PBQP-H: O que são serviços controlados?

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Conversando com um dos nossos consultores especialistas em PBQP-H, ele destacou que uma das principais confusões na implementação do Programa são os processos exigidos nos serviços controlados.

O SiAC através do PBQP-H estabelece uma lista de 25 serviços controlados em uma obra de construção civil. Estes devem possuir procedimentos a serem cumpridos no momento da sua execução, além de obrigatoriamente serem registrados e inspecionados.

Este assunto é muito importante!

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Quando o objetivo é implementar o PBQP-H no nível de adesão A, 100% dos itens normativos do programa são exigidos. Com isso, a lista dos 25 serviços controlados devem ser observados cuidadosamente.

O nosso consultor, José Rafael Alvim acrescenta:

“Os serviços controlados não necessariamente limitam-se à lista presente no Manual do PBQP-H. Sempre que a empresa identificar um serviço crítico ao andamento da obra, logo o mesmo também deve ser considerado um serviço controlado, ainda que não esteja na relação do SiAC.”

Em outras palavras, no caso de acrescentar novos serviços, além dos apresentados na lista, os mesmos devem ser devidamente registrados e inspecionados.

Esta sistemática auxilia na manutenção da qualidade de cada parte de uma construção. Sua aplicação ajuda os gestores e executores de um empreendimento a reduzirem os erros comuns causados nos serviços fundamentais em uma obra.  

Quais são os serviços da lista de serviços controlados?

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Para atender este requisito exigido no PBQP-H, a norma caracteriza a necessidade de criar dois procedimentos. A execução dos serviços e a inspeção documentada dos serviços.

O que é um procedimento de execução dos serviços?

Ao executar qualquer atividade contido na lista de serviços controlados, obrigatoriamente os processos e etapas devem apresentar uma documentação explicando detalhadamente como será a forma de execução.

Exemplificando, imagine a “colocação de uma janela”. Entre os itens a serem descritos, seriam: a forma de como fixar a janela; a forma de como furar as paredes; a forma de como montar a estrutura do local onde será colocado a janela; a instalação de verga e contra-verga e entre outros.

Basicamente, este procedimento é um precedente fundamental para se iniciar qualquer tipo de serviço contido na lista.

O que é um procedimento de inspeção de serviços?

Enquanto o procedimento de execução dos serviços é elaborado antes da realização de qualquer atividade da lista, a inspeção ocorre após o término das mesmas.

O objetivo central desta etapa é conferir a qualidade do que foi realizado.

Para executar esta parte do processo é importante definir o “método de verificação”, ou seja a forma como será avaliado a qualidade do que foi feito.

Pensando no mesmo exemplo da “colocação de uma janela”, imagine que um dos itens estabelecidos para inspeção seja “o ajuste final após colocação dos vidros”. Um método de verificação recomendável seria conferir os aspectos físicos, nos quais podem ser observados visualmente.

Em casos de problemas encontrados nos serviços controlados, estabeleça propostas de soluções, nas quais melhor se adequem à realidade da sua obra.

Seja minucioso!

Descreva com exatidão os detalhes dos serviços controlados, desde a colocação de um simples parafuso. Com certeza isto facilitará o andamento da sua construção e a orientação dos executores dos serviços.

Nós, da Templum Consultoria Ilimitada, entendemos a necessidade da padronização de todo tipo de atividade para se alcançar o tão famoso “padrão de qualidade”.

Estamos disponibilizando para download dois exemplos práticos de procedimento de execução e inspeção dos serviços.

Mais alguma dúvida? Nós estamos aqui para respondê-las.

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Quanto realmente custa implementar a certificação PBQP-H e por que vale a pena

Quanto custa o PBQP-H

Quando falamos em certificação ISO (International Organization Standardization) ou a própria implementação da certificação PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat), muitos empresários se perguntam quanto realmente precisarão investir e quanto trabalho deverão empenhar no processo. Antes mesmo de buscar as informações a respeito, desistem ou deixam para outro momento por considerarem custoso e de difícil acesso.

O mais incrível é que podem se surpreender ao descobrir as facilidades que encontram para a implementação dessas certificações e as oportunidades que estão deixando de aproveitar para profissionalizar a empresa. Para acabar com esse preconceito e sanar de vez quaisquer dúvidas, elaboramos esse post para te mostrar o quanto pode ser barato e fácil implementar a certificação PBQP-H. Vem descobrir!

1. Apoio de uma consultoria especializada

Para começo de conversa, qualquer valor empregado na melhoria da qualidade da produção não é um custo, mas um investimento que deve gerar resultados no curto ou médio prazo. Nesse sentido, a certificação PBQP-H poderá ser obtida mediante uma consultoria especializada que dará total apoio durante o processo de implementação de um sistema de gestão que irá resultar na certificação.

O custo de uma consultoria tradicional pode ser alto e talvez uma modalidade online possa ser a solução ideal para resolver esse problema. O importante é ficar atento a credibilidade que a empresa de consultoria online possui no mercado para não transformar o investimento em um custo ainda maior.

2. Qualificação e treinamento da equipe de trabalho

A certificação PBQP-H trata de normas aplicadas para aumentar o padrão da qualidade e, enquanto estiver sendo implementada, o maior custo talvez seja o esforço colaborativo que os funcionários deverão empregar para aderirem às mudanças em suas ações para comportamentos padrões. Nesse caso, a escolha de um agente de mudanças como RD (Representante da Direção) com um forte perfil de liderança poderá transferir todo o conhecimento técnico recebido da consultoria aos funcionários e motivar a mudança.

A capacitação e treinamento da equipe de força de trabalho poderão ser obtidos ao mesmo tempo em que acontece a implementação da certificação PBQP-H economizando tempo e recursos. Depois dessa etapa, o investimento em treinamento pode ser necessário apenas para a melhor adequação dos funcionários aos novos padrões que deverão respeitar, mas o custo é baixo e o tempo de aplicação deve ser curto.

3. Adequação da infraestrutura

Uma das normas estabelecidas para se obter a certificação PBQP-H é seguir a forma ideal para o melhor armazenamento e utilização dos materiais. Como a certificação é apenas uma diretriz, ela diz o que deve ser feito e monitorado, mas o método que será utilizado na prática fica por conta da estratégia desenvolvida pela construtora.

Nesse caso, a infraestrutura necessária para receber e armazenar os materiais deve configurar um investimento para a sua melhor adequação, mas vai depender do porte da obra e se o armazenamento é efetuado pelo próprio fornecedor.

4. Medição do padrão de qualidade obtido

Como a implementação da certificação PBQP-H é feita já com uma obra em andamento, o processo acontece de forma rápida e já no primeiro empreendimento em andamento. Quando a construtora partir para o início da segunda obra, a certificação obtida já poderá trazer resultados melhores e garantir o aumento da qualidade nos serviços, redução de custos e maior lucratividade.

Mas antes de obter a certificação, o padrão de qualidade deve ser medido em uma auditoria interna (realizada pela própria consultoria) para se avaliar os resultados obtidos na melhoria dos processos de produção como a eliminação do desperdício de materiais utilizados na obra, funcionários mais preparados para o trabalho e a redução dos riscos de acidentes de trabalho.

5. Por que vale a pena obter a certificação PBQP-H

A certificação PBQP-H gera uma vantagem competitiva importante para garantir o fechamento das vendas de imóveis. A construtora pode usá-la como um diferencial frente à concorrência, uma vez que as agências financeiras como o banco da Caixa Econômica Federal, por exemplo, só liberam o crédito para o financiamento de imóveis que possuem a certificação.

Todo o investimento realizado para a implementação da certificação PBQP-H retorna na medida e no tempo em que foi dedicado para obtê-la. Isso significa que quanto melhor forem implantadas as operações do sistema de gestão, melhores serão os resultados obtidos com os processos de produção.

Gostou da novidade! Compartilhe a sua opinião e experiências com a gente!

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Tudo que o construtor precisa saber sobre a certificação PBQP-H

A baixa qualidade registrada na construção civil brasileiro tem sido um gargalo na produção e gerado desconfianças tanto para os compradores quanto para os bancos financiadores. Esses fatores contribuem para a baixa valorização dos imóveis e redução das negociações efetivadas. Para ajudar a resolver esses problemas, o governo federal criou a certificação PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat) para colocar a produção numa linha que segue os padrões internacionais de produtividade e qualidade.

E para você ficar por dentro do assunto, criamos esse post para deixá-lo a par de tudo o que o construtor precisa saber sobre o PBQP-H. Vem conhecer!

1. A certificação PBQP-H deve agregar valorização ao setor de construção civil

Com a certificação PBQP-H, o setor deve atuar sobre uma metodologia que promove maior organização, produção em maior escala, aumento da qualidade e valorização das construções. A modernização dos padrões de atuação do setor deve agregar maior competitividade no mercado e contribuir para aumentar a confiança dos consumidores e também das agências financiadoras na hora da liberação do crédito.

O banco da Caixa Econômica Federal, por exemplo, já exige a certificação PBQP-H para liberar um financiamento ao comprador. Ela funciona como uma garantia a mais para a agência financeira.

2. A certificação PBQP-H facilita a obtenção da ISO 9001

Tendo como base a ISO 9001, a certificação PBQP-H favorece o reconhecimento internacional de qualidade e leva a construtora a um patamar mais elevado de confiabilidade no mercado de construção civil do país. Ao obter o PBQP-H, a empresa pode também obter a certificação ISO 9001. A facilidade se deve ao fato de que os requisitos normativos pertencentes a ISO 9001 também compõem o PBQP-H.

Ao contrário do que muitos empresários imaginam, essas certificações não são nada burocráticas para se obterem, não influenciam a rotina da empresa e não há qualquer necessidade de se realizar novas contratações para isso. O que as normas sugerem são apenas o que deve ser feito e monitorado enquanto a forma como será feita ficará a cargo da empresa e pode ser facilmente adaptável conforme as estratégias que o empresário considerar mais adequadas.

3. O melhor momento para se obter a certificação PBQP-H

As empresas que não tiverem o PBQP-H poderão perder a competitividade no mercado e correrão sérios riscos de desaparecerem. Dessa forma, o momento certo para se obter a certificação é agora, já que poucas empresas ainda o possuem e isso será uma grande vantagem competitiva para a construtora. Outro fato importante é que, quanto menor for a empresa, mais barato, mais rápido e mais fácil será a sua implementação. Assim, podemos considerar o seu desenvolvimento de forma sustentável e com uma base sólida.

4. Os benefícios proporcionados pela certificação PBQP-H

Uma construtora que possui a certificação PBQP-H pode se beneficiar de um canteiro de obras mais organizado, melhora do índice de aproveitamento dos materiais, redução dos riscos de acidentes e promover maior capacitação aos operários, visto que executarão as tarefas de acordo com os padrões preestabelecidos. A consequência será as obras finalizadas dentro do prazo e com qualidade superior.

Gostou da notícia? Faça uma consultoria de PBQP-H conosco!

O que o construtor precisa saber sobre o PBQP-H

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O Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H) é um programa criado pelo governo para organizar o setor de construção civil.

Além de modernizar a produção e melhorar a qualidade das construções, o governo espera tornar o setor mais competitivo, aumentando a confiança dos agentes financiadores e do consumidor final. É por isso que a Caixa e outras instituições financeiras exigem o PBQP-H para conceder crédito.

O PBQP-H é a ISO 9001 da construção civil
A ISO 9001 é a base do programa. A certificação é reconhecida internacionalmente pela sua aceitação de mercado e facilidade de implementação. A empresa que tem o PBQP-H pode também obter o certificado ISO 9001, visto que os requisitos normativos da ISO 9001 estão todos contemplados no PBQP-H.

Ao contrário do que muitos empresários pensam a ISO, e consequentemente o PBQP-H, não são burocráticos. Você pode continuar a trabalhar do seu jeito, sem a necessidade de novas contratações.

O PBQP-H se adapta a sua empresa, e não o contrário
A norma sugere apenas o que deve ser feito e monitorado. O ‘como’ fica a cargo da empresa e é facilmente adaptado a sua cultura. O PBQP-H é um sistema documentado e não um sistema de documentos.

A Templum fornece todos os modelos de formulários e procedimentos técnicos. Esses modelos são apenas um ponto de partida que pode ou não ser adotado pelo cliente. O auditor não avalia como você trabalha, apenas se o que você faz está documentado e atende as exigências do programa.

Qualquer empresa pode ter o PBQP-H, independente do tamanho
Na verdade, a melhor hora para se implementar o PBQP-H é quando a empresa é pequena. O processo fica mais ágil e barato. A empresa que incorpora a cultura da qualidade desde pequena, cresce de forma mais consistente e lucrativa. Lembre-se o objetivo de um sistema de gestão é melhorar seu desempenho e se beneficiar com a implementação.

O PBQP-H aumenta o lucro e garante a satisfação do cliente final
A empresa que implementa o PBQP-H tem um canteiro de obras mais organizado, desperdiça menos materiais, tem menos acidentes de trabalho e funcionários mais capacitados, que executam o trabalho de acordo a padrões pré estabelecidos. Consequentemente, temos obras finalizadas no prazo com mais qualidade. E isso é exatamente o que a Caixa quer em contrapartida ao crédito.

Agora que sabemos que a sua construtora só tem a ganhar, que tal falar sobre as formas de implementação do PBPQ-H e a preparação para o Geric.

Você já parou para pensar quanto custa a desorganização da sua obra?

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Se sua obra não possui locais adequados para armazenagem de materiais, EPIs e ferramentas, você tem um sócio que faz uma retirada mensal do seu lucro: a desorganização.

  • Com que frequência você precisa repor EPIs e ferramentas perdidas?
  • Tem equipamentos parados por falta de mauntenção?
  • Quanto custa a reposição ou aluguel destes aparelhos?
  • Como você garante que seu fornecedor está entregando 5 metros cúbicos de areia e não 4? Multiplique esse metro perdido pelo número de entregas no decorrer da obra e você vai ver que essa conta está ficando cara.
  • Você ainda acha que investir na gestão da qualidade é caro?

Imagine uma obra de 2.000m2 que produz 0,6 m³ de resíduos por metro quadrado construído. Serão necessários 300 caçambas de 4 m3 de capacidade para remover esse entulho.

Na nossa experiência, com a implementação do PBQP-H, a construtora pode reduzir facilmente esse número para 0,4 m3 por m2 economizando a remoção de 100 caçambas de entulho.

Sem contar a economia do material em si, que é um pouco mais difícil de mensurar já o valor dos materiais usados no decorrer da obra varia.

Investir em qualidade é muito mais barato porque é duradouro. Pequenas estruturas, como baias para acomodação de agregados, construidas no início da obra economizam dinheiro e mantém o canterio organizado.

Os procedimentos de execução e inspeção de serviços fornecidos pela Templum melhoram o nível técnico dos operários, que serão empregados em obras futuras. Funcionários treinados se acidentam menos. Esses procedimentos podem ser facilmente implementados, sem interromper o andamento da obra.

Além disso, o PBQP-H fornece indicadores para medir a eficácia das mudanças realizadas.

A qualidade final sobe e os custos com retrabalho e acidentes diminuem.

Talvez o seu pior problema é acreditar que a gestão da qualidade é cara, que treinamento não é possível sem parar a obra, e que você precisa aumentar o número de funcionários. Isso tudo é lenda.

Sistemas de gestão, como o PBQP-H, tem como objetivo desenvolver e manter um portfólio de serviços que permitem às empresas melhorar seu desempenho e se beneficiar da implementação de um sistema de gestão da qualidade.

De novo, melhorar seu desempenho e se beneficiar com a implementação.

Você vai conseguir dormir sabendo disso? Passou da hora de investir em qualidade.

Agora que estamos conscientes do custo da desorganização é hora de falar mais detalhe sobre o PBQP-H.

GERIC: processo de análise de risco da Caixa

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Se você está lendo este artigo, é provável que você precisa crédito para construir. Participando do Minha Casa Minha Vida ou não você vai precisar do GERIC.

O GERIC é o processo de análise de crédito da Caixa, que é a principal instituição financeira do programa Minha Casa Minha Vida. Como a Caixa foi a primeira instituição a conceder crédito para construção, ela sabe onde e como os problemas acontecem e seleciona muito bem seus candidatos.

Crédito garantido em qualquer banco
Essa análise é uma verdadeira auditoria na empresa. Ela é tão rigorosa que a empresa Gericada tem crédito pré aprovado em qualquer banco.

Conseguir o Geric sem ajuda pode se tornar um pesadelo
Para analisar o risco a Caixa exige o preenchimento de mais de 15 planilhas e exige uma série de documentos, que, em sua maioria, tem validade de 90 dias. A dificuldade é entregar todos os documentos em tempo hábil, sem comprometer o andamento do processo.

Se o seu processo parar e as certidões vencerem você volta para a estaca zero
A verdade é que a análise é realizada por funcionários públicos, preocupados com o cumprimento das normas do banco e não com o sucesso do seu processo. As respostas são vagas, e não há jeitinho. Se as certidões vencerem, você terá que pagar por elas novamente. É comum que isso aconteça mais de uma vez.

Você gosta de jogar dinheiro fora?
A Templum tem o caminho das pedras. Um jeito rápido e prático de obter a documentação exigida e preencher as planilhas e formulários, minimizando os problemas. Montamos um roteiro passo a passo para elaborar o processo, atendendo a risca os padrões da Caixa. Fazemos em até 3 meses o que muitas empresas levam mais de 1 ano tentando sem sucesso.

Se você precisa de crédito para construir e não tem tempo, nem dinheiro a perder, fale com a gente.

O GERIC não é a única exigência do Minha Casa Minha Vida. Para participar do programa você também terá que aderir ao Programa de Qualidade e Produtividade do Habitat, o PBQP-H. Mas, antes de falar sobre ele, eu tenho uma pergunta: você sabe quanto custa a desorganização?

PBQP-H e o Minha Casa Minha Vida

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Construção civil não é para os fracos.

Risco e lucro andam juntos e poucos setores tem tanta oportunidade de crescimento quanto a construção civil.

Com o programa Minha Casa Minha Vida o governo federal está disponibilizando recursos para a construção e espera que 4 milhões e 600 mil casas sejam construídas nos próximos anos.

Essa pode ser a oportunidade ideal para sua empresa crescer. Você está preparado para aproveitá-la?

O programa minha casa minha vida é dividido em faixas, relacionadas a capacidade de pagamento dos compradores dos imóveis. Vamos ver como funciona a primeira faixa de incentivo para famílias com renda de 0 a 3 salários mínimos.

MCMV 0 a 3 salários mínimos

Os maiores incentivos são voltados ao público de renda familiar de até 3 salários mínimos. Os beneficiados pagam parcelas que representam 10% da renda familiar bruta, com valor mínimo de 50 reais mensais em 10 anos. O restante é pago pelo governo.

Nessa faixa a construtora não vai a mercado: o cliente é a própria Caixa, que comercializa as habitações.

Bom para quem constrói, já que o risco de inadimplência é zero. O terreno é pago a vista e os recursos para as obras são liberados mediante a execução das etapas.

A construção de imóveis de baixa renda exige experiência e organização. O projeto tem que ser bem elaborado e seguido a risca, caso contrário o lucro pode vazar pelos seus dedos.

Por exemplo, em um projeto de construção de mil casas, 10 pregos, ou 2 metros de fio perdidos por casa tem um impacto enorme nas contas finais. Se a empresa tiver problemas para entregar os imóveis, ela pode não ter recursos para arcar as despesas jurídicas e as multas aplicadas pelo orgão financiador.

Como funciona o Minha Casa Minha Vida 0 a 3

As construtoras apresentam projetos às superintendências regionais da CAIXA, podendo fazê-los em parceria com estados, municípios, cooperativas, movimentos sociais ou independentemente.

Após análise simplificada, a CAIXA contrata a operação, acompanha a execução da obra pela construtora, libera recursos conforme cronograma e, concluído o empreendimento, realiza a sua comercialização.

Talvez você ache que este é um negócio para construtoras maiores, e pode ser que você esteja certo. Mas todo mundo tem que começar por algum lugar, e a segunda faixa do programa pode ser ideal para você.

MCMV 3 a 10 salários mínimos

As famílias com renda acima de 3 e até 6 salários mínimos contam com um subsídio substancial nos financiamentos com recursos do FGTS.

Aquelas com renda acima de 6 e até 10 salários mínimos tem custos reduzidos de seguro e acesso ao Fundo Garantidor da Habitação.

Os incentivos não são apenas para o comprador. Quem constrói para esta faixa tem pode financiar 100% da obra com taxas de juros mais atraentes. Por exemplo, em um financiamento de 1 milhão de reais, a redução de 0,5% da taxa de juros pode gerar uma economia de 35 mil reais por ano. Mais dinheiro em caixa para você.

A comercialização é facil, e segurada pelo governo
Quem constrói para esta faixa é responsável pela comercialização das habitações. O governo subsidia parte do valor, facilita o acesso a crédito e garante o pagamento das parcelas caso a família beneficiada tenha problemas, diminuindo muito o risco de inadimplência.

Mercado aquecido
Vale a pena lembrar que essa faixa abrange um público muito grande, cujo desejo pela casa própria é cada vez maior. Os imóveis são vendidos com facilidade e o retorno sobre o investimento é rápido.

Como funciona o Minha Casa Minha Vida 6 a 10

  1. União e FGTS alocam recursos por área do território nacional, sujeitos a revisão periódica.
  2. Construtoras apresentam projetos de empreendimentos às superintendências regionais da CAIXA.
  3. A CAIXA realiza pré-análise e autoriza o lançamento e comercialização.
  4. Após conclusão da análise e comprovação da comercialização mínima exigida, é assinado o Contrato de Financiamento à Produção.
  5. Durante a obra a CAIXA financia o mutuário pessoa física e o montante é abatido da dívida da construtora.
  6. Os recursos são liberados conforme cronograma, após vistorias realizadas pela CAIXA.
  7. Concluído o empreendimento, a construtora entrega as unidades aos mutuários.

Para participar você precisa do GERIC e do PBQP-H

Para ter acesso a esses incentivos você deverá provar que tem capacidade técnica, administrativa e financeira para cumprir o que foi acordado. A análise de crédito da Caixa é conhecida como GERIC. O sistema de gestão que garante a qualidade da obra é o PBQP-H.

Veremos a seguir que a exigência é grande, mas os benefícios superam o esforço da implementação.

7 práticas para diminuir os resíduos e aumentar o lucro na construção civil

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Não é novidade que a Construção Civil é uma das principais engrenagens da economia mundial que oferece muitas oportunidades no mercado de trabalho, em diferentes níveis sociais. Mas esse tamanho potencial requer uma grande utilização de recursos naturais nas obras, correspondem a cerca de 20% a 50% dos recursos explorados em todo o mundo, que, normalmente, geram resíduos sólidos. Os resíduos podem gerar impactos ambientais imensuráveis, e por isso devem ser gerenciados, controlados e monitorados. É uma necessidade adotar medidas e planos de gerenciamento que visem minimizar a geração dos resíduos produzidos orientando seu correto acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte e disposição final.

Aqui você deve ter entendido que a geração de resíduos é um tema de extrema importância por afetar não só as empresas relacionadas ao setor mas envolve todos impactos ambientais que afetam o mundo todo. Assim, separamos várias práticas e estratégias sustentáveis de otimização, redução de desperdício, melhoria de processos, que contribuirão para redução de custos e consequente aumento de lucro na sua empresa.

A cultura de redução

É equivocado dizer que redução de resíduos é um ato ou projeto. Não é um projeto que você vai executar e ter fim, pelo contrário, é mais parecido com um plano de ação que se dispõe do PDCA: planejar, fazer, verificar o que aconteceu, se atingiu os objetivos e agir corretivamente para planejar, fazer, verificar, e assim por diante. Se você acha isso trabalhoso demais é uma boa hora de desistir desse texto, não estou falando de coisas fáceis de fazer, mas de coisas que realmente funcionam.
Eliminar desperdícios, reduzir resíduos, reduzir custos, enfim, não são atos, são hábitos, e enquanto esse hábito não estiver claro tanto para a alta direção quanto para toda a equipe, será muito mais difícil dispor de ações que tragam esse resultado. A cultura de redução deve ser instalada na organização.
Mas antes que você se assuste, existem 2 métodos que podem sistematizar a implantação dessa cultura de redução: os 3Rs e os 5s.

3Rs

Os 3R’s da sustentabilidade (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) podem assumir um papel de grande importância na rotina da sua organização. Reduzir significa economizar de todas as formas possíveis. Eu necessito mesmo desta quantidade de materiais? Devo mesmo substituir isso ou posso consertar ou reformar? Reutilizar é evitar que vá para o lixo aquilo que não é lixo, que pode ser reutilizado, e aqui surgirão várias soluções criativas e inovadoras. Reciclar é quando não é possível nem reduzir e nem reutilizar, assim serão enviadas para serem processadas e voltarem ao seu ciclo de vida de outra forma.
Quando você consegue incorporar os 3R’s no dia-a-dia e na cultura de todas pessoas da organização, eles contribuirão diretamente para resultados maiores a longo prazo.

5S

Metodologia japonesa que foca 5 sensos, cada um deles iniciados com a letra S:
Seiri – Senso de Utilização: separar o que é útil do que não é e melhorar o uso do que é útil;
Seiton – Senso de Ordenação: um lugar para cada coisa, cada coisa no seu lugar;
Seisou – Senso de Limpeza: limpar e evitar sujar;
Seiketsu – Senso de Saúde: padronizar as práticas saudáveis;
Shitsuke – Senso de Autodisciplina: assumir a responsabilidade de seguir os padrões saudáveis.

Se você conseguir implantar essa 1ª prática, você já verá uma melhora imensa nos seus resultados.

Entregas “Just In Time”

O conceito “Just in Time” (ou, em português, no momento certo), é uma solução que reduz o tempo de estocagem de materiais dentro do canteiro de obras, pois considera o seu recebimento “no momento certo” de sua utilização, o que contribui para o aumento da eficiência na execução dos empreendimentos e elimina eventuais desperdícios. Uma das ferramentas mais conhecidas para este propósito é o Mapeamento de Fluxo de Valor, que faz o cruzamento de todos os recursos (sejam eles mão-de-obra, tempo de ciclo ou materiais) com o cronograma da obra, otimizando seu uso. O resultado direto desta prática é uma construção ágil, com movimentação de materiais ocorrendo na medida em que estes são realmente necessários; ou seja, produto correto, no momento certo, na quantidade exata.

Talvez sua adoção não seja uma tarefa tão fácil, pois depende muito de algumas variáveis, tais como a região de atuação, o tipo de obra, os processos produtivos e principalmente os fornecedores; porém é muito importante destacar que obras mal planejadas e com cronogramas mal executados geram aquisições desnecessárias, desperdício, e uma gama de resíduos impactantes para o meio ambiente. Sem falar nos altos custos e gastos extras para sua remoção.

Portanto, reavalie os seus estoques, reveja o cronograma de execução de serviços e fortaleça a relação de parceria com os seus fornecedores para uma entrega “Just In Time”, de modo a tornar sua obra mais organizada, lucrativa e menos impactante para o meio ambiente.

Layouts produtivos

Um layout de canteiro de obra bem planejado é fundamental tanto para a comunicação em si, como para diminuição de resíduos e aumento da produtividade e segurança na obra. Está diretamente ligado às distâncias a serem percorridas pelos colaboradores, contribuindo positiva ou negativamente para os resultados no processo construtivo.

O planejamento de layout para uma disposição de obra eficaz e eficiente não consome tantas horas técnicas, e ao contrário do que muitos pensam, apresenta um excelente custo-benefício: otimização de prazos e redução de custos. Layouts produtivos refletem a compreensão da obra como um processo sistêmico que considera toda a logística envolvida no processo da construção. Esta análise logística deve ser voltada para a otimização e racionalização do recebimento, armazenagem, movimentação e disponibilização de insumos, materiais, ferramentas, equipamentos e mão-de-obra.

Toda execução de layout em canteiros de obra deve considerar dois conceitos: o interno e o externo. O interno refere-se ao arranjo físico do canteiro em si, incluindo a área de transporte, de armazenagem e manuseio do material dentro da obra. O externo, por sua vez, está relacionado aos seus fornecedores, e deve levar em conta o planejamento e a programação da entrega (transporte e descarga na obra). Por isso, o desenvolvimento de um layout produtivo deverá considerar todas etapas da obra, pois ele sofrerá mudanças de acordo com cada uma das fases: fundações e início da estrutura; estrutura, elevação de paredes e instalações e, finalmente, acabamento e fachada.

Melhoria nos processos

Um texto do Blog da Qualidade que fala sobre eliminar desperdícios por melhorias de processos fala diretamente sobre a essência disso. Essa prática pode trazer soluções inovadoras e eliminar excessos de processamento ou produção. Eliminar desperdícios não significa que você vai entregar algo que seja de qualidade inferior, mas que você pode entregar algo de qualidade superior gastando menos, o que aumentará consideravelmente sua lucratividade. As melhorias dos processos na construção civil podem ser implantadas por meio de alguns sistemas variados como a gestão visual, o Kanban, a TPM, o 3P e o Canvas.

Cada sistema tem abordagens diferenciadas e podem ser aplicados conforme a necessidade ou sistemática de cada organização, integrando ou não os demais processos existentes. Quando bem aplicados, melhoram visivelmente a organização como um todo. Vamos conhecer um pouco sobre cada método:

Gestão Visual

Permite a todos saberem o andamento das coisas, sem precisar perguntar a ninguém ou ligar um único computador. É um sistema de planejamento, controle e melhoria contínua que integra ferramentas visuais simples, possibilitando o entendimento da situação atual com apenas uma “olhada rápida”. Essas ferramentas reforçam o trabalho da liderança e expõe as melhorias permanentes de forma transparente, ajudando a focar nos processos e não nas pessoas, priorizando aquilo que é necessário.

Kanban

Permite um controle detalhado de produção com informações sobre quando, quanto e o que deve ser produzido. É uma terminologia japonesa que significa, literalmente, “cartão” ou “sinalização”. Relaciona a utilização de cartões (post-it e outros) para indicar o andamento dos fluxos da produção em empresas de fabricação em série, evidenciando a etapa em que determinada tarefa se encontra (“para executar”, “em andamento” ou “finalizado”).

TPM – Manutenção Produtiva Total

Também é uma sistemática japonesa, que visa eliminar perdas, reduzir paradas, garantir a qualidade e diminuir custos nas empresas com processos contínuos. Essa ferramenta se sustenta em pilares que auxiliam a eliminar os problemas de causa raiz, de perdas nas máquinas, de mão-de-obra, de metodologia, de matéria-prima e de questões de energia/ambientais.

3P – Processo de Preparação da Produção

Tem como objetivo desenvolver um sistema que satisfaça as exigências de qualidade, produção e custo. É um sistema que se concentra na eliminação de desperdícios por meio de um método disciplinado de projetar um processo de produção Lean (enxuto) para um novo produto ou para um produto já existente. Os eventos envolvidos são mais eficazes em situações que seguem a regra de (alto risco) / (alta recompensa).

Canvas

É uma ferramenta de gerenciamento estratégico que permite desenvolver e esboçar modelos de negócios novos ou existentes. Os dados, levantados em equipe, são alocados em mapa pré-formatado, contendo 9 blocos importantes ao modelo de negócio.

Encoraje boas ideias

Uma lição chave que muita gente ainda não percebe é que os colaboradores gostam de se sentir parte do processo, envolvidos no bom resultado. Crie métodos de premiações às ideias inovadoras que contribuam para a diminuição de resíduos na obra e implemente indicadores relacionados à reciclagem, medição e redução de resíduos, como por exemplo a boa utilização de filosofias 3R ou 5S. Encorajar o envolvimento não só vai levantar a moral da sua equipe, mas também poderá motivá-los a ir além da prática a que estão acostumados, buscando informações que possam agregar valor em suas rotinas. Afinal, ninguém melhor do que eles para isso!

Mude sua forma de ver as coisas

Uma pilha de entulho não é só uma pilha de entulho. É uma oportunidade! Reciclar é a palavra de ordem hoje e será por muitos anos. É um equívoco pensar que os serviços de reciclagem devem ser essencialmente de graça. É muito raro que a reciclagem de construção comercial seja fornecida gratuitamente e esta é uma realidade mundial. Dinheiro ainda terá de ser gasto na remoção de materiais de resíduos gerados nas obras para aterros ou oficinas de reciclagem. Os benefícios surgem quando há um diferencial de custo entre os materiais que vão para reciclagem e que vão para o aterro. O que vai para o aterro é desperdício, enquanto que o que vai pra reciclagem ainda poderá ser utilizado em uma próxima obra.

Segundo a Abrecon (Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição), esse ramo ainda é incipiente no Brasil. A falta de cultura da utilização de 3R’s, gera em média, 50% de entulho desperdiçado no mundo. Em janeiro de 2009, foi evidenciado que o Brasil produz 850.000 t/mês de entulho, o Reino Unido 53.000 t/mês e o Japão 6.000 t/mês. Fica claro que na Europa e outros países chamados “desenvolvidos”, esta cultura já está consolidada, principalmente devido à sua escassez de recursos naturais. É, portanto, um ramo de atividade que merece atenção e que tem boas oportunidades em nosso país.

O entulho da construção civil, uma montanha diária de resíduos formada por argamassa, areia, cerâmicas, concretos, madeira, metais, papéis, plásticos, pedras, tijolos e tintas entre outros, tornou-se um grande problema nas cidades brasileiras, pois em 2004 o CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) proibiu que os resíduos de construção e demolição fossem descartados nos aterros sanitários. Ficou a cargo de cada prefeitura o desenvolvimento de planos integrados de gerenciamento deste material. Logo, avaliar e desenvolver métodos para o seu aproveitamento é uma boa forma de melhorar esta questão. Por exemplo: conseguir um conjunto de tecnologias de caracterização dos resíduos que torne possível a identificação rápida e segura das oportunidades de reuso e reciclagem mais adequadas pode ampliar a demanda para os produtos a serem reciclados, valorizando aqueles de boa qualidade. Verificar a transformação de um resíduo em produto comercial efetivamente utilizado pela sociedade é uma excelente forma de comprovar a sustentabilidade social e ambiental sendo posta em prática.

Implemente Sistemas de Gestão

Sistemas de Gestão, como o Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-h) são boas práticas já validadas para gerar competitividade sustentável ao setor da construção civil, especificamente no que diz respeito à geração de resíduos. A mudança dos indicadores estabelecidos pelo SIAC a partir de 2012, tem o objetivo de melhorar a efetividade em obras, garantindo um certo nível de sustentabilidade. Não é necessário inventar a roda! Independente do porte da empresa, ela pode se beneficiar da implementação de Sistemas de Gestão já validados por outras empresas.

Criar novas sistemáticas e comunicá-las para toda a equipe pode levar tempo e demandar esforço. Por isso, muitas vezes, esta costuma ser a primeira barreira à implementação de programas de minimização de resíduos. Mas o que eu lhe garanto é que procrastinar não aumentará sua produtividade! Implementar ações pode sim mudar sua realidade significativamente. Se você sente-se inseguro quanto a implementar um sistema de gestão completo, como o PBQP-h ou a ISO9001:2008, tente adotar suas práticas em pelo menos uma de suas obras. Envolva as pessoas, venda a ideia. Posteriormente, expandir as boas práticas para suas outras obras se tornará uma tarefa um pouco mais fácil, pois você já terá referências de um caso que deu certo.

A implementação do Sistema da Qualidade melhora nitidamente diferentes áreas e processos:

  • Identificação dos materiais por meio de etiquetas, o que facilita sua aprovação ou rejeição para o uso, reduzindo o retrabalho e gerando rastreabilidade;
  • Aumento de treinamentos, entendimento e eficácia dos serviços por parte dos funcionários e empreiteiros, evitando o retrabalho e melhorando a produção;
  • Controle e monitoramento de documentos internos, possibilitando rastrear os processos, monitorar os serviço e materiais, avaliar as metas e indicadores, identificar as falhas de processo e aplicar ações corretivas e preventivas;
  • Melhoria na qualidade dos materiais empregados e contratação de fornecedores qualificados e certificados, evitando atrasos, retrabalho e desperdício nas obras;
  • Organização e limpeza da obra, proporcionando melhoria na segurança, aumento do espaço disponível, controle do descarte dos resíduos e consequente controle dos impactos ambientais;
  • Maior controle de materiais pelo almoxarifado, otimizando o espaço para armazenamento, facilitando a busca rápida do material para utilização em obra e a identificação de quem utilizou e onde determinado material foi empregado.

Se você ainda não possui Sistema de Gestão, implemente o quanto antes e comprove todos os benefícios que esta sistemática pode proporcionar. Em pouco tempo você verá o aumento sua lucratividade e sustentabilidade, diminuindo os impactos ambientais gerados por suas obras.

Este texto foi produzido em colaboração com Fabiola Brendolan, consultora da Templum Consultoria.