Web seminário sobre PBQP-H

Quer entender como funciona o processo de auditoria de certificação no PBQP-H? Então não perca este webseminário promovido pela Templum: PBQP-H – Principais falhas em auditorias.

Fabiana de Souza, a palestrante, falará sobre as principais falhas no processo de auditoria que podem fazer com que uma empresa não conquiste a certificação. Fabiana é especialista no PBQP-H com mais de 280 HDs de auditoria e implementação em mais de 40 empresas. Auditora-líder reconhecida pelo IRCA (International Register Of Certificated Auditor).

O grande diferencial do web seminário é a possibilidade de interagir com nossa especialista que poderá ajudar sua empresa a dar um passo importante rumo ao PBQP-H.

Templum lança guia sobre PBQP-H

Para quem tem interesse em conhecer melhor o PBQP-H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat), a Templum acaba de lançar um guia que mostra o que é o programa, além de oferecer informações sobre como obter, quais os níveis de adesão, as dúvidas mais frequentes, os requisitos e os principais benefícios.

Guia sobre o PBQP-H

Um dos grandes benefícios do PBQP-H é a possibilidade de conquista de financiamento em instituições de crédito públicas (como a Caixa e o Banco do Brasil) e privadas (como Santander, Bradesco etc.) e a participação no programa “Minha Casa Minha Vida” do Governo Federal.

Quer saber mais sobre o PBQP-H? No nosso Canal do Conhecimento temos uma página especial sobre o PBQP-H. Aproveite para ler os posts que já produzimos sobre o PBQP-H.

Guia sobre PBQP-H para download

A Templum acaba de publicar um mini guia sobre o PBQP-H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat). Neste material, você vai saber o que é o PBQP-H, além de ter informações sobre como obter, quais os níveis de adesão, as dúvidas mais frequentes, os requisitos e os principais benefícios.

Guia gratuito PBQP-H

A adesão ao PBQP-H tem como um dos grandes benefícios a possibilidade de conquista de financiamento em instituições de crédito públicas (como a Caixa e o Banco do Brasil) e privadas (como Santander, Bradesco etc.) e a participação no programa “Minha Casa Minha Vida” do Governo Federal.

É importante ressaltar que esses órgãos têm o PBQP-H como pré-requisito para concessão de benefícios. Aproveite para dizer o que você achou deste material. Será um prazer ler o seu comentário!

Quer saber mais sobre o PBQP-H? Temos uma página sobre o PBQP-H aqui no Canal do Conhecimento. Você pode ler também os posts que já publicamos sobre o assunto.

Webseminário sobre PBQP-H e Geric

Quer conhecer um pouco mais sobre nossos dois produtos voltados à construção civil? Então participe deste webseminário gratuito da Templum sobre o PBQP-H e o Geric. É na terça que vem (10/12/2013).

Mais informações sobre PBQP-H e Geric

PBQP-H é um instrumento do Governo Federal que tem como intenção dar vazão à demanda do mercado da construção civil, mantendo padrões de qualidade e segurança. Leia tudo sobre PBQP-H no nosso Canal do Conhecimento.

A Geric é a Gerência de Risco de Crédito da Caixa. É nessa superintendência que são analisadas as solicitações de crédito ao banco para verificar se as empresas possuem capacidade de pagamento ao solicitar essa operação financeira. Leia tudo sobre o Geric da Caixa no nosso Canal do Conhecimento.

A rastreabilidade no PBQP-H

Um dos pontos importantes para as construtoras ao implementar o programa PBQP-H é a rastreabilidade dos materiais controlados da obra.

Materiais controlados são todos os materiais utilizados na execução de uma obra e que têm impacto no resultado final. Estes materiais possuem especificações e devem ser inspecionados no ato do recebimento. Exemplo de materiais controlados: cimento, blocos, areia, concreto, entre outros.

Agora, sabendo que a rastreabilidade é a capacidade de se localizar o histórico e a aplicação de itens por meio de registros gerados, vamos entender a relação entre eles.

Quando uma obra termina é fácil verificar visualmente o acabamento – se está conforme ou não. Ou seja, conseguimos claramente identificar se existem falhas na pintura, no reboco ou colocação de esquadrias, por exemplo.

Mas e quando trata-se da estrutura da obra? Como podemos garantir que a estrutura esteja conforme ou não?

Nesse caso temos 2 alternativas:

A primeira delas é realizar um ensaio destrutivo de forma a identificar a capacidade estrutural da empresa, o que não se trata de uma alternativa muito positiva uma vez que você não gostará de destruir o que acabou de construir.

A segunda alternativa é garantir que todos os materiais utilizados, bem como todos os serviços executados são controlados a fim de garantir a integridade de todo o processo. É o que chamamos de rastreabilidade.

Saiba tudo sobre PBQP-H no nossa página especial sobre o assunto. Não deixe de ver também as perguntas frequentes sobre o PBQP-H.

Vamos tomar como exemplo o concreto, que normalmente é o grande vilão das obras de construção civil. Nesse caso, como podemos garantir a rastreabilidade do concreto?

Em primeiro lugar, é necessário informar ao fornecedor do concreto (material controlado) qual é a resistência exigida pelo projeto. Essa resistência é chamada de FCK (Resistência Característica do Concreto à Compressão) e é determinada pelo engenheiro calculista responsável da obra.

Ao receber esse concreto na obra, o responsável deve coletar uma amostra e enviar para análise. Essa amostra deve ser identificada e esse código deve ser indicado no Mapa de Concretagem, ou seja, você deve identificar onde cada concreto recebido foi utilizado.

A analise da amostra do concreto deve ser realizada com 7, 14 e 28 dias após a entrega da amostra. Ao final do teste, a construtora deve verificar o FCK encontrado no ensaio realizado pelo laboratório e comparar com o valor solicitado pelo engenheiro calculista da obra.

Estando o FCK da amostra igual ao indicado no projeto, esse laudo deve ser armazenado de acordo com o procedimento controle de registros do seu sistema de gestão e o processo finalizado.

Porém, caso o FCK esteja menor que o exigido, a empresa deve verificar no Mapa de Concretagem qual foi o local da obra em que esse concreto foi aplicado, abrir uma não conformidade e aplicar o reforço necessário para que a estrutura da obra não fique prejudicada e coloque em risco a segurança dos funcionários, bem como daqueles que utilizarão a obra após a sua finalização.

Esse é o exemplo mais conhecido de rastreabilidade em construção civil, mas ressaltamos que todos os materiais controlados devem ter uma sistemática para recebimento e inspeção de todos esses itens a fim de garantir a qualidade e a integridade do material utilizado. Essa sistemática normalmente é realizada em instruções de trabalho que indicam a forma correta para cada material.

Uma sugestão para essa atividade é definir quais são os itens que serão avaliados na inspeção do material, como por exemplo: quantidade, dimensional, ensaio, nota fiscal, entre outros e indique para cada tipo de material qual é o critério de aprovação e então treinar os responsáveis pelo recebimento para o atendimento desse requisito.

Mãos à obra! Um ótimo trabalho.

Guia gratuito PBQP-H

Uma SPE pode certificar o PBQP-H?

Em visitas comerciais a clientes, frequentemente nos deparamos com essa questão – uma SPE (Sociedade de Propósito Específico) pode certificar o PBQP-H? Talvez essa dúvida seja comum em razão de não estar tão claro o conceito de SPE.

O que é uma SPE?

A Sociedade de Propósito Específico, como o próprio nome diz, é uma sociedade empresarial que tem finalidade específica, atividade restrita. Em alguns casos pode ter prazo de duração determinado e geralmente é utilizada para isolar o risco financeiro da atividade para a qual foi criada.

Evita que as demais atividades empresariais dos sócios contaminem o empreendimento, que é o propósito da sociedade.

De acordo com o PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat) e o SiAC (Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil) do Ministério das Cidades, SPE é: “Personalidade jurídica formalmente constituída, onde todos os sócios respondem pelas obrigações sociais da empresa.”

Entenda tudo sobre o PBQP-H nesta página em nosso Canal do Conhecimento.

SPE e o mercado imobiliário

No mercado imobiliário é comum pessoas físicas e/ou jurídicas (investidores, construtoras, proprietários de terrenos…) unirem-se em uma SPE com o propósito de realizar um único empreendimento imobiliário. Ou seja, unem suas forças e recursos para erguer um empreendimento e, ao término, se desligam.

É um tipo de investimento imobiliário em grupo, formado por investidores a fim de reunir recursos suficientes para bancar um empreendimento imobiliário – ou o início desse empreendimento – e depois lucrar com a venda das unidades (na planta ou prontas) para o consumidor final.

Neste setor, as SPEs têm crescido em virtude do atual cenário do setor imobiliário, caracterizado pela prosperidade econômica e política habitacional de concessão de crédito. A SPE, neste contexto, se torna uma parceria vantajosa e segura no aspecto jurídico.

Mas, voltando à questão principal, e de acordo com o Regimento Específico do SiAC:

Sim, é possível certificar no PBQP-H uma SPE.

Contudo, algumas ressalvas devem ser destacadas. São elas:

  • A declaração de Adesão ao PBQP-H – SiAC – Execução de Obras só poderá ser feita pela mesma empresa uma única vez no SiAC, individualmente ou como participante da SPE;
  • A adesão ao PBQP-H pode ser feita em nome da SPE. Entretanto, se algum dos integrantes da SPE já tiver feito a adesão e esta ainda estiver no prazo de validade, a adesão da SPE também terá a mesma validade;
  • Caso uma das empresas pertencentes à SPE já tenha feito uso da adesão ou já tenha sido certificada em qualquer um dos níveis do PBQP-H, e a adesão ou certificação já estiverem vencidas, a SPE será obrigada a obter, no mínimo, a certificação nível B.
  • E, se alguma das empresas da SPE já tiver sido certificada no nível A, este deverá ser o nível de certificação da SPE.

Então, se você estiver estudando a possibilidade de empreender no mercado imobiliário e estiver procurando parceiros para formar uma SPE, não deixe de consultar se os mesmos já aderiram, se são certificados, ou se já foram certificados no PBQP-H – SiAC – Execução de Obras. Saiba aqui como pesquisar construtoras com adesão ao PBQP-H.

Além disso, a certificação do PBQP-H neste caso será apenas do empreendimento registrado na SPE. Como ocorre o desligamento das empresas associadas após o término do empreendimento, deve ser analisada se há vantagem e viabilidade da implementação do PBQP-H na SPE.

Guia gratuito PBQP-H

Os requisitos legais e o PBQP-H

Em meio à implementação ou ao processo de adesão ao PBQP-H, surgem algumas dúvidas: qual a relação entre o PBQP-H e os Requisitos Legais? O que o Regimento Normativo diz a respeito? Como poderei atendê-los?

Com o objetivo de desmistificar e simplificar esse assunto, nós da Templum Consultoria Online mais uma vez nos dispomos a escrever para auxílio de nossos inúmeros leitores.

Vejamos o que o regimento normativo do SiAC diz a respeito:

ANEXO II – ARTIGO 28

“O organismo acreditador deve evidenciar a capacidade de a empresa construtora atender às normas técnicas e regulamentadoras e aos requisitos legais para produtos e serviços, bem como para segurança, saúde e meio ambiente aplicáveis, citando-as em seus documentos de especificação e memoriais técnicos e de aquisição, e no plano de qualidade da obra.”

Aqui a norma refere-se claramente à adequação da Organização ao atendimento dos Requisitos Legais, ou seja, qualquer norma, lei, decreto pertinente à organização e a sua atividade devem ser implementadas por serem exigências que colocam em risco a operação das empresas caso não sejam atendidas.

Os principais Requisitos Legais no PBQP-H

  • Alvará de construção;
  • ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) em nome da obra;
  • Comunicado prévio ao Ministério do Trabalho;
  • Livro de Inspeção do Trabalho;
  • ART dos Projetos;
  • PPRA, PCMSO e PCMAT;
  • NR 18 e demais NR’s;
  • Habite-se;
  • AVCB.

Observação: O cumprimento dos requisitos legais é fundamental para a conquista da certificação do PBQP-H, pois, caso não sejam cumpridos, a organização pode não ser certificada.

Para atender a esses requisitos, é necessário cumprir três passos principais. Vejamos abaixo quais são:

1º Passo: Identificação e Controle dos Requisitos Legais

Faça um levantamento em sua empresa visando a identificação das legislações pertinentes às atividades, produtos e serviços realizados. Para tal deve-se observar as legislações federal, estadual e municipal.

Pesquise em publicações oficiais, portais ou informes periódicos locais ou ainda em bancos de dados relacionados a seu produto e/ou prestação de serviços e passe a acompanhar permanentemente essas publicações.

No caso de empresas com escopo definido em Execução de Obras de Edificações, as exigências legais não têm muita disparidade, facilitando identificação e controle.

Para maior controle, elabore um check-list dos requisitos legais e reitere tudo, através de um Procedimento Documentado que tenha linguagem simples, clara e objetiva.

2º Passo: Manutenção dos Requisitos Legais

Feita a identificação e estabelecido o método de controle dos Requisitos Legais, é necessário verificá-los periodicamente, quanto à sua permanência ou atualização.

Cada item tem sua particularidade. Por isso, observe e controle bem as datas de vencimento e de renovação de cada um.

Esta manutenção deverá ser realizada com muito empenho e cuidado e dependerá do envolvimento não só do responsável pela implementação do PBQP-H, mas de outros departamentos diretamente ligados ao sucesso da operação.

IMPORTANTE: verifique sempre através das pesquisas já estabelecidas se novos requisitos legais vigoram ou passarão a vigorar.

3º Passo: Implementando os Requisitos Legais no PBQP-H

A implementação e busca pelo atendimento a cada requisito exigirá, na prática, muita diligência e disciplina – porém esse atendimento será muito compensador tanto para a organização quanto para seus colaboradores e clientes.

Essa implementação se dará das mais diversas formas e momentos, por isso disponibilizamos abaixo algumas situações para melhor entendimento.

Exemplo 1. O Uso dos EPI’s (equipamentos de proteção individual) deverá ser atendido no momento que as obras se iniciarem, devendo ser realizado treinamento com o pessoal. A evidência é o registro da entrega e termo de responsabilidade.

Exemplo 2. A NR 35 – Trabalho em Altura deverá ser atendida no momento em que ocorrer esta atividade, devendo ser realiza treinamento com o pessoal, preenchimento da permissão de trabalho e atendimento de todas as instruções da NR.

Exemplo 3. A comunicação prévia ao Ministério do Trabalho deverá ser realizada antes do início da execução da obra. A evidência é o registro da comunicação protocolada no Ministério do Trabalho.

Já vimos a relação e necessidade de atender aos requisitos legais na implementação do PBQP-H, sabemos que há um nível de dificuldade, mas, se feita com muito empenho e comprometimento, é possível!

Agora mãos à obra e vamos em frente!

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Amostragem de obras na auditoria do PBQP-H

Vamos entender como funciona a amostragem  de obras no processo de auditoria do PBPQ –H.

Para que possamos entender melhor, a amostragem varia de acordo com o número de obras que a construtora tiver em andamento no momento de realização da auditoria.

Se verificarmos na norma do SIAC, existe uma tabela que pode ajudar a nos orientar. Então, vamos entendê-la.

Considerando a tabela do regimento, vamos exemplificar para o caso de uma  construtora com 10 obras em andamento.

De acordo com a tabela, das 10 obras, 4 passarão por auditoria inicial, 2 obras por auditoria de supervisão e 3 por auditoria de recertificação do PBQP-H.

Exemplo de amostragem no PBQP-H

A amostragem da obra deve ser suficiente para cobrir todos os subsetores e escopos abrangidos.

Conforme o regimento do PBQP-H, deve-se garantir no mínimo um dia de auditoria em cada obra amostrada.

Considerando o exemplo acima, na auditoria inicial teríamos no mínimo 4 dias de auditoria, ou seja, um dia para cada obra.

O PBQP-H visa a melhoria e modernização produtiva da habitação no Brasil, por isso é também através da amostragem que se garante o mínimo de obras a serem auditadas garantindo assim a qualidade.

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Os indicadores da qualidade do PBQP-H

Os indicadores da qualidade no PBQP-H são instrumentos de acompanhamento e medição que devem ser utilizados pelas empresas de construção civil para avaliarem o desempenho de seus empreendimentos.

Em toda etapa da prestação de serviço, os indicadores irão demonstrar de forma concreta o desempenho do processo de execução da obra e orientar a tomada de decisões (ações preventivas ou corretivas) para a garantia da qualidade do serviço prestado.

De forma prática, são medidas realizadas durante o processo para acompanhar, monitorar e propor melhorias.

Pense no medidor de combustível de um carro. Imagine como seria se você não tivesse esse recurso. Como você saberia/monitoraria o nível de combustível no seu tanque? Como identificaria o momento necessário para abastecer?

Neste exemplo, temos um indicador: nível de combustível no tanque. Podemos monitorá-lo e saber o momento certo de abastecer o tanque (ação), seja de forma preventiva ou corretiva.

Os objetivos dos indicadores

Antes de determinar um indicador, reflita sobre as seguintes questões:

  1. O que vou medir? O que é crítico? O que impacta diretamente na qualidade do meu serviço?
  2. Qual é o propósito dessa medida? O que quero monitorar?
  3. Com qual frequência irei fazer essa medição?
  4. Qual é a meta que eu pretendo alcançar? Qual o resultado almejado?

É necessário estabelecer os objetivos da qualidade. Segundo o Regimento Geral do SiAC (Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil), a direção da empresa construtora deve definir os objetivos da qualidade mensuráveis que atendam aos requisitos estabelecidos pela empresa e pela própria norma.

Além disso, o SiAC determina alguns indicadores da qualidade obrigatórios para serem monitorados pelas empresas, com o intuito de demonstrar a sustentabilidade dos canteiros de obras no que diz respeito à geração de resíduos, consumo de água e energia.

Os objetivos da qualidade no PBQP-H e as diferenças entre o nível B e o nível A

Aproveite e leia este post sobre os objetivos da qualidade no PBQP-H.

Clique aqui e entenda as diferenças entre o nível B e o nível A do PBQP-H.

Exemplo: entrega no prazo acordado

Aplicando este conceito, suponha que um dos objetivos de uma construtora seja entregar as obras dentro dos prazos acordados com os clientes. Dessa forma, o indicador seria: Índice de Serviços Realizados no Prazo. A meta estabelecida é de no mínimo 80% dos serviços realizados no prazo.

Observe os dados de monitoramento abaixo:

Índice de serviços realizados no prazo

Neste exemplo, a construtora inicialmente não conseguia cumprir os prazos de entrega da obra acordados com os clientes. Os resultados obtidos no 1º trimestre atentavam para a necessidade de se propor ações para melhorar o planejamento e execução das obras.

Após a implementação dessas ações, a construtora obteve resultados positivos e ultrapassou a meta estabelecida no último trimestre. Observando o gráfico fica evidente a melhoria contínua dos serviços prestados pela empresa.

Exemplos de indicadores da qualidade no PBQP-H

Outros exemplos de indicadores da qualidade para o serviço de execução de obras são:

  • Índice de Lucro (Lucro Previsto X Lucro Obtido)
  • Índice de Satisfação do Cliente
  • Índice de Conformidade dos Serviços (Serviços Realizados X Serviços Conformes)
  • Índice de Desempenho de Fornecedores de Materiais
  • Ações Corretivas Implementadas (Ações Planejadas X Ações Implementadas)
  • Eficácia de Treinamentos

Por todos esses aspectos, os indicadores são fundamentais para o controle da qualidade do serviço prestado pelas empresas. Sem eles, não há como comparar resultados, identificar necessidades de mudanças e obter melhorias contínuas.

Lembre-se: “Se você não pode medir, você não pode gerenciar” (Peter Drucker).

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Perguntas frequentes sobre o PBQP-H

Já indicamos diversas vezes que o PBQP-H é uma norma específica da Construção Civil, cujo texto possui todos os requisitos da norma ISO 9001, porém com foco específico nas atividades que ocorrem em um canteiro de obras. Pois bem! Isso já ficou bem claro…

Sendo assim, hoje gostaria de compartilhar algumas curiosidades interessantes sobre essa norma, então vamos lá!

Quais empresas podem ter o PBQP-H?

Empresas que executam obra, ou seja, construtoras, empreiteiras (desde que tenham as atividades de construção civil em seu contrato social) e incorporadoras.

Quais os pré-requisitos para a certificação no PBQP-H?

  • Possuir obra em andamento, pois na auditoria de certificação há a necessidade de comprovação de que a empresa já executou 50% dos serviços controlados e deve estar executando no dia da auditoria de certificação 1/4 dos serviços controlados;
  • Possuir ART (Anotação de responsabilidade técnica) em nome da empresa que está se certificando;
  • Implementar os requisitos do SiAC correspondente ao nível a ser certificado, incluindo requisitos legais;
  • Sendo empreiteira, deve ter a responsabilidade da empreitada global da obra e não parcial. Deve possuir ART e contrato registrado em cartório com o proprietário da obra.

Como obter o PBQP-H?

Para obtenção do PBQP-H, as empresas devem implementar os requisitos da norma SiAC que se divide em 3 níveis: Nível de adesão, Nível B e Nível A.

Cada nível atende a uma série de requisitos da norma, que pode ser adquirida gratuitamente pelo site http://www.cidades.gov.br/pbqp-h/index.php.

A empresa pode evoluir direto nível de adesão para o nível A?

Sim, isso é bem recomendável uma vez que são poucas as diferenças entre esses dois níveis e obrigatoriamente a empresa deve evoluir para o nível A.

O que é o PBQP-H?

Quais as vantagens do PBQP-H?

Quantas empresas fazem parte desse programa?

No setor privado, a adesão de construtoras ao Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil (SiAC/PBQP-H) está se consolidando como fator de diferenciação no mercado. Já são aproximadamente 3.000 construtoras ativas nos três níveis de avaliação do Programa (dado levantado em agosto de 2013). Isso demonstra o alto grau de aceitação e a credibilidade que o Programa conquistou no segmento de obras e serviços de construção.

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