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Novas mudanças no Programa Minha Casa Minha Vida trazem novas oportunidades para o setor de Construção Civil.

No dia 06 de fevereiro, o Ministérios das Cidades anunciou que o Governo Federal injetará mais dinheiro no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). O objetivo é contratar 610 mil unidades habitacionais para 2017, com isso serão acrescidos mais R$ 8,5 bilhões no orçamento já existente para subsídios e financiamentos.

Este investimento promete aquecer o setor de construção civil nos próximos meses, trazendo novas oportunidades de negócios para os empresários deste segmento.

As mudanças beneficiarão muitas pessoas desejosas em conquistar o seu primeiro imóvel.

O que mudou no MCMV?                                             

Entre as alterações mais importantes, para os que pretendem adquirir uma casa ou apartamento por meio do MCMV, englobam os seguintes requisitos: renda máxima, taxa de juros, valores dos subsídios e os tetos dos valores para o financiamento dos imóveis.

A tabela a seguir é um resumo com as principais alterações do MCMV.

Faixas Renda máxima Taxa de Juros Valores dos Subsídios
Faixa 1 Até R$ 1.800,00 5% a.a Não possui subsídios
Faixa 1,5 R$ 1.800,00 – R$ 2.600,00 5% a.a Até R$ 47.500,00
Faixa 2 R$ 2.600,00 – R$ 4.000,00 Entre 5,5% e 7% a.a Até R$ 29.000,00
Faixa 3 R$ 4.000,00 – R$ 9.000,00 Entre 8,6% e 9,16% a.a Não possui subsídios

 

Outro ponto de destaque, foram as mudanças nos tetos dos valores dos imóveis para utilização do financiamento. Por exemplo, nas capitas do Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro, o valor que era de R$ 225.000,00 passou para R$ 240.000,00. Nas capitais do Norte e Nordeste, o teto de R$ 170.000,00 subiu para R$ 180.000,00.

Com as novas alterações, o MCMV abrangerá uma quantidade maior de pessoas. Anteriormente, o programa não abrangia as famílias que tinham a renda familiar entre R$ 6.500,00 e R$ 9.000,00. Logo, os proprietários de empresas de construção poderão mirar um novo público alvo e, com isso desenvolver novos tipos de produtos.

O que não mudou?

A exigência do PBQP-H, GERIC e as outras documentações obrigatórias continuam sendo aplicáveis para a sua organização.

Nós, da Templum Consultoria Ilimitada, somos especialistas no PBQP-H.

O PBQP-H.

Para as incorporadoras aproveitarem esta grande oportunidade que o MCMV está proporcionando, elas devem estar em dia com o seu certificado do PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat).

O PBQP-H é um programa organizado pelo Governo Federal, que tem como meta estruturar o setor da construção civil em torno da melhoria da qualidade do habitat e a modernização produtiva. Tudo isto ocorre devido a qualificação das construtoras, mão de obra, entre outros agentes.

A adesão ao PBQP-H é um dos requisitos exigidos pelas instituições financeiras (exemplos: Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil) para conseguir usufruir das vantagens do programa Minha Casa Minha Vida. Além do benefício de estar em concordância com uma das exigência dos bancos, o empresário estará implementando um programa, no qual dará subsídios para melhorar a gestão de todo seu negócio.

Como conseguir o PBQP-H?

A Templum Consultoria Ilimitada já ajudou centenas de empresas a conquistar o PBQP-H.

Veja o caso da Carvalho Forte, uma das parcerias de sucesso da Templum Consultoria:

Se você deseja mais esclarecimentos e informações sobre o PBQP-H, acesse o link: Como conseguir o PBQP-H?

Caso tenha mais alguma dúvida sobre o Programa, nos envie uma mensagem no campo de comentários que teremos o prazer em ajudar.

Não perca a oportunidade de aproveitar todas as mudanças no Programa Minha Casa Minha Vida. Com certeza, muitos brasileiros estão ansiosos para conquistar o sonho da casa própria.

A Norma de Desempenho e o PBQP-H

Em 19 de julho de 2013, entrou em vigor a norma ABNT NBR 15.575/2013 – Edificações habitacionais – Desempenho (ABNT, 2013), conhecida como Norma de Desempenho.

Desde então, as discussões sobre Desempenho de uma edificação trouxeram consigo a reflexão sobre termos como Vida Útil (VU), Vida Útil de Projeto (VUP), Manutenabilidade e Durabilidade, entre outros. Esses conceitos têm sido, aos poucos, incorporados ao dia-a-dia dos agentes envolvidos na construção civil (incorporadoras, construtoras, fabricantes de material, órgãos de financiamento, universidades, institutos de pesquisa, laboratórios, etc.), porém, na prática, o que se vê ainda é que as edificações estão engatinhando neste sentido.

A norma NBR 15575 foi redigida segundo modelos internacionais de normalização de desempenho. Logo, para cada necessidade do usuário e condição de exposição, aparece a sequência de Requisitos de Desempenho, Critérios de Desempenho e respectivos Métodos de Avaliação. O conjunto normativo compreende seis partes:

Parte 1: Requisitos gerais;

Parte 2: Requisitos para os sistemas estruturais;

Parte 3: Requisitos para os sistemas de pisos;

Parte 4: Requisitos para os sistemas de vedações verticais internas e externas;

Parte 5: Requisitos para os sistemas de coberturas; e

Parte 6: Requisitos para os sistemas hidrossanitários.

Qual o objetivo da Norma de Desempenho?

A Intenção da Norma de Desempenho é melhorar a qualidade dos sistemas habitacionais, principalmente nas edificações para população de baixa renda, que são as pessoas que mais sofrem com a briga pelo menor preço criada nas licitações.

Sendo assim, desde a data de vigência da norma, as edificações precisam atender às exigências prescritas. Entretanto, essa mudança tem sido lenta e gradual e, por conta da falta de braço para fiscalização, as edificações deixam de ser auditadas, o que abre margem para que algumas empresas deixem de cumprir tais exigências, mesmo afirmando que estas são cumpridas.

Para auxiliar na implementação e aumentar a qualidade dos sistemas construtivos, um dos mecanismos do Governo Federal, será a revisão e adequação do PBQP-H à NBR 15.575. O PBQP-H é um programa instituído pelo Ministério das Cidades, que visa padronizar a construção civil, implementando um Sistema de Gestão da Qualidade, baseado, até agora, na ISO 9001:2008.

Com a solidificação da Norma de Desempenho e com a revisão da ISO 9001, para a versão 2015, o PBQP-H passará também por uma revisão, de forma a adequar-se aos novos requisitos da ISO e atender aos requisitos da NBR 15.575. Essa revisão está prevista para o primeiro semestre de 2017.

Provavelmente a nova versão do PBQP-H virá com obrigações baseadas na Norma de Desempenho, sendo certificadas apenas as empresas que cumpres os requisitos da Norma.  O Programa passa então a ser uma ferramenta de fiscalização e incentivo para a real implementação e atendimento à Norma, uma vez que a maioria dos processos licitatórios exigem das construtoras a certificação do PBQP-H.

Portanto, para quem tem interesse na certificação no PBQP-H, já pode ir se adequando à NBR 15.575, pois será, junto com a ISO 9001:2015, a espinha dorsal da nova versão do Programa.

PBQP-H: Obrigatoriedade do Livro de Inspeção do Trabalho

Inúmeras vezes atuando como consultora na implementação, principalmente no PBQP-H (Programa Brasileira de Qualidade e Produtividade no Habitat), fui questionada sobre a necessidade e obrigatoriedade da existência do Livro de Inspeção do Trabalho em obras. Questionada por um conhecido e conversando com um professor muito bom senti-me a vontade para escrever.

Livro de inspeção do Trabalho

O livro de inspeção do trabalho apoia e registra a situação encontrada no momento da auditoria do fiscal do trabalho (não conformidades, determinação de prazos entre outros).

As fiscalizações ocorrem aleatoriamente e sem periodicidade determinada. Elas seguem as vertentes e indicadores sob o aspecto de informação de demanda ou tendências, nas quais podem ser: regularidade de ocorrência, abertura de CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho), denúncia, ação trabalhista, crise econômica, terceirizações de mão de obra, regionalismo e entre outros. Estes indicadores devem ser sempre observados, coletados e analisados pelas regionais de trabalho.

Diante disso, surge a pergunta: “Sou obrigado a ter este livro em minhas obras ou na minha empresa?”.

Conforme Lei Complementar nº 123, de 14 de Dezembro de 2006 fica determinado que empresas de pequeno porte ou microempresa estão desobrigadas a terem o livro “Inspeção do Trabalho”.

Esta classificação de Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte se dá conforme receita bruta anual da empresa. Por isso, consulte o seu contador!

Pequenas empresas normalmente sofrem fiscalização, contudo há pesos e medidas diferentes e nunca serão autuadas por não terem o livro.

O papel do fiscal ao auditar uma empresa pequena, antes de qualquer coisa, é orientar, esclarecer e, quando houver irregularidades, conceder prazos. Estas informações estão contida na notificação entregue a empresa. Não sendo cumprido, o plano segue como qualquer outra organização e a mesma recebe o laudo de infração que discrimina o porquê da autuação.

Reitero que as médias e grandes empresas tem a obrigação de possuir o livro. Além disso, elas podem ser autuadas pela ausência do mesmo e outras irregularidades encontradas pelo fiscal.

PBQP-H: O que são serviços controlados?

Conversando com um dos nossos consultores especialistas em PBQP-H, ele destacou que uma das principais confusões na implementação do Programa são os processos exigidos nos serviços controlados.

O SiAC através do PBQP-H estabelece uma lista de 25 serviços controlados em uma obra de construção civil. Estes devem possuir procedimentos a serem cumpridos no momento da sua execução, além de obrigatoriamente serem registrados e inspecionados.

Este assunto é muito importante!

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Quando o objetivo é implementar o PBQP-H no nível de adesão A, 100% dos itens normativos do programa são exigidos. Com isso, a lista dos 25 serviços controlados devem ser observados cuidadosamente.

O nosso consultor, José Rafael Alvim acrescenta:

“Os serviços controlados não necessariamente limitam-se à lista presente no Manual do PBQP-H. Sempre que a empresa identificar um serviço crítico ao andamento da obra, logo o mesmo também deve ser considerado um serviço controlado, ainda que não esteja na relação do SiAC.”

Em outras palavras, no caso de acrescentar novos serviços, além dos apresentados na lista, os mesmos devem ser devidamente registrados e inspecionados.

Esta sistemática auxilia na manutenção da qualidade de cada parte de uma construção. Sua aplicação ajuda os gestores e executores de um empreendimento a reduzirem os erros comuns causados nos serviços fundamentais em uma obra.  

Quais são os serviços da lista de serviços controlados?

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Para atender este requisito exigido no PBQP-H, a norma caracteriza a necessidade de criar dois procedimentos. A execução dos serviços e a inspeção documentada dos serviços.

O que é um procedimento de execução dos serviços?

Ao executar qualquer atividade contido na lista de serviços controlados, obrigatoriamente os processos e etapas devem apresentar uma documentação explicando detalhadamente como será a forma de execução.

Exemplificando, imagine a “colocação de uma janela”. Entre os itens a serem descritos, seriam: a forma de como fixar a janela; a forma de como furar as paredes; a forma de como montar a estrutura do local onde será colocado a janela; a instalação de verga e contra-verga e entre outros.

Basicamente, este procedimento é um precedente fundamental para se iniciar qualquer tipo de serviço contido na lista.

O que é um procedimento de inspeção de serviços?

Enquanto o procedimento de execução dos serviços é elaborado antes da realização de qualquer atividade da lista, a inspeção ocorre após o término das mesmas.

O objetivo central desta etapa é conferir a qualidade do que foi realizado.

Para executar esta parte do processo é importante definir o “método de verificação”, ou seja a forma como será avaliado a qualidade do que foi feito.

Pensando no mesmo exemplo da “colocação de uma janela”, imagine que um dos itens estabelecidos para inspeção seja “o ajuste final após colocação dos vidros”. Um método de verificação recomendável seria conferir os aspectos físicos, nos quais podem ser observados visualmente.

Em casos de problemas encontrados nos serviços controlados, estabeleça propostas de soluções, nas quais melhor se adequem à realidade da sua obra.

Seja minucioso!

Descreva com exatidão os detalhes dos serviços controlados, desde a colocação de um simples parafuso. Com certeza isto facilitará o andamento da sua construção e a orientação dos executores dos serviços.

Nós, da Templum Consultoria Ilimitada, entendemos a necessidade da padronização de todo tipo de atividade para se alcançar o tão famoso “padrão de qualidade”.

Estamos disponibilizando para download dois exemplos práticos de procedimento de execução e inspeção dos serviços.

Mais alguma dúvida? Nós estamos aqui para respondê-las.

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Quanto realmente custa implementar a certificação PBQP-H e por que vale a pena

Quando falamos em certificação ISO (International Organization Standardization) ou a própria implementação da certificação PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat), muitos empresários se perguntam quanto realmente precisarão investir e quanto trabalho deverão empenhar no processo. Antes mesmo de buscar as informações a respeito, desistem ou deixam para outro momento por considerarem custoso e de difícil acesso.

O mais incrível é que podem se surpreender ao descobrir as facilidades que encontram para a implementação dessas certificações e as oportunidades que estão deixando de aproveitar para profissionalizar a empresa. Para acabar com esse preconceito e sanar de vez quaisquer dúvidas, elaboramos esse post para te mostrar o quanto pode ser barato e fácil implementar a certificação PBQP-H. Vem descobrir!

1. Apoio de uma consultoria especializada

Para começo de conversa, qualquer valor empregado na melhoria da qualidade da produção não é um custo, mas um investimento que deve gerar resultados no curto ou médio prazo. Nesse sentido, a certificação PBQP-H poderá ser obtida mediante uma consultoria especializada que dará total apoio durante o processo de implementação de um sistema de gestão que irá resultar na certificação.

O custo de uma consultoria tradicional pode ser alto e talvez uma modalidade online possa ser a solução ideal para resolver esse problema. O importante é ficar atento a credibilidade que a empresa de consultoria online possui no mercado para não transformar o investimento em um custo ainda maior.

2. Qualificação e treinamento da equipe de trabalho

A certificação PBQP-H trata de normas aplicadas para aumentar o padrão da qualidade e, enquanto estiver sendo implementada, o maior custo talvez seja o esforço colaborativo que os funcionários deverão empregar para aderirem às mudanças em suas ações para comportamentos padrões. Nesse caso, a escolha de um agente de mudanças como RD (Representante da Direção) com um forte perfil de liderança poderá transferir todo o conhecimento técnico recebido da consultoria aos funcionários e motivar a mudança.

A capacitação e treinamento da equipe de força de trabalho poderão ser obtidos ao mesmo tempo em que acontece a implementação da certificação PBQP-H economizando tempo e recursos. Depois dessa etapa, o investimento em treinamento pode ser necessário apenas para a melhor adequação dos funcionários aos novos padrões que deverão respeitar, mas o custo é baixo e o tempo de aplicação deve ser curto.

3. Adequação da infraestrutura

Uma das normas estabelecidas para se obter a certificação PBQP-H é seguir a forma ideal para o melhor armazenamento e utilização dos materiais. Como a certificação é apenas uma diretriz, ela diz o que deve ser feito e monitorado, mas o método que será utilizado na prática fica por conta da estratégia desenvolvida pela construtora.

Nesse caso, a infraestrutura necessária para receber e armazenar os materiais deve configurar um investimento para a sua melhor adequação, mas vai depender do porte da obra e se o armazenamento é efetuado pelo próprio fornecedor.

4. Medição do padrão de qualidade obtido

Como a implementação da certificação PBQP-H é feita já com uma obra em andamento, o processo acontece de forma rápida e já no primeiro empreendimento em andamento. Quando a construtora partir para o início da segunda obra, a certificação obtida já poderá trazer resultados melhores e garantir o aumento da qualidade nos serviços, redução de custos e maior lucratividade.

Mas antes de obter a certificação, o padrão de qualidade deve ser medido em uma auditoria interna (realizada pela própria consultoria) para se avaliar os resultados obtidos na melhoria dos processos de produção como a eliminação do desperdício de materiais utilizados na obra, funcionários mais preparados para o trabalho e a redução dos riscos de acidentes de trabalho.

5. Por que vale a pena obter a certificação PBQP-H

A certificação PBQP-H gera uma vantagem competitiva importante para garantir o fechamento das vendas de imóveis. A construtora pode usá-la como um diferencial frente à concorrência, uma vez que as agências financeiras como o banco da Caixa Econômica Federal, por exemplo, só liberam o crédito para o financiamento de imóveis que possuem a certificação.

Todo o investimento realizado para a implementação da certificação PBQP-H retorna na medida e no tempo em que foi dedicado para obtê-la. Isso significa que quanto melhor forem implantadas as operações do sistema de gestão, melhores serão os resultados obtidos com os processos de produção.

Gostou da novidade! Compartilhe a sua opinião e experiências com a gente!

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Tudo que o construtor precisa saber sobre a certificação PBQP-H

A baixa qualidade registrada na construção civil brasileiro tem sido um gargalo na produção e gerado desconfianças tanto para os compradores quanto para os bancos financiadores. Esses fatores contribuem para a baixa valorização dos imóveis e redução das negociações efetivadas. Para ajudar a resolver esses problemas, o governo federal criou a certificação PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat) para colocar a produção numa linha que segue os padrões internacionais de produtividade e qualidade.

E para você ficar por dentro do assunto, criamos esse post para deixá-lo a par de tudo o que o construtor precisa saber sobre o PBQP-H. Vem conhecer!

1. A certificação PBQP-H deve agregar valorização ao setor de construção civil

Com a certificação PBQP-H, o setor deve atuar sobre uma metodologia que promove maior organização, produção em maior escala, aumento da qualidade e valorização das construções. A modernização dos padrões de atuação do setor deve agregar maior competitividade no mercado e contribuir para aumentar a confiança dos consumidores e também das agências financiadoras na hora da liberação do crédito.

O banco da Caixa Econômica Federal, por exemplo, já exige a certificação PBQP-H para liberar um financiamento ao comprador. Ela funciona como uma garantia a mais para a agência financeira.

2. A certificação PBQP-H facilita a obtenção da ISO 9001

Tendo como base a ISO 9001, a certificação PBQP-H favorece o reconhecimento internacional de qualidade e leva a construtora a um patamar mais elevado de confiabilidade no mercado de construção civil do país. Ao obter o PBQP-H, a empresa pode também obter a certificação ISO 9001. A facilidade se deve ao fato de que os requisitos normativos pertencentes a ISO 9001 também compõem o PBQP-H.

Ao contrário do que muitos empresários imaginam, essas certificações não são nada burocráticas para se obterem, não influenciam a rotina da empresa e não há qualquer necessidade de se realizar novas contratações para isso. O que as normas sugerem são apenas o que deve ser feito e monitorado enquanto a forma como será feita ficará a cargo da empresa e pode ser facilmente adaptável conforme as estratégias que o empresário considerar mais adequadas.

3. O melhor momento para se obter a certificação PBQP-H

As empresas que não tiverem o PBQP-H poderão perder a competitividade no mercado e correrão sérios riscos de desaparecerem. Dessa forma, o momento certo para se obter a certificação é agora, já que poucas empresas ainda o possuem e isso será uma grande vantagem competitiva para a construtora. Outro fato importante é que, quanto menor for a empresa, mais barato, mais rápido e mais fácil será a sua implementação. Assim, podemos considerar o seu desenvolvimento de forma sustentável e com uma base sólida.

4. Os benefícios proporcionados pela certificação PBQP-H

Uma construtora que possui a certificação PBQP-H pode se beneficiar de um canteiro de obras mais organizado, melhora do índice de aproveitamento dos materiais, redução dos riscos de acidentes e promover maior capacitação aos operários, visto que executarão as tarefas de acordo com os padrões preestabelecidos. A consequência será as obras finalizadas dentro do prazo e com qualidade superior.

Gostou da notícia? Faça uma consultoria de PBQP-H conosco!

O que o construtor precisa saber sobre o PBQP-H

O Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H) é um programa criado pelo governo para organizar o setor de construção civil.

Além de modernizar a produção e melhorar a qualidade das construções, o governo espera tornar o setor mais competitivo, aumentando a confiança dos agentes financiadores e do consumidor final. É por isso que a Caixa e outras instituições financeiras exigem o PBQP-H para conceder crédito.

O PBQP-H é a ISO 9001 da construção civil
A ISO 9001 é a base do programa. A certificação é reconhecida internacionalmente pela sua aceitação de mercado e facilidade de implementação. A empresa que tem o PBQP-H pode também obter o certificado ISO 9001, visto que os requisitos normativos da ISO 9001 estão todos contemplados no PBQP-H.

Ao contrário do que muitos empresários pensam a ISO, e consequentemente o PBQP-H, não são burocráticos. Você pode continuar a trabalhar do seu jeito, sem a necessidade de novas contratações.

O PBQP-H se adapta a sua empresa, e não o contrário
A norma sugere apenas o que deve ser feito e monitorado. O ‘como’ fica a cargo da empresa e é facilmente adaptado a sua cultura. O PBQP-H é um sistema documentado e não um sistema de documentos.

A Templum fornece todos os modelos de formulários e procedimentos técnicos. Esses modelos são apenas um ponto de partida que pode ou não ser adotado pelo cliente. O auditor não avalia como você trabalha, apenas se o que você faz está documentado e atende as exigências do programa.

Qualquer empresa pode ter o PBQP-H, independente do tamanho
Na verdade, a melhor hora para se implementar o PBQP-H é quando a empresa é pequena. O processo fica mais ágil e barato. A empresa que incorpora a cultura da qualidade desde pequena, cresce de forma mais consistente e lucrativa. Lembre-se o objetivo de um sistema de gestão é melhorar seu desempenho e se beneficiar com a implementação.

O PBQP-H aumenta o lucro e garante a satisfação do cliente final
A empresa que implementa o PBQP-H tem um canteiro de obras mais organizado, desperdiça menos materiais, tem menos acidentes de trabalho e funcionários mais capacitados, que executam o trabalho de acordo a padrões pré estabelecidos. Consequentemente, temos obras finalizadas no prazo com mais qualidade. E isso é exatamente o que a Caixa quer em contrapartida ao crédito.

Agora que sabemos que a sua construtora só tem a ganhar, que tal falar sobre as formas de implementação do PBPQ-H e a preparação para o Geric.

Você já parou para pensar quanto custa a desorganização da sua obra?

Se sua obra não possui locais adequados para armazenagem de materiais, EPIs e ferramentas, você tem um sócio que faz uma retirada mensal do seu lucro: a desorganização.

  • Com que frequência você precisa repor EPIs e ferramentas perdidas?
  • Tem equipamentos parados por falta de mauntenção?
  • Quanto custa a reposição ou aluguel destes aparelhos?
  • Como você garante que seu fornecedor está entregando 5 metros cúbicos de areia e não 4? Multiplique esse metro perdido pelo número de entregas no decorrer da obra e você vai ver que essa conta está ficando cara.
  • Você ainda acha que investir na gestão da qualidade é caro?

Imagine uma obra de 2.000m2 que produz 0,6 m³ de resíduos por metro quadrado construído. Serão necessários 300 caçambas de 4 m3 de capacidade para remover esse entulho.

Na nossa experiência, com a implementação do PBQP-H, a construtora pode reduzir facilmente esse número para 0,4 m3 por m2 economizando a remoção de 100 caçambas de entulho.

Sem contar a economia do material em si, que é um pouco mais difícil de mensurar já o valor dos materiais usados no decorrer da obra varia.

Investir em qualidade é muito mais barato porque é duradouro. Pequenas estruturas, como baias para acomodação de agregados, construidas no início da obra economizam dinheiro e mantém o canterio organizado.

Os procedimentos de execução e inspeção de serviços fornecidos pela Templum melhoram o nível técnico dos operários, que serão empregados em obras futuras. Funcionários treinados se acidentam menos. Esses procedimentos podem ser facilmente implementados, sem interromper o andamento da obra.

Além disso, o PBQP-H fornece indicadores para medir a eficácia das mudanças realizadas.

A qualidade final sobe e os custos com retrabalho e acidentes diminuem.

Talvez o seu pior problema é acreditar que a gestão da qualidade é cara, que treinamento não é possível sem parar a obra, e que você precisa aumentar o número de funcionários. Isso tudo é lenda.

Sistemas de gestão, como o PBQP-H, tem como objetivo desenvolver e manter um portfólio de serviços que permitem às empresas melhorar seu desempenho e se beneficiar da implementação de um sistema de gestão da qualidade.

De novo, melhorar seu desempenho e se beneficiar com a implementação.

Você vai conseguir dormir sabendo disso? Passou da hora de investir em qualidade.

Agora que estamos conscientes do custo da desorganização é hora de falar mais detalhe sobre o PBQP-H.