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ISO 26000 – Responsabilidade Social

  Você empreendedor já ouviu falar sobre isso 26000? É uma norma internacional que possui diretrizes sobre Responsabilidade Social, o objetivo desta norma é fazer com que vários tipos de organizações (grandes ou pequenas) tenham objetivos em comum, sendo entre eles:

Encontrar o equilíbrio entre desenvolvimento econômico, progresso social e prestação ambiental. Inclusão, responsabilidade e respeitos pelas leis.

Criar produtos e serviços que melhorarão a vida. As empresas deverão ser a base de uma nova sociedade, onde comunidade e  consumidores deverão ser respeitados.

As organizações certificadas ISO 26000 possuem vantagens competitivas, já que atendem requisitos para Responsabilidade Social, trazem muitos benefícios as comunidades ao seu entorno e também uma grande satisfação do público interno.

A sustentabilidade é possível!

 Cristiane Gonçalves

Equipe ISO Online

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Capitalismo Consciente

Você já ouviu o termo “Capitalismo Consciente”?

A primeira vez que ouvi esse termo me pareceu extremamente incoerente, pois o capitalismo, tal como o conhecemos hoje, obedece à regra básica do lucro a qualquer preço, baseado na função de produção (F(x) : x(C x L) , onde C diz respeito ao capital e L ao trabalho) que em outras palavras significa que a produção dá-se em função de trabalho mais capital .

O lucro, por sua vez, é a diferença entre as receitas provenientes da produção e os custos ligados a ela. No sistema capitalista convencional, o que se busca é a maximização do lucro a todo e qualquer custo, porém a prática deixa cada dia mais evidente que isso resulta em pessoas estressadas, clientes insatisfeitos, degradação do meio ambiente, poluição e outros males mais.

Então, na contramão do lucro acima de tudo, vem nascendo timidamente uma tendência intitulada “Capitalismo Consciente”. Os empresários adeptos a essa tendência acreditam que o lucro vem como consequência em primeiro lugar de funcionários felizes e satisfeitos , que farão seu trabalho de forma a deixar o cliente satisfeito, que pagam mais pelo produto ou serviço e geram mais lucro aos acionistas.

Segundo dados levantados junto a bolsa de Nova York, as empresas que se guiam por essa tendência alcançam nove vezes mais lucro que as empresas guiadas pelo velho capitalismo selvagem. Fazem parte desse ranking gigantes como a Google, a Zappos, etc.

Nesse sentido um SGI (Sistema de Gestão Integrada) bem implementado, pode ajudar sua empresa a rumar por esse caminho, pois quando a Alta Direção opta por implementar um SGI ela está preocupada com a satisfação e a segurança de seus funcionários,o respeito e satisfação de seus clientes, a qualidade de seus produtos e serviços , sempre pautada pelo respeito ao meio ambiente.

Então …aceite esse desafio e coloque sua empresa na direção do futuro! Boa Sorte e conte com o auxilio de nossos consultores sempre que precisar!

Aline Tonon Equipe ISO On line.

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5W2H – TABELA

O 5W2H é um mapeamento de atividades que a serem executadas dentro de um projeto, onde ficarão determinados com muita clareza, etapas, justificativas, locais, prazos,  responsáveis, métodos e custos. O nome desta ferramenta foi determinado como 5W2H por juntar as primeiras letras dos nomes (em inglês) das diretrizes utilizadas neste processo. Abaixo você pode ver cada uma delas e o que elas representam:

What?  O que será feito – etapas
Why?  Por que será feito – justificativa
Where? Onde será feito – local
When?  Quando será feito – tempo
Who?  Por quem será feito – responsabilidade
How?  Como será feito – método
How much?  Quanto custará fazer – custo

Antes de utilizar a ferramenta se faz necessário que a estratégia de ação já esteja definida, uma reunião com os responsáveis no projeto poderá ser útil para chegar a um ponto comum, definindo responsabilidades, prazos, etc.

Ao planejar as atividades de um projeto gerencial, você deve responder às  7 perguntas com clareza. Posteriormente, você deverá elaborar uma tabela com tudo o que foi planejado.

Segue modelo de Tabela 5W2H (Tabela 5W2H) ela pode ser modificada conforme achar melhor (linhas, colunas, cores, etc), mas não se esqueça de especificar,  todas as etapas do processo.

O 5W2H é uma ferramenta bem fácil de ser implementada e os resultados são ótimos para os donos dos processos. Não deixe de utiliza-la em sua rotina. Você e a organização  só terão a ganhar!


Cristiane Gonçalves

Equipe ISO Online

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COMO PROMOVER A QUALIDADE?

  A qualidade deve ser parte integrante da cultura da organização, independentemente da função ou departamento que os colaboradores atuam, estes devem estar comprometidos com a qualidade. Não importa se é o porteiro ou gerente todos tem sua participação dentro do Sistema de Gestão da Qualidade, mas sempre surge aquela pergunta, como promover a Qualidade?

Primeiramente a alta direção deve definir  o que realmente deve ser destacado dentro da Qualidade, um exemplo a Alta Direção definiu que quer ver sua empresa menos poluída visualmente, racionalizar o uso de materiais de escritório, aumentar a produtividade com sequenciamento visual das etapas, etc. Para atingir estes pontos da qualidade a empresa opta pela implementação de um Sistema da Qualidade, então novamente a pergunta, como promover a Qualidade?

Seguem algumas dicas:

Equipe da Qualidade: Montar uma equipe que terá a função de desenvolver trabalhos na organização com objetivo de melhorar as atividades internas, a equipe deve ser qualificada atendendo 3 critérios:

Metas: a equipe deve estar orientada a um mesmo sentido.

Avaliação de desempenho: a equipe deve estar qualificada para realizar a sua própria análise crítica de desempenho baseado em suas ações, a meta deve estar bem clara e alinhada na equipe.

Promover a Qualidade:  promoção dos temas através dos diálogos e informações baseadas nos objetivos da Qualidade da organização.

Reuniões da Qualidade: Envolver as pessoas com reuniões breves e periódicas (com no máximo 1 hora de duração), o tema das reuniões devem ser voltados à qualidade, assuntos como: resultados de ações, apresentação da evolução dos indicadores, ilustrações sobre o tema Qualidade,  troca de ideias para solução de um determinado problema, etc.

Palestras ou vídeos: podem ser aplicadas por especialistas com vivencia em diferenciadas situações, profissionais da área, palestras sobre motivação, casos de sucesso, etc.

 Teatros: inserir o tema qualidade através de peças teatrais. Existem empresas que oferecem este tipo de serviço. A peça teatral ajuda na interpretação de ações relacionadas aos objetivos da organização, conteúdo sério apresentado de forma divertida.

 Revistas especializadas: revistas que abordam o tema Qualidade devem estar disponíveis em lugares onde os colaboradores costumam parar para tomar um café, área de laser, recepção etc. A preocupação é em disponibilizar conteúdos leves,  sem linguagem técnicas, a leitura deve ser prazerosa.

Treinamentos: o treinamento deve ter conteúdos da qualidade, com dinâmicas de grupo, atividades para ser preenchidas, principalmente para os colaboradores do operacional, o conteúdo deve ser didático.

 Murais informativos: o famoso Quadro de Avisos localizado estrategicamente próximos aos cartões de ponto, áreas de laser, entrada principal, nele poderemos inserir informações diversas sobre a qualidade, exemplo: Política da Qualidade, Objetivos da Qualidade, artigos, etc.

As dicas estão aqui agora é só elaborar um bom cronograma.

Não deixem de consultar o link abaixo:

http://www.qualidadebrasil.com.br/noticia/qualidade_dicas_para_promover_a_cultura_da_qualidade

Cristiane Gonçalves

Equipe ISO Online

 

 

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Formando um time de ELITE de vendas

O Sonho de qualquer empresário é ter clientes cada vez mais satisfeitos, reduzir custos desnecessários e vender cada vez mais.

Este post tem como objetivo compartilhar experiências do time de vendas ISO Online, iremos falar um pouco do que acreditamos que seja a base do sucesso do nosso time em VENDAS.

 

1 – Treinamento

Lutadores de MMA treinam 99% e sobem ao ringue 1% do tempo dedicado a profissão;

Para um piloto chegar a fórmula 1 ele dedicou uma vida inteira de treinamento e concorreu com milhões de pilotos, procure ser o melhor, procure estar nos 20% que vendem mais;

Apenas 0,1% dos jogadores de futebol tornam-se campeões do mundo  FIFA, pouquíssimas são as exceções de jogadores que não suam muito a camisa;

Precisamos treinar, treinar, treinar depois treinar, treinar, treinar!

 

2 – Disciplina

Acordar pensando na venda, almoçar pensando na venda, sonhar com a venda.

Melhorar a cada venda, a cada objeção. Trabalhar muito não significa trabalhar bem. Um bom vendedor nunca dá um desconto sem uma troca.

 

3 – Relacionamento

Não podemos enxergar a venda como uma foto, a venda é um filme com início meio e  (sem) fim, relacionamento é tudo!

Criar amizade com nossos clientes, dar risada, vender valor, levar uma solução ao problema;

Almoçar com clientes, conversar sobre os problemas e soluções, ter uma conta no facebook e linked-in e usar a favor da venda, ter metas de indicação.

 

4 – Persistência

Ter um mecanismo eficiente de FOLOW-UP, desistir nunca, impossível deve ser algo riscado do vocabulario do bom vendedor

DICA! Utilizamos na ISO Online o Sharepoint da Microsoft como ferramenta de controle do dia a dia dos vendedores, quem tiver interesse podemos mostrar como funciona, e como funciona bem!

 

5 – Informação

Buscar a informação antes de ir para o cliente, montar estudos de caso, levar ideias aos clientes, principalmente os ramos e atividades que nao temos clientes, sempre levar pelo menos um cliente certificado daquela atividade, levar a solução para o problema, vender valor.

Um time de vendas é movido acima de tudo por metas, talentos e pessoas que queiram crescer junto com a empresa. Opte sempre por escolher um vendedor que prefira uma comissão agressiva ao invés de um salário fixo razoável.

 

Atenciosamente,

Rodrigo Furniel

Diretor Comercial – ISO Online

(19)3705-3321

(19)9745-1040

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Como mapear novos clientes

Atualmente um dos grandes desafios do nosso dia a dia é conhecer melhor quem são os nossos possíveis clientes (prospects), principalmente antes de agendar uma visita ou até mesmo da primeira ligação.
Existem algumas técnicas que podem contribuir muito nessa busca de informações, como segue abaixo:

  • Estude o negócio de quem você irá atender: A Internet é um poderoso canal de pesquisa, principalmente as redes sociais (Facebook, Linked In, Twitter, etc…).
  • Conheça o interlocutor: Quais são suas preferências, costumes, horários, etc…
  • Identifique possíveis necessidades: Utilize perguntas chave para entender melhor como funcionam os processos na empresa (ex. Quem são os clientes que sua empresa atende? Me conte um pouco sobre a história da sua empresa. Oque ela faz e como ela faz?).
  • Identifique o processo de compra: Estou falando com a pessoa que tem o poder de decisão da compra?
  • Escute: Saber ouvir o prospect vai lhe ajudar ainda mais a entender e identificar as suas necessidades.
  • Esteja preparado: Conheça a fundo os seus produtos/serviços e apresente os benefícios que eles oferecem. “Não venda água, mate a sede do seu cliente”

As empresas que conseguirem ser pró ativas e entenderem esses aspectos terão ao seu favor um grande diferencial no seu atendimento e também nas negociações.

Sucesso e boas Vendas!

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Motivação para Qualidade

A motivação é o fator chave a obtenção da qualidade nos programas de excelência que muitas organizações buscam. Ter uma equipe comprometida com a qualidade nos processos produtivos depende muito do grau de motivação a qual esta equipe foi submetida, como os integrantes dela reagem mediante a uma nova forma de fazer e pensar.

Se as empresas considerarem que a obrigação, obediência e o conhecimento dos requisitos da norma ISO 9001:2008, são os únicos fatores importantes aos seus colaboradores, ainda que exista boa vontade por parte da Alta Direção, poderá gerar dificuldades dentro do Sistema de Gestão da Qualidade, pois faltará o fator essencial a Motivação.

Estes novos tempos em que vivemos demandam mudanças na gestão de pessoas. Novos conceitos devem fazer parte da cultura organizacional. O colaborador precisa sentir-se parte de um todo. A liderança deve servir, e não apenas ser servida. A função do líder dentro deste novo panorama é ser facilitador, perceber as individualidades dos membros da sua equipe e atender essa individualidade dentro dos limites possíveis.

Quando a liderança passa a ter esta postura, as pessoas sentem-se ouvidas e compreendidas, melhorando o canal de comunicação, gerando um clima de respeito e motivação, neste nível de relação, será fácil programar ou dar manutenção em um Sistema de Gestão da Qualidade, pois os colaboradores estarão motivados  a dar resultados, pois sentem-se parte da organização e até mesmo membro de uma grande  “família” que escuta e apoia.

Motivação é inerente ao ser humano, devendo ser cultivada por uma compreensão profunda a respeito das  características naturais de existência. Nos tempos em que vivemos a imposição não possui resultados satisfatórios.

Agora você já pode MOTIVAR sua equipe e conquistar grandes resultados no Sistema de Gestão da Qualidade.

 

Cristiane Gonçalves

Equipe ISO Online

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Recursos Humanos – Ítem 6.2 – Habilidades

Ao iniciarmos a implementação da ISO 9001 somos “bombardeados” por uma imensidão de informações, detalhes, por menores, que podem nos levar a dúvidas e a erros.

No item 6.2 (Recursos Humanos) a norma orienta que “as pessoas que executam atividades que afetam a conformidade com os requisitos do produto devem ser competentes, com base em educação, treinamento, habilidade e experiência apropriados”.

Hoje falarei um pouco mais sobre habilidades, uma das bases citadas pela Norma ISO 9001 para verificar a competência das pessoas envolvidas no processo produtivo das empresas.

A própria definição de habilidade pode gerar dúvidas: segundo Voltaire habilidade seria um indicativo da capacidade de produzir soluções para um dado específico. Segundo outros autores habilidade pode se desmembrar em habilidade verbal, habilidade mecânica, habilidade matemática e está intimamente ligado á definição de competência.

Para facilitar listarei abaixo algumas habilidades usuais para ajuda-los na descrição de cargos. São habilidades:

  1. Planejamento
  2. Organização
  3. Foco em resultados
  4. Dinamismo
  5. Iniciativa
  6. Criatividade
  7. Disciplina
  8. Integridade e coerência.
  9. Flexibilidade
  10. Autoconfiança e autoconhecimento
  11. Intuição
  12. Capacidade crítica
  13. Compreensão
  14. Competitividade
  15. Visão no cliente
  16. Compreensão interpessoal e empatia.
  17. Capacidade de liderança
  18. Persuasão
  19. Relacionamentos/Pessoas
  20. Coaching
  21. Trabalho em equipe
  22. Visão do negócio
  23. Autocontrole das emoções
  24. Comunicação e negociação
  25. Agilidade para tomar decisões
  26. Aprendizado e desenvolvimento pessoal

Não são habilidades:

  1. Disponibilidade
  2. Comprometimento
  3. Pontualidade
  4. Honestidade
  5. Caráter

Não deixem de consultar outros posts que abordam o assunto:

http://certificacaoiso.com.br/plano-de-cargos-salarios-e-uma-exigencia-da-iso-9001/

http://certificacaoiso.com.br/como-investir-certo-nos-treinamentos-necessarios-a-adequacao-para-iso9001/

Boa sorte nessa jornada.

Aline Tonon

Equipe ISO On line.

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Passivos Ambientais

Em Junho de 2011, o Departamento de Meio Ambiente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), preocupado com as questões ambientais publicou um documento com “Informações Básicas sobre Áreas Contaminadas” disponível em http://www.fiesp.com.br/arquivos/2011/publicacao/Cartilha-DMA.pdf.

O documento destina-se a gerentes e técnicos que buscam informações sobre o gerenciamento das áreas contaminadas e a prevenção de novos passivos ambientais. Dentre outros tópicos o documento alerta para as sérias consequências financeiras que uma área contaminada pode acarretar à empresa. Na Alemanha os custos relacionados ao problema somam US$ 50 bilhões. Na União Europeia foram identificadas cerca de 300 mil áreas contaminadas, sendo cerca de 100 mil somente na Holanda. No estado de São Paulo, em 2010 forem catalogadas cerca de 3.675 áreas contaminadas, que podem ser acessadas em http://www.cetesb.sp.gov.br/areas-contaminadas/relacoes-de-areas-contaminadas/15-publicacoes.

A preocupação com contaminação ambiental deve estar presente antes mesmo do inicio de operação de sua empresa/indústria, ainda na fase de aquisição do terreno, imóveis e privatizações. É recomendável que se faça uma investigação ambiental, a fim de verificar a existência de passivos ambientais antes de adquirir novos “sites” para sua empresa, pois a responsabilidade e a obrigação da restauração ambiental precaem sob os novos proprietários, que devem arcar com os custos de Avaliação Preliminar, Investigação Confirmatória, Investigação Detalhada, Monitoramento, Reabilitação, Remediação, conforme o caso.

Conforme já foi abordado anteriormente neste blog, (Passivo Ambiental – http://certificacaoiso.com.br/passivo-ambiental/) a existência de um passivo ambiental interfere diretamente na certificação da ISO 14001, portanto fique atento.

Boa sorte nessa jornada.

Aline Tonon

Equipe ISO Online.

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O Feedback na avaliação de competência

A avaliação de competência é uma ferramenta que tem como objetivo mensurar e planejar as  necessidades de treinamentos dos colaboradores dentro da organização, porém é comum se deparar com empresas que utilizam esta ferramenta sem dar um Feedback para o avaliado.

Documentar a avaliação e elaborar o Cronograma de Treinamento Anual são etapas importantes, mas dificilmente os lideres informam os avaliados quanto aos resultados obtidos, o Feedback geralmente é visto como crítica, é natural que as pessoas sintam receio de aplicar, mas essa visão pode mudar se entendermos melhor os resultados obtidos.

 

Feedback significa dar retorno e tem capacidade de dar e receber opiniões, críticas e sugestões com intuito de auxiliar o desenvolvimento profissional de cada colaborador, independente do cargo ou função que ocupa. Não é possível atingir a excelência nos resultados da Avaliação de Competência se não habituar-se a essa avaliação seguida de um bom Feedback, o trato com pessoas nem sempre é fácil, mas de extrema importância, pois é através de uma equipe de pessoas com bom relacionamento que as organizações conseguem chegar ao sucesso.

 

Um bom Feedback tendo como princípio o foco nos resultados, torna-se uma oportunidade de resolver problemas internos. Dentro do processo de Feedback o avaliador deve informar ao receptor a sua importância na organização, seus  pontos corretivos e os pontos positivos, bem como dar continuidade ao processo, a maioria dos gestores faz uma sessão de Feedback e dá o assunto por encerrado, o conceito de melhoria continua deve ser aplicado para realmente obter o resultado esperado,  consequentemente o crescimento profissional e o sucesso da organização.

 

Bom trabalho e boa Sorte!

Cristiane Gonçalves
Equipe ISO Online

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Normas técnicas, cumprir ou não?

Uma norma técnica é um documento, normalmente produzido por um órgão oficialmente acreditado para tal, que estabelece regras, diretrizes, ou características acerca de um material, bem como as informações básicas para o consumidor do produto, processo ou serviço.

Elas podem estabelecer requisitos de qualidade, de desempenho, de segurança (seja no fornecimento de algo, no seu uso ou mesmo na sua destinação final), mas também podem estabelecer procedimentos, padronizar formas, dimensões, tipos, usos, fixar classificações ou terminologias e glossários, definir a maneira de medir ou determinar as características, como os métodos de ensaio.

As normas técnicas tem uma função orientadora, porém não apenas voltada para a qualidade mas são um instrumento de desenvolvimento.

A sua utilização traz diversos benefícios: elimina a variedade desnecessária, reduz custos operacionais, favorece a segurança, protege a saúde e o meio ambiente, permite a intercambialidade e incrementa a produtividade, mantendo a qualidade.

O cumprimento das normas técnicas é obrigatório para quem deseja entrar no mundo globalizado, o não cumprimento pode inviabilizar a exportação de produtos/serviços.

Embora não sejam leis, as normas técnicas tem força obrigatória, a não observância das normas técnicas assume de imediato um risco. Assumir um risco significa que se está consciente de um resultado lesivo. O descumprimento da norma implica em: sanção; punição; perda; gravame. Podendo trazer consequências desde indenização até processo de homicídio culposo ou doloso.

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O que é mais importante, Liderar ou Gerenciar?

Como todos já sabem, existem grandes diferenças entre liderar e gerenciar.

A diferença mais marcante entre um líder e um gerente é o comportamento. O gerente precisa ter autoridade, foca no controle e o líder inspira poder e confiança naturalmente. Um líder prioriza pessoas. O gerente prioriza sistemas e estruturas.

Segundo Peter Drucker e Warren Bennis, “gerenciar é fazer as coisas do jeito certo; liderar é fazer as coisas certas”.

Para uma empresa os atributos de um líder devem ser completados com os atributos de um gerente. Como nem sempre é possível que um gerente seja um líder, é indispensável que exista um equilíbrio entre as duas teorias, pois uma boa liderança sem uma gestão gera ilusões e o contrário pode gerar ações com baixa eficácia, muito esforço na direção errada. Pois a sobrevivência de uma empresa não depende de quanto esforço esta sendo feito e sim se este esforço esta sendo feito na direção correta.

Portanto podemos concluir que uma empresa precisa garantir o equilíbrio entre liderança e gerencia para obter resultados eficazes.

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“Deixe de depender da inspeção para atingir a qualidade”

Hoje falaremos de mais um dos famosos 14 princípios de Deming, este se refere à questão da inspeção da qualidade: “Deixe de depender da inspeção para atingir a qualidade. Elimine a necessidade de inspeção em massa, introduzindo a qualidade no produto desde seu primeiro estágio”.

Atualmente, após décadas da introdução dos conceitos da qualidade total, tal princípio já não se mostra tão impactante, mas imaginem a introdução desta ideia nos anos 50, onde qualidade era sinônimo de criar um grupo de inspetores para garantir que nenhum produto não conforme passasse para o cliente. Certamente foi uma forte mudança de paradigma.

A ideia de garantir a qualidade em cada etapa do processo, isto é, cada processo garante que nenhuma não conformidade passará para o próximo processo, é muito atraente para empresas que são focadas não só no curto, mas também no médio e longo prazo. Isso porque é muito mais rentável garantir a qualidade de cada processo do que pagar os altos preços de refugos/retrabalhos e do exército de inspetores. Fora os benefícios indiretos de confiabilidade do processo.

Nessa direção surgiu o conceito conhecido como Poka Yoke – desenvolvido pelo Sistema Toyota de Produção – que consiste em dispositivos a prova de erro. Pode parecer muito complicado, porém soluções simples podem garantir que o erro não passe para o próximo processo. Exemplos como, ventilador no fim de processos de embalagem para soprar para fora do sistema caixas vazias, carros com cambio automático que só dão partida quando o câmbio está na posição certa, conectores elétricos que só encaixam na posição correta, marcadores e sensores de reconhecimento que garantem que o processo seguinte só será iniciado se a marcação de confirmação do processo anterior for reconhecida, etc. demonstram como ideias simples (e algumas vezes baratas) podem garantir que os processos não gerem problemas no produto final.

Vale a dica de usar a criatividade para garantir que cada processo só passe para frente peças com qualidade assegurada!

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Ciclo PDCA – ISO 9001

Hoje abordaremos um dos tópicos mais comentados nas rodas de assunto sobre qualidade: o Ciclo PDCA. Tal conceito foi utilizado com grande êxito no Japão no pós-guerra. Junto com outras ferramentas, o PDCA foi um dos fundamentos trazido por Deming para impulsionar a reestruturação econômica Japonesa.

Como todos já sabem, a abreviatura PDCA se refere à: Plan, Do, Check, Act. Palavras simples para se traduzir do inglês para o português, porém, em muitos casos, o conceito por traz de cada uma delas não é completamente entendido por todas as organizações. Considerando os diversos projetos que já tive a oportunidade de acompanhar, fica claro que os conceitos do Plan e do Do, que consistem em levantar o estado atual, planejar o estado futuro, criar uma lista de ações e executá-las, já é amplamente utilizado. Mas após realização das ações, para que servem então o Check e o Act?

A idéia do Check e Act surge da seguinte consideração: A partir do momento que se realiza um projeto de melhoria em determinado processo, os padrões de como se trabalhar foram alterados. Ao iniciar os trabalhos com este novo padrão, a estabilidade do processo não será a mesma em comparação com o padrão antigo, o qual já era conhecido e dominado pelo time. Desta forma, após implementar o novo padrão, é necessário definir os limites de estabilidade aceitáveis para o processo e acompanhar de perto seu comportamento (“Check”). E a cada momento que os limites estabelecidos sejam ultrapassados é necessário definir uma nova ação para que a causa desta instabilidade seja eliminada (“Act”).

Um erro grave de conceito é acreditar que o projeto termina e que a melhoria foi concretizada após o fechamento de todas as ações do “Do”. Na verdade a melhoria do processo só pode ser garantida após a confirmação da estabilidade do processo com base nos novos padrões. Essa é exatamente a idéia intrínseca do “Check” & “Act”.

 

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Novos conceitos para a nova versão da ISO 9001

O conceito de uma gestão voltada para a qualidade mudou muito ao longo dos anos. Para comprovar essa tendência, basta comparar a primeira versão da norma ISO 9001 lançada em 1987 com a última publicada em 2008.

Cada vez mais existe a preocupação em obter uma visão geral da empresa ao invés de focar em alguns fragmentos de atividades dispersas controladas por um procedimento e, ao analisar o artigo* que foi publicado em março na “Quality Progress“ que cita quais os conceitos que podem ser inseridos na nova versão da ISO 9001 que deve ser lançada em 2015, temos a certeza que se hoje em grande parte dos segmentos a implementação dessa norma é opcional, com o tempo ela será obrigatória.

Isso porque conceitos empresariais que até hoje não eram discutidos, agora estão no centro de debates importantes, como por exemplo a utilização dos recursos financeiros pela organização, gestão dos riscos, gestão do conhecimento e outros indicados na tabela abaixo:

Isso demonstra que o ambiente empresarial vai ficar cada vez mais profissional e a empresa que não estiver preparada para trilhar esse caminho não conseguirá se manter no mercado de forma saudável.

Essa mudança na norma está prevista apenas para 2015, mas podemos nos antecipar e preparar a nossa organização para esse breve futuro.Vamos aproveitar o final do ano para programar 2012 para a mudança em nosso comportamento empresarial, buscando a melhoria da nossa empresa e do mercado.

Mãos à obra!

*http://asq.org/quality-progress/2011/03/standards-outlook/revisionist-history.html

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Ser Sustentável

Uma das definições mais usadas para o desenvolvimento sustentável é que ele seja capaz de suprir as necessidades atuais da população, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. Ou seja, a idéia é crescer sem destruir o ambiente e esgotar os recursos naturais.

A sustentabilidade é representada pelo tripé (triple bottom line) que estão contidos os aspectos econômicos, ambientais e sociais que devem interagir de forma global para satisfazer o conceito.

Não levar em conta o aspecto ambiental pode trazer malefícios para os empresários, para os governantes e para a sociedade: sem matéria prima, sem consumidor e o planeta Terra destruído.

Além desses três aspectos existem outros dois mais subjetivos. São as questões políticas e culturais. Eles são importantes para qualquer análise do tripé já que leva em conta a premissa de que tudo está interligado.

O aspecto político tem a ver com a coerência entre o que é esperado do desenvolvimento sustentável e a prática adotada através das politicas das empresas e da sociedade.

Os aspectos culturais são essenciais no relacionamento empresa x empregados x comunidades, onde é necessário conhecer as limitações e vantagens culturais da sociedade que participa da organização. A cultura de determinado local pode ser útil para entender melhor a dinâmica da biodiversidade local.

O primeiro passo para uma organização contribuir para o desenvolvimento sustentável é implementar um sistema de gestão ambiental pois ele leva em conta os aspectos ambientais e os sociais relativos ao meio ambiente, além de trazer benefícios para a empresa.

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As tendências do ambiente empresarial na era digital

A era digital está nos obrigando a entrar na era do marketing eficiente”. Essa é uma frase extraída de um artigo de Philip Kotler (considerado a maior autoridade mundial em marketing da atualidade) que me chamou muito a atenção pela riqueza de detalhes que existe nessa afirmação.

Essa citação me levou a refletir sobre alguns aspectos da nossa atividade gerencial e em especial sobre o ambiente empresarial, uma vez que a tecnologia que nos bombardeia diariamente com milhares de dados a serem processados mudou a nossa forma de interação com o meio.

Hoje podemos ter acesso a qualquer tipo de informação em qualquer hora do dia, tornando os consumidores mais conscientes sobre o que esperam de produtos ou serviços oferecidos. Antes de fazer uma compra (principalmente aquelas com alto valor agregado), pesquisam detalhes sobre os atributos e as vantagens que irão receber, comparam preços, analisam atendimento e avaliam a qualidade com propriedade. A escolha final é realizada com prudência e a compra por impulso perde espaço nesse novo ambiente digital.

Então, diante desse novo consumidor é necessário criar uma nova empresa que seja capaz de encantar esse cliente ávido por novidades e benefícios. E detalhe: isso deve ser diário! As empresas deverão se reinventar constantemente para não perderem sua fatia no mercado.

Esse novo paradigma de comportamento empresarial nos faz pensar que mais do que agregar vantagens competitivas, temos que encontrar uma eficiência competitiva, ou seja, temos que entender com clareza a relação entre os resultados encontrados e os esforços empregados em todos os processos da empresa. É necessário realizar uma análise detalhada sobre a performance da organização e monitorar as tendências ao longo do tempo.

Esse entendimento fará com que sua empresa elimine o desnecessário e concentre seus esforços em aumentar a capacidade produtiva da empresa, com custos menores e maior eficácia. Tudo isso sem esquecer de atender aos requisitos estabelecidos pelo cliente, sejam estes declarados ou não e esteja apta a atender a esse novo consumidor.

Bom Trabalho!

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