar ou verificar os equipamentos em intervalos determinados;
  • Usar padrões de medição rastreáveis a padrões nacionais ou internacionais;
  • Guardar os registros dessas calibrações (certificado de calibração);
  • Quando o equipamento estiver descalibrado, o mesmo deve ser ajustado e os produtos por ele medidos devem ser verificados;
  • Os equipamentos devem possuir uma identificação única para determinar a sua situação de calibração;
  • Os equipamentos devem estar protegidos contra ajustes que comprometam a sua calibração;
  • Devem estar protegidos contra danos durante o seu manuseio.

 

Caso um equipamento que já tenha sido calibrado em algum momento do processo, apresente valores errados de medição, deve ser retirado do processo para ser  ajustado,  também  rastrear todos os produtos que já foram medidos com este equipamento  (deste o momento em que verificou-se o erro até o primeiro ajuste)  e   medi-los novamente, afim de garantir que estão dentro dos padrões especificados.

 

Não esqueça de documentar tudo!

Boa sorte!

Cristiane Gonçalves

Equipe ISO Online

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Controle de documentos

Um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), por mais simples que seja possui uma gama de documentos que fazem toda a diferença no sistema como um todo. Nestes documentos estão registrados todos os acontecimentos da empresa no decorrer de um período, ou seja, é o histórico, eles servem para nortear as pessoas na direção correta dentro dos processos.

A ISO 9001:2008 é bem taxativa quando menciona que os documentos devem ser legíveis, prontamente identificáveis e recuperáveis, para atender a estes requisitos as organizações devem utilizar uma sistemática de gerenciamento de documentos, a qual for mais apropriada, algumas organizações utilizam softwares que gerenciam estes documentos, outras utilizam planilhas em excel, a forma que for estabelecida deve garantir que os documentos emitidos pelo SGQ estejam atendendo ao requisito da norma.

Seguem algumas dicas para emissão e controle de documentos:

Processo de aprovação: antes de ser disponibilizado o documento deve ser aprovado, esta aprovação deve ser feita por uma pessoa que tenha responsabilidade ou autoridade para tal. A aprovação deve ser feita de próprio punho através de assinatura ou se eletrônica deve ser por intermédio de senha de acesso.

Processo de análise crítica, atualização e reprovação: depois da emissão de um documento, deve ser atribuído uma data de validade, passando o período, o mesmo deve ser analisado para levantar necessidade de revisão e submetido novamente a aprovação.

Processo de controle de revisões: cada alteração realizada no documento deve ser registrada no campo revisão, em alguns casos pode ser observado o campo mencionado o que foi alterado na nova revisão.

Procedimento que garanta que a versão mais atual esteja disponível: a cada nova revisão,  o responsável deverá ir em cada local onde se encontra o documento e substituí-lo, cabe lembrar que se a cópia antiga não for encontrada , uma não conformidade deve ser registrada. As cópias devem ter um carimbo de “cópia controlada” (se assim estiver descrito no manual da qualidade).

Procedimento para manter os documentos legíveis e identificáveis: quando eletrônico não existe esta preocupação, mas para cópias físicas deve se adotar uma rotina que garanta as substituições das cópias danificadas.

Procedimento para controlar documentos de origem externa: deve ser estabelecido e adotado para consultar o emissor periodicamente e conferir se a cópia esta na versão atual.

Procedimento para evitar o uso de documentos que não estejam em vigor: Deve se garantir que o documento revisados, suas cópias sejam destruídas, caso seja necessário utilização de um documento antigo, é prudente que este esteja com carimbo de “Cancelado” ou “Obsoleto”.

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Uma boa Política da Qualidade

No processo de elaboração da Política da Qualidade, geralmente as consultorias fornecem alguns modelos para que os clientes possam utilizar como base na elaboração da política da sua empresa. Devemos ter claro que a política deve ser personalizada para cada empresa e deve ter um compromisso com a melhoria continua da Qualidade. Os modelos fornecidos são exemplos para nortear o cliente.

O auditor testa o conhecimento e a compreensão da Política da Qualidade por meio de entrevistas com alguns colaboradores e audita indicadores e práticas da Direção, verificando assim se o que esta escrito é realmente praticado.

Por algumas vezes Política da Qualidade é confundida com “politicagem”, mas a Política da Qualidade tem a função de direcionar as práticas da empresa para atingir níveis cada vez maiores de Qualidade.

Façamos um teste, leia a Política da Qualidade da sua empresa e compare com as práticas, elas estão de acordo com o que esta definido?

A Política da Qualidade não deve ser tratada como uma simples frase decorativa, fixada em molduras, ela deve estar estampada nas ações de todos os membros da organização, refletindo na qualidade da empresa, o resultado será percebido com a plena satisfação dos clientes.

 

Cristiane Gonçalves

Equipe ISO Online

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Certificação ISO

Cada vez mais a certificação ISO 9001 significa para as empresas uma questão de sobrevivência no mercado e não mais um diferencial competitivo. Mais o processo de certificação é oneroso, longo, complicado e acessível apenas para as grandes corporações …correto ???

Correto se estivéssemos no inicio da década de 90, onde essa era a realidade. Hoje o panorama mudou muito. O avanço tecnológico permitiu a desmistificação do processo e a simplificação na implementação desta ferramenta de gestão da qualidade.

Hoje pequenas e mico empresas têm condições de implementar e se certificar pela ISO 9001. A realidade do consultor-oráculo , aquele senhor de meia idade, barba branca e pasta de executivo que tudo sabe e cobra caríssimo para lhe dar informações acerca de sua própria empresa ficou no passado. Atualmente existem plataformas e sistemáticas modernas e que visam transmitir conhecimento.

Essas novas formas de trabalho permitem que qualquer empresa, por menor que seja, tenha condições de conhecer e controlar melhor seu processo, otimizar ganhos e minimizar perdas, e acima de tudo buscar um alto nível de qualidade em seus produtos e serviços, se tornando uma empresa mais competitiva e mais lucrativa. E então..preparado para o futuro? Aceite esse desafio e certifique sua empresa! Boa sorte nessa jornada.

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“Deixe de depender da inspeção para atingir a qualidade”

Hoje falaremos de mais um dos famosos 14 princípios de Deming, este se refere à questão da inspeção da qualidade: “Deixe de depender da inspeção para atingir a qualidade. Elimine a necessidade de inspeção em massa, introduzindo a qualidade no produto desde seu primeiro estágio”.

Atualmente, após décadas da introdução dos conceitos da qualidade total, tal princípio já não se mostra tão impactante, mas imaginem a introdução desta ideia nos anos 50, onde qualidade era sinônimo de criar um grupo de inspetores para garantir que nenhum produto não conforme passasse para o cliente. Certamente foi uma forte mudança de paradigma.

A ideia de garantir a qualidade em cada etapa do processo, isto é, cada processo garante que nenhuma não conformidade passará para o próximo processo, é muito atraente para empresas que são focadas não só no curto, mas também no médio e longo prazo. Isso porque é muito mais rentável garantir a qualidade de cada processo do que pagar os altos preços de refugos/retrabalhos e do exército de inspetores. Fora os benefícios indiretos de confiabilidade do processo.

Nessa direção surgiu o conceito conhecido como Poka Yoke – desenvolvido pelo Sistema Toyota de Produção – que consiste em dispositivos a prova de erro. Pode parecer muito complicado, porém soluções simples podem garantir que o erro não passe para o próximo processo. Exemplos como, ventilador no fim de processos de embalagem para soprar para fora do sistema caixas vazias, carros com cambio automático que só dão partida quando o câmbio está na posição certa, conectores elétricos que só encaixam na posição correta, marcadores e sensores de reconhecimento que garantem que o processo seguinte só será iniciado se a marcação de confirmação do processo anterior for reconhecida, etc. demonstram como ideias simples (e algumas vezes baratas) podem garantir que os processos não gerem problemas no produto final.

Vale a dica de usar a criatividade para garantir que cada processo só passe para frente peças com qualidade assegurada!

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Ciclo PDCA – ISO 9001

Hoje abordaremos um dos tópicos mais comentados nas rodas de assunto sobre qualidade: o Ciclo PDCA. Tal conceito foi utilizado com grande êxito no Japão no pós-guerra. Junto com outras ferramentas, o PDCA foi um dos fundamentos trazido por Deming para impulsionar a reestruturação econômica Japonesa.

Como todos já sabem, a abreviatura PDCA se refere à: Plan, Do, Check, Act. Palavras simples para se traduzir do inglês para o português, porém, em muitos casos, o conceito por traz de cada uma delas não é completamente entendido por todas as organizações. Considerando os diversos projetos que já tive a oportunidade de acompanhar, fica claro que os conceitos do Plan e do Do, que consistem em levantar o estado atual, planejar o estado futuro, criar uma lista de ações e executá-las, já é amplamente utilizado. Mas após realização das ações, para que servem então o Check e o Act?

A idéia do Check e Act surge da seguinte consideração: A partir do momento que se realiza um projeto de melhoria em determinado processo, os padrões de como se trabalhar foram alterados. Ao iniciar os trabalhos com este novo padrão, a estabilidade do processo não será a mesma em comparação com o padrão antigo, o qual já era conhecido e dominado pelo time. Desta forma, após implementar o novo padrão, é necessário definir os limites de estabilidade aceitáveis para o processo e acompanhar de perto seu comportamento (“Check”). E a cada momento que os limites estabelecidos sejam ultrapassados é necessário definir uma nova ação para que a causa desta instabilidade seja eliminada (“Act”).

Um erro grave de conceito é acreditar que o projeto termina e que a melhoria foi concretizada após o fechamento de todas as ações do “Do”. Na verdade a melhoria do processo só pode ser garantida após a confirmação da estabilidade do processo com base nos novos padrões. Essa é exatamente a idéia intrínseca do “Check” & “Act”.

 

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Caso de Sucesso – Implementação ISO 9001 na empresa Dataflex

Olá Pessoal! Gostaria de compartilhar com vocês o depoimento de um cliente que implemetou o SGQ – ISO 9001.

Por Marcio Grilo (RD da empresa Dataflex de Jaguariuna)

“Agradeço a ISO Online por este espaço de poder passar a vocês  a minha experiência de conseguir implantar um Sistema de Gestão da Qualidade em tão pouco tempo.

Trabalhei em uma empresa em São Paulo também como RD. A empresa contratou um consultor a um preço de R$ 100,00 a hora, isto em 1,999. Era uma correria sem fim, procedimentos, treinamentos e muita dor de cabeça. Lembro que virávamos a noite fazendo procedimentos, que loucura!!!

No caso da Dataflex, os potenciais clientes, os maiores e lucrativos estão na área automotiva. E para ser fornecedor nesta área, você precisa ter o certificado ISO 9000. Uma vez liguei para uma empresa do setor para oferecer os nossos serviços e ele simplesmente perguntou: “Sua empresa é ISO? Não? então, me ligue quando forem certificados,  pois oportunidades existem.” disse isto para mim na lata!!!

A Dataflex então partiu para a busca do certificado. Fizemos uma reunião interna para definirmos quem, como e quando iniciaremos este projeto.. Durante esta reunião fiquei pensando… não tem como escapar, vai ser eu mesmo…mas de novo? pois me veio a lembrança de RD da empresa passada…muito sofrimento, dedicação e perseverança. Agora, pensando do lado da empresa, além de tudo isto, vamos ter que reservar muita grana para este projeto. Bem, vamos lá.., é uma questão de sobrevivência.

Foi aí que um dos meus sócios foi no Google e escreveu: “Implantação da ISO 9000″ e apareceu ISO online. Ligou e agendou uma reunião na empresa. Veio o Guilherme da área de vendas, mostrou como funciona o sistema e eu fiquei pensando comigo: ” que maravilha…mas será? Não acredito.. Que idéia genial…tudo mastigadinho..basta seguir esta receita de bolo..Suporte on line, custo acessível e ao alcance de pequenas empresas que precisam de um certificado para concorrer com as grandes..O que mais eu preciso? é dedicar e implantar.

Fechamos com eles.. Foi feito um cronograma e a data de certificação ficou para Junho/2012.  Junho? Vai demorar demais…Então, sentei na frente do computador e comecei a mexer no sistema e em questão de minutos, já estava com o nosso primeiro procedimento feito. Daí não parei mais..Tirava 3 horas por dia , porque alem de RD, faço a parte comercial da empresa e vendas. A cada fase finalizada, reunia todos os colaboradores e dava um feed back de como está indo a implementação, questão de meses já estava tudo pronto.

Lembro de uma dica que um professor de qualidade da Universidade onde fiz mestrado me disse: ISO se resume em 3 perguntas:

Mostre o que você faz, faça o que você diz e verifique o que foi feito… Isto é ISO 9000

Mostre o que você faz : são os procedimentos e Instruções de trabalho

Faça o que você diz: Auditorias internas

Verifique o que foi feito: Registros.

Já em Setembro já havíamos sido auditado por um Cliente automotivo. Nenhuma NC foi encontrada, somente observações pontuais, que por sinal sempre são importantes. Depois de muitas tentativas, por falta de agenda, por parte nossa é claro, no dia 10/11 já estávamos recebendo o Rivaldo para a auditoria Interna de nosso sistema de Gestão.

Depois disso, o nosso sistema também foi auditado por um grande Cliente nosso, e também nenhuma NC foi encontrado, somente algumas observações.

Isto tudo é fruto de dedicação e comprometimento, principalmente da alta direção e o suporte da ISO online que nos ajudaram e nos ajudarão até a certificação e com certeza, o suporte no depois, pois sabemos o quão é dinâmico um sistema.

Quero deixar aqui o meu muito obrigado a ISO Online pelo serviço oferecido a Dataflex, a você Patricia pelo seu suporte que tem nos ajudado muito.

Abraço a todos e que o sucesso nos negócios cresçam e muito, ainda mais com um certificado ISO 9000 pregado na parede da Empresa”

 

Atenciosamente,

 

Marcio Grilo- RD Dataflex Tecnologia

 

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A ISO 9001 como ferramenta de auto conhecimento da empresa

Essa semana eu estava assistindo uma entrevista na Record News* sobre os desafios do empreendedorismo no Brasil e o entrevistado (Ladmir Carvalho – Diretor Executivo da Alderdata Software) colocou um desafio muito comum que as empresas enfrentam que é a falta de dados reais sobre a operação.

O seu conselho para os gestores: Estabeleça indicadores em todas as áreas da sua empresa. Tome decisões com base em informações concretas. Conheça o desempenho da sua empresa e saiba elaborar um planejamento!

A ISO 9001 apresenta-se como uma grande solução para que pequenas e médias empresas consigam seguir os conselhos apresentados no programa, isso porque medir o desempenho implica em uma comparação entre o resultado desejado e o resultado legitimado. E esses resultados só podem ser conhecidos quando a empresa possui alguns controles específicos.

Para isso é importante que a empresa conheça detalhadamente seus processos (fluxo da informação, responsabilidades, tarefas, atividades, limites da abrangência, recursos utilizados e definição dos fatores críticos) para que consiga estabelecer os critérios de medição desejados para cada processo e definir uma meta para cada um desses critérios.

Essas atividades citadas acima fazem parte do ciclo PDCA da ISO 9001 e por isso recomendamos que os empresários busquem essa solução como forma de se tornar mais assertivo no mercado e mais eficiente que seus concorrentes na busca pela satisfação e fidelização dos seus clientes.

Vamos começar hoje?

*http://noticias.r7.com/record-news/2011/12/07/entrevista-record-32/ (entrevista na íntegra)

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Satisfação do Cliente – ISO 9001

Um item obrigatório da norma ISO 9001:2008 é medir a satisfação dos clientes.

Conforme a norma ISO 9001:2008 “Como uma das medições do desempenho do sistema de gestão da qualidade, a organização deve monitorar informações relativas à percepção do cliente sobre se a organização atendeu aos requisitos do cliente”.

Por que devemos ouvir nossos clientes?

Precisamos ouvir nossos clientes, pois eles nos dirão pontos a melhorar e inovar. Ouvindo o cliente teremos dados concretos nas tomadas de decisões. Pois é o cliente que determina a existência da sua empresa, então nada mais sensato do que ouvir o que ele tem para te falar sobre o seu produto ou serviço. Ouvir os clientes abre os horizontes e você identificará aspectos que nunca antes julgou serem relevantes, mas que para o cliente é de fundamental importância. A pesquisa de satisfação dos clientes é um pré-requisito que sustenta as ações eficazes. Então vamos lá, mãos a obra elaborar uma pesquisa de satisfação para seus clientes.

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Por quantos auditores deve ser formada a equipe de auditoria interna para o Sistema de Gestão da Qualidade ISO 9001?

A auditoria interna é uma das grandes ferramentas para se verificar a conformidade do SGQ em relação aos requisitos estabelecidos e definir ações de melhoria, seu objetivo principal é avaliar a conformidade e a qualidade da implementação, assim como as oportunidades de melhoria no SGQ, mas quais informações preciso para formar uma equipe de auditores internos?

Para formar um grupo de auditores internos são necessários pelo menos 2 auditores, para que não auditem seu próprio trabalho como diz no item 8.2.2 da norma: “Os Auditores não devem auditar seu próprio trabalho”, para garantir imparcialidade no processo de auditoria, isso acontece pelo fato de que o colaborador está tão acostumado com seu próprio trabalho que não consegue encontrar não conformidades e muito menos oportunidades de melhorias e também por ser um pouco difícil para o ser humano apontar seus próprios erros.

Então mesmo que a empresa tenha quatro colaboradores ou cem, o mínimo é de 2 auditores, dependendo do tamanho da organização o processo pode ser um pouco mais demorado ou mais rápido.

Para se tornar auditor a pessoa deverá fazer o curso de auditor interno e ter experiência em auditorias, lembrando que o grupo deverá ter um líder.

Obs: Existem empresas que possuem apenas 1 colaboradore, então nesse caso será necessário contratar um auditor para que faça esse trabalho.

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A Copa do Mundo no Brasil, as empresas, a qualidade e o meio ambiente

Está em discussão no Congresso Nacional a Lei Geral da Copa que vai definir as diretrizes da realização desse evento esportivo que vai acontecer no Brasil em 2014. A aprovação dessa lei que define alguns parâmetros para a organização e realização do evento que estava no cronograma para votação ainda nesse ano, deve ficar para 2012 por divergências em seu texto e sua aplicação, mas a discussão dessa lei nos remete a uma outra reflexão sobre o evento:

Os impactos que esse evento trará para a nossa vida cotidiana, pois os investimentos no país para receber esse evento já são visíveis e tendem a aumentar ainda mais nos próximos anos com a aprovação da lei.

Segundo dados divulgados pela empresa Ernst & Young, “além dos gastos de R$ 22,46 bilhões no Brasil relacionados à Copa para garantir a infraestrutura e a organização, a competição deverá injetar, adicionalmente, R$ 112,79 bilhões na economia brasileira, com a produção em cadeia de efeitos indiretos e induzidos. No total, o País movimentará R$ 142,39 bilhões adicionais no período 2010-2014, gerando 3,63 milhões de empregos-ano e R$ 63,48 bilhões de renda para a população, o que vai impactar, inevitavelmente, o mercado de consumo interno“. (Brasil sustentável – Impactos Socioeconômicos da Copa do Mundo 2014)

Ou seja, apesar de parecer que o evento está em uma esfera muito longe da nossa vida, a Copa do Mundo vai impactar fortemente a nossa rotina nos próximos anos e o reflexo que isso terá em nossas empresas vai depender da maneira como iremos nos posicionar frente ao mercado desde já e isso quer dizer que você deve seguir as principais tendências do mercado: qualidade e sustentabilidade.

Então, a implementação de sistemas de gestão da qualidade e ambiental são imprescindíveis para você que quer participar da movimentação que a economia terá nos próximos anos e ganhar com a realização desse evento.

DICA: Ainda segundo ainda o levantamento realizado, as áreas que receberão o maior volume de investimentos são:

  • Construção Civil
  • Alimentos e Bebidas
  • Serviços
  • Eletricidade, gás, água, esgoto e limpeza urbana
  • Serviços de informação
  • Turismo e Hotelaria
Então, se a sua empresa está inserida em um desses segmentos e você ainda não está adequado à essas tendências, já está atrasado em relação aos seus concorrentes. É hora de tirar o atraso…
Bom Trabalho
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A evolução das metodologias de implementação de sistemas de gestão

Hoje existem quatro diferentes metodologias para implementação de sistemas de gestão, vou falar um pouco de cada uma delas e mostrar porque o método Online é o mais indicado para você que é pequeno ou micro empresário.

Metodologia convencional:

Metodologia mais conhecida e utilizada, porem o custo é ainda um pouco alto, sendo difícil para os pequenos e micro empresários de arcar com os custos de uma implementação.

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Essa metodologia foi criada na intensão de trazer os sistemas de gestão para a micro e pequena empresa que não tinha capital suficiente para investir e uma implementação convencional. São aulas ministradas por um consultor que reúne um grupo de coordenadores e representantes da direção de algumas empresas, o conhecimento é transferido e duvidas são sanadas. O preço é bem atrativo, porem a quantidade de empresas que chegam a certificação por esse método é baixa, pois essas aulas são feitas normalmente quinzenal ou mensalmente, se por acaso surgir duvidas eles só poderão sanar após quinze dias ou um mês, outro ponto é que as pessoas precisam se deslocar até o local das aulas, tendo que abandonar o seu posto de trabalho ou então deixam de ir nas reuniões porque existem outras prioridades, deixando o processo demorado e as empresas acabam desistindo.

Faça você mesmo:

Você compra um software ou um manual e segue as instruções, é a metodologia de menor custo, porem com certeza muitas duvidas surgirão, mas como você não possui uma consultoria vai ficar um pouco difícil para dar continuidade no projeto.

Método ISO Online:

Você tem acesso à plataforma web 24 horas por dia e aos consultores em período integral das 8h00 as 17h45m de segunda a sexta feira, o custo é baixo, você investe seu tempo na implementação no horário que lhe for mais conveniente, o contato com os consultores pode ser feito via chamado, chat, telefone e também fazemos vídeo conferências, basta agendar com antecedência e especificar o assunto que será abordado, um consultor ficará a sua disposição pelo tempo for combinado. Para agilizar o processo também disponibilizamos modelos e exemplos de documentos de diversos segmentos, para o cliente ter um melhor entendimento do que deverá ser feito. Além de tudo isso, ainda garantimos a certificação em contrato.

A ISO Online conseguiu agrupar todos os pontos positivos de cada metodologia em uma só, com certeza é um método inovador que busca facilitar e deixar mais acessível o processo de implementação de sistemas de gestão.

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PBQP-H – Sistema de gestão para construção civil

Durante esta semana, nosso time da ISO Online, tivemos a oportunidade de debater sobre o programa do PBQP-H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade), que se trata de uma normatização, com moldes na ISO 9001, para construção civil.

Interessante perceber o quanto os sistemas de gestão da qualidade se aplicam nos mais diversos setores. Desde indústria de produção em massa, passando para prestação de serviços e agora na construção civil. Os sistemas de gestão se mostram cada vez mais essenciais para garantir a competitividade do negocio.

Mesmo em ramos distintos de atuação, os sistemas de gestão da qualidade mantem pilares semelhantes, baseados na padronização, transparência e melhoria contínua dos processos.

Verifique em qual ramo se encontra seu negócio, arregace as mangas e mãos a obra! Não se esqueça que você pode contar sempre com o apoio da ISO ONLINE!

Um abraço e até a próxima!

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Ação Preventiva x Ação Corretiva – ISO 9001

Conforme norma ISO 9001:2008 a definição para ação corretiva é: “ A organização deve executar ações para eliminar as causas de não-conformidades, de forma a evitar sua repetição. As ações corretivas devem ser apropriadas aos efeitos das não-conformidades detectadas”.

E a definição para ação preventiva é: “A organização deve definir ações para eliminar as causas de não-conformidades potenciais, de forma a evitar sua ocorrência. As ações preventivas devem ser apropriadas aos efeitos dos problemas potenciais”.

Por mais estruturado que se encontre um sistema de gestão da qualidade, as ações preventivas dependerão muito da motivação dos colaboradores. Dependerá muito de como a alta direção valoriza as ações preventivas. As empresas devem tomar cuidado para não valorizar somente as ações do tipo: apagar incêndio (ações corretivas), mas também – e principalmente – as ações que evitem que o fogo apareça (ações preventivas).

Importante todos os colaboradores serem treinados e conscientizados da importância desses dois tipos de ações para buscar a melhoria continua do Sistema de Gestão da Qualidade da empresa.

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Sistema de Gestão da Qualidade ISO 9001 – Diferencial ou Necessidade

Atualmente a implementação de um sistema de gestão da qualidade ISO 9001 nas empresas é uma questão de sobrevivência e não mais um diferencial.

Vamos refletir sobre estas 4 questões em relação aos processos da empresa:

1-Podemos fazer corretamente o trabalho?

(capacidade)

2-Estamos fazendo corretamente o trabalho?

(controle da qualidade)

3-Fizemos corretamente o trabalho?

(garantia da qualidade)

4-Poderíamos fazer melhor o trabalho?

(melhoria contínua da qualidade)

No momento que empresa inicia um processo de implementação de um sistema de gestão da qualidade ISO 9001 consequentemente ocorre uma reflexão sobre estas questões, de maneira sequencial. Inicialmente analisa-se como é a forma correta de se trabalhar e compara-se com a forma que se esta trabalhando.

“Pois mais importante do que fazer certo as coisas é fazer as coisas certas”

Em relação a segunda questão, refere-se ao controle da qualidade, que inclui as técnicas usadas para atender os requisitos da qualidade.

A terceira é a garantia da qualidade – que é um conjunto de atividades  planejadas e sistemáticas para prover confiança adequada  para atender os requisitos para a qualidade.

E a ultima que é um dos focos principais da norma da ISO 9001 – MELHORIA CONTINUA DA QUALIDADE! Que inclui as atividades que buscam aumentar a eficácia e eficiência das atividades e dos processos.

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