PBQP H Nível A

Roma não foi construída em um dia. A implantação do PBQP H também não. Os níveis de adesão ditam os prazos para aplicação dos requisitos do programa.

O governo criou níveis de adesão para estimular o crescimento do programa

O PBQP H é um programa para estimular o desenvolvimento do setor da construção civil. Em termos práticos, o governo facilita o acesso à crédito e, em contrapartida, as construtoras melhoram sua operação e a qualidade das suas construções. As regras do jogo estão descritas no SiAC (se você chegou agora, o SiAC é um sistema de gestão da qualidade, baseado na ISO 9001, adaptado para a construção civil).

O problema é que implementar um SGQ (sistema de gestão da qualidade) leva tempo. A média de implementação do PBQP-H com a Templum consultoria é de 7 meses. Sem a orientação adequada esse processo pode levar muito mais.

A boa notícia é que você não precisa esperar esse tempo para ter acesso aos incentivos do programa. Com a carta de adesão aprovada pelo SiAC você já pode participar do Minha Casa Minha Vida e se beneficiar das linhas de crédito do programa. ( A Templum tem o caminho das pedras para a certificação PBQP-H, fale com a gente ;D )

Após a adesão a empresa tem um prazo para implementar o SGQ. É aí que entram os níveis A e B do PBQP H.

PBQP H Nível A – A empresa obtém a certificação ao implementar 100% do SGQ.

Todas as empresas devem ter o PBQP H nível A para continuar no programa. O nível B é apenas uma forma da sua empresa ganhar tempo. Funciona assim:

  • após a adesão a empresa tem 1 ano para implementar o PBQP-H;
  • se você conseguir implementar 100% dos requisitos normativos e controlar 100% dos serviços e materiais da sua obra, parabéns, você pode pleitear a certificação nível A do PBQP-H;
  • se isso for muito difícil para você, você ainda pode obter o nível B e ganhar mais 1 ano de prazo. No nível B alguns itens normativos não são obrigatórios e o controle de materiais e serviços é mais flexível.

No PBQP H nível B alguns itens normativos não são mandatórios

São eles:

  • 7.2.3 Comunicação com o cliente
  • 7.3.1 Planejamento da elaboração do projeto
  • 7.3.2 Entradas do projeto
  • 7.3.3 Saídas de projeto
  • 7.3.4 Análise crítica de projeto
  • 7.3.5 Verificação de projeto
  • 7.3.6 Validação de projeto
  • 7.3.7 Controle de alterações de projeto
  • 7.5.2 validação de processos
  • 7.5.4 Propriedade de cliente
  • 8.2.3 Medição e Monitoramento de Processos
  • 8.5.3 Ação preventiva

No nível B o controle de serviços e materiais é menor

Enquanto o nível A exige o controle de 100% dos serviços e materiais, o nível B exige o controle de 40% dos serviços e 50% dos materiais. O controle de serviços e materiais é tratado em detalhe no Guia de Soluções de Problemas do PBQP-H desenvolvido pela Templum Consultoria.

Você pode estar perdendo dinheiro e não sabe

Vale a pena partir direto para o nível A, já que ele é obrigatório para a empresa se manter no programa. O nível B é só um jeito de ganhar tempo. O que vemos na prática é que obter o nível A não é muito mais difícil do que o nível B. Além disso, implementar com rapidez sai muito mais barato, pois, com o SGQ 100% em operação a empresa passa a economizar dinheiro.

Fale agora mesmo com um especialista da Templum Consultoria para saber o quanto você pode ganhar implementando o PBQP-H.

PBQP-H: economizar na implementação nem sempre é um bom negócio e pode fazer você perder dinheiro

A forma tradicional de consultoria é realmente muito cara. O contratante não paga apenas o conhecimento do consultor. Ele paga o deslocamento, a hospedagem e o todo tempo que o consultor passa em trânsito. Além disso, a presença do consultor na empresa não diminue o trabalho do contratante.

É possível implementar o PBQP-H sem gastar tanto: sozinho, consultoria compartilhada ou a consultoria online.

É difícil implementar sozinho?

Se você não está familiarizado com sistemas de gestão da qualidade, será muito difícil implementar o PBQP-H sozinho. Você terá que interpretar a norma SiAC. Baixe a norma em PDF e avalie quanto tempo será necessário para compreender o conteúdo técnico. Esse é só o primeiro passo. Durante a implantação você terá que elaborar procedimentos, mapear processos, verificar a documentação necessária, elaborar documentos de controle e gerenciar registros. Sem experiência, a chance de fracasso na auditoria é muito grande.

Consultoria compartilhada e sistemas tira dúvida não funcionam?

Há no mercado empresas e consultores independentes que oferecem consultoria compartilhada e mecânismos baratos para tirar dúvidas. Cuidado, além do baixo envolvimento dos consultores com a sua empresa, você pode acabar recebendo respostas superficiais que não resolvem os seus problemas. Afinal, a certificação é a mesma para todas as empresas, a forma de implementação não é.

Existe uma consultoria eficiente que cabe no meu bolso?

Sim, a Templum Consultoria criou um jeito novo de fazer consultoria, usando tecnologia para transferir conhecimento, aproximar o cliente do especialista e, ao mesmo tempo, eliminar os custos com transporte e hospedagem de consultores. Com a consultoria online a Templum permitiu que nano, micro e pequenas empresas tenham acesso às melhores práticas de gestão empresariais do mundo.

Com a Templum você não corre risco. Tudo foi planejado, dividido em fases, para que você dedique apenas 1 hora do seu dia na implementação. Especialistas disponíveis via chat, chamado, email e site solucionam qualquer problema que você venha a ter. No final da implementação nós realizamos uma pré-auditoria para garantir que a sua certificação aconteça sem problemas. É por isso que é possível garantir a certificação de todos os clientes.

Contratando a Templum você tem acesso ilimitado ao conhecimento de profissionais com mais de 20 anos de experiência. Lembre-se: tempo é dinheiro. Sem o suporte ideal para sua empresa você pode acabar gastanto mais.

Assine nossa lista e receba dicas sobre o PBQP-H em seu email.

Conte com a gente e boa sorte!

Webseminário: Principais falhas em auditoria no PBQP-H

Quer saber quais são as principais falhas em auditorias no PBQP-H? Então você não pode perder este webseminário produzido pela Templum.

> ASSISTA: PBQP-H: Principais falhas em auditorias

Neste web seminário, você vai ver:

  • Mudanças no SiAc 2012
  • Principais requisitos legais
  • O que é mais cobrado nas auditorias PBQP-H
  • Pontos críticos ligados às obras
  • Rastreabilidade de materiais
  • Controle dos resíduos sólidos

A ministrante Fabiana de Souza é especialista do PBQP-H com mais de 280 HDs de auditoria e implementação em mais de 40 empresas e auditora líder reconhecida pelo IRCA (International Register Of Certificated Auditor).

Web seminário sobre PBQP-H

Quer entender como funciona o processo de auditoria de certificação no PBQP-H? Então não perca este webseminário promovido pela Templum: PBQP-H – Principais falhas em auditorias.

Fabiana de Souza, a palestrante, falará sobre as principais falhas no processo de auditoria que podem fazer com que uma empresa não conquiste a certificação. Fabiana é especialista no PBQP-H com mais de 280 HDs de auditoria e implementação em mais de 40 empresas. Auditora-líder reconhecida pelo IRCA (International Register Of Certificated Auditor).

O grande diferencial do web seminário é a possibilidade de interagir com nossa especialista que poderá ajudar sua empresa a dar um passo importante rumo ao PBQP-H.

Templum lança guia sobre PBQP-H

Para quem tem interesse em conhecer melhor o PBQP-H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat), a Templum acaba de lançar um guia que mostra o que é o programa, além de oferecer informações sobre como obter, quais os níveis de adesão, as dúvidas mais frequentes, os requisitos e os principais benefícios.

Guia sobre o PBQP-H

Um dos grandes benefícios do PBQP-H é a possibilidade de conquista de financiamento em instituições de crédito públicas (como a Caixa e o Banco do Brasil) e privadas (como Santander, Bradesco etc.) e a participação no programa “Minha Casa Minha Vida” do Governo Federal.

Quer saber mais sobre o PBQP-H? No nosso Canal do Conhecimento temos uma página especial sobre o PBQP-H. Aproveite para ler os posts que já produzimos sobre o PBQP-H.

Guia sobre PBQP-H para download

A Templum acaba de publicar um mini guia sobre o PBQP-H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat). Neste material, você vai saber o que é o PBQP-H, além de ter informações sobre como obter, quais os níveis de adesão, as dúvidas mais frequentes, os requisitos e os principais benefícios.

Guia gratuito PBQP-H

A adesão ao PBQP-H tem como um dos grandes benefícios a possibilidade de conquista de financiamento em instituições de crédito públicas (como a Caixa e o Banco do Brasil) e privadas (como Santander, Bradesco etc.) e a participação no programa “Minha Casa Minha Vida” do Governo Federal.

É importante ressaltar que esses órgãos têm o PBQP-H como pré-requisito para concessão de benefícios. Aproveite para dizer o que você achou deste material. Será um prazer ler o seu comentário!

Quer saber mais sobre o PBQP-H? Temos uma página sobre o PBQP-H aqui no Canal do Conhecimento. Você pode ler também os posts que já publicamos sobre o assunto.

Webseminário sobre PBQP-H e Geric

Quer conhecer um pouco mais sobre nossos dois produtos voltados à construção civil? Então participe deste webseminário gratuito da Templum sobre o PBQP-H e o Geric. É na terça que vem (10/12/2013).

Mais informações sobre PBQP-H e Geric

PBQP-H é um instrumento do Governo Federal que tem como intenção dar vazão à demanda do mercado da construção civil, mantendo padrões de qualidade e segurança. Leia tudo sobre PBQP-H no nosso Canal do Conhecimento.

A Geric é a Gerência de Risco de Crédito da Caixa. É nessa superintendência que são analisadas as solicitações de crédito ao banco para verificar se as empresas possuem capacidade de pagamento ao solicitar essa operação financeira. Leia tudo sobre o Geric da Caixa no nosso Canal do Conhecimento.

A rastreabilidade no PBQP-H

Um dos pontos importantes para as construtoras ao implementar o programa PBQP-H é a rastreabilidade dos materiais controlados da obra.

Materiais controlados são todos os materiais utilizados na execução de uma obra e que têm impacto no resultado final. Estes materiais possuem especificações e devem ser inspecionados no ato do recebimento. Exemplo de materiais controlados: cimento, blocos, areia, concreto, entre outros.

Agora, sabendo que a rastreabilidade é a capacidade de se localizar o histórico e a aplicação de itens por meio de registros gerados, vamos entender a relação entre eles.

Quando uma obra termina é fácil verificar visualmente o acabamento – se está conforme ou não. Ou seja, conseguimos claramente identificar se existem falhas na pintura, no reboco ou colocação de esquadrias, por exemplo.

Mas e quando trata-se da estrutura da obra? Como podemos garantir que a estrutura esteja conforme ou não?

Nesse caso temos 2 alternativas:

A primeira delas é realizar um ensaio destrutivo de forma a identificar a capacidade estrutural da empresa, o que não se trata de uma alternativa muito positiva uma vez que você não gostará de destruir o que acabou de construir.

A segunda alternativa é garantir que todos os materiais utilizados, bem como todos os serviços executados são controlados a fim de garantir a integridade de todo o processo. É o que chamamos de rastreabilidade.

Saiba tudo sobre PBQP-H no nossa página especial sobre o assunto. Não deixe de ver também as perguntas frequentes sobre o PBQP-H.

Vamos tomar como exemplo o concreto, que normalmente é o grande vilão das obras de construção civil. Nesse caso, como podemos garantir a rastreabilidade do concreto?

Em primeiro lugar, é necessário informar ao fornecedor do concreto (material controlado) qual é a resistência exigida pelo projeto. Essa resistência é chamada de FCK (Resistência Característica do Concreto à Compressão) e é determinada pelo engenheiro calculista responsável da obra.

Ao receber esse concreto na obra, o responsável deve coletar uma amostra e enviar para análise. Essa amostra deve ser identificada e esse código deve ser indicado no Mapa de Concretagem, ou seja, você deve identificar onde cada concreto recebido foi utilizado.

A analise da amostra do concreto deve ser realizada com 7, 14 e 28 dias após a entrega da amostra. Ao final do teste, a construtora deve verificar o FCK encontrado no ensaio realizado pelo laboratório e comparar com o valor solicitado pelo engenheiro calculista da obra.

Estando o FCK da amostra igual ao indicado no projeto, esse laudo deve ser armazenado de acordo com o procedimento controle de registros do seu sistema de gestão e o processo finalizado.

Porém, caso o FCK esteja menor que o exigido, a empresa deve verificar no Mapa de Concretagem qual foi o local da obra em que esse concreto foi aplicado, abrir uma não conformidade e aplicar o reforço necessário para que a estrutura da obra não fique prejudicada e coloque em risco a segurança dos funcionários, bem como daqueles que utilizarão a obra após a sua finalização.

Esse é o exemplo mais conhecido de rastreabilidade em construção civil, mas ressaltamos que todos os materiais controlados devem ter uma sistemática para recebimento e inspeção de todos esses itens a fim de garantir a qualidade e a integridade do material utilizado. Essa sistemática normalmente é realizada em instruções de trabalho que indicam a forma correta para cada material.

Uma sugestão para essa atividade é definir quais são os itens que serão avaliados na inspeção do material, como por exemplo: quantidade, dimensional, ensaio, nota fiscal, entre outros e indique para cada tipo de material qual é o critério de aprovação e então treinar os responsáveis pelo recebimento para o atendimento desse requisito.

Mãos à obra! Um ótimo trabalho.

Guia gratuito PBQP-H

Uma SPE pode certificar o PBQP-H?

Em visitas comerciais a clientes, frequentemente nos deparamos com essa questão – uma SPE (Sociedade de Propósito Específico) pode certificar o PBQP-H? Talvez essa dúvida seja comum em razão de não estar tão claro o conceito de SPE.

O que é uma SPE?

A Sociedade de Propósito Específico, como o próprio nome diz, é uma sociedade empresarial que tem finalidade específica, atividade restrita. Em alguns casos pode ter prazo de duração determinado e geralmente é utilizada para isolar o risco financeiro da atividade para a qual foi criada.

Evita que as demais atividades empresariais dos sócios contaminem o empreendimento, que é o propósito da sociedade.

De acordo com o PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat) e o SiAC (Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil) do Ministério das Cidades, SPE é: “Personalidade jurídica formalmente constituída, onde todos os sócios respondem pelas obrigações sociais da empresa.”

Entenda tudo sobre o PBQP-H nesta página em nosso Canal do Conhecimento.

SPE e o mercado imobiliário

No mercado imobiliário é comum pessoas físicas e/ou jurídicas (investidores, construtoras, proprietários de terrenos…) unirem-se em uma SPE com o propósito de realizar um único empreendimento imobiliário. Ou seja, unem suas forças e recursos para erguer um empreendimento e, ao término, se desligam.

É um tipo de investimento imobiliário em grupo, formado por investidores a fim de reunir recursos suficientes para bancar um empreendimento imobiliário – ou o início desse empreendimento – e depois lucrar com a venda das unidades (na planta ou prontas) para o consumidor final.

Neste setor, as SPEs têm crescido em virtude do atual cenário do setor imobiliário, caracterizado pela prosperidade econômica e política habitacional de concessão de crédito. A SPE, neste contexto, se torna uma parceria vantajosa e segura no aspecto jurídico.

Mas, voltando à questão principal, e de acordo com o Regimento Específico do SiAC:

Sim, é possível certificar no PBQP-H uma SPE.

Contudo, algumas ressalvas devem ser destacadas. São elas:

  • A declaração de Adesão ao PBQP-H – SiAC – Execução de Obras só poderá ser feita pela mesma empresa uma única vez no SiAC, individualmente ou como participante da SPE;
  • A adesão ao PBQP-H pode ser feita em nome da SPE. Entretanto, se algum dos integrantes da SPE já tiver feito a adesão e esta ainda estiver no prazo de validade, a adesão da SPE também terá a mesma validade;
  • Caso uma das empresas pertencentes à SPE já tenha feito uso da adesão ou já tenha sido certificada em qualquer um dos níveis do PBQP-H, e a adesão ou certificação já estiverem vencidas, a SPE será obrigada a obter, no mínimo, a certificação nível B.
  • E, se alguma das empresas da SPE já tiver sido certificada no nível A, este deverá ser o nível de certificação da SPE.

Então, se você estiver estudando a possibilidade de empreender no mercado imobiliário e estiver procurando parceiros para formar uma SPE, não deixe de consultar se os mesmos já aderiram, se são certificados, ou se já foram certificados no PBQP-H – SiAC – Execução de Obras. Saiba aqui como pesquisar construtoras com adesão ao PBQP-H.

Além disso, a certificação do PBQP-H neste caso será apenas do empreendimento registrado na SPE. Como ocorre o desligamento das empresas associadas após o término do empreendimento, deve ser analisada se há vantagem e viabilidade da implementação do PBQP-H na SPE.

Guia gratuito PBQP-H

Os requisitos legais e o PBQP-H

Em meio à implementação ou ao processo de adesão ao PBQP-H, surgem algumas dúvidas: qual a relação entre o PBQP-H e os Requisitos Legais? O que o Regimento Normativo diz a respeito? Como poderei atendê-los?

Com o objetivo de desmistificar e simplificar esse assunto, nós da Templum Consultoria Online mais uma vez nos dispomos a escrever para auxílio de nossos inúmeros leitores.

Vejamos o que o regimento normativo do SiAC diz a respeito:

ANEXO II – ARTIGO 28

“O organismo acreditador deve evidenciar a capacidade de a empresa construtora atender às normas técnicas e regulamentadoras e aos requisitos legais para produtos e serviços, bem como para segurança, saúde e meio ambiente aplicáveis, citando-as em seus documentos de especificação e memoriais técnicos e de aquisição, e no plano de qualidade da obra.”

Aqui a norma refere-se claramente à adequação da Organização ao atendimento dos Requisitos Legais, ou seja, qualquer norma, lei, decreto pertinente à organização e a sua atividade devem ser implementadas por serem exigências que colocam em risco a operação das empresas caso não sejam atendidas.

Os principais Requisitos Legais no PBQP-H

  • Alvará de construção;
  • ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) em nome da obra;
  • Comunicado prévio ao Ministério do Trabalho;
  • Livro de Inspeção do Trabalho;
  • ART dos Projetos;
  • PPRA, PCMSO e PCMAT;
  • NR 18 e demais NR’s;
  • Habite-se;
  • AVCB.

Observação: O cumprimento dos requisitos legais é fundamental para a conquista da certificação do PBQP-H, pois, caso não sejam cumpridos, a organização pode não ser certificada.

Para atender a esses requisitos, é necessário cumprir três passos principais. Vejamos abaixo quais são:

1º Passo: Identificação e Controle dos Requisitos Legais

Faça um levantamento em sua empresa visando a identificação das legislações pertinentes às atividades, produtos e serviços realizados. Para tal deve-se observar as legislações federal, estadual e municipal.

Pesquise em publicações oficiais, portais ou informes periódicos locais ou ainda em bancos de dados relacionados a seu produto e/ou prestação de serviços e passe a acompanhar permanentemente essas publicações.

No caso de empresas com escopo definido em Execução de Obras de Edificações, as exigências legais não têm muita disparidade, facilitando identificação e controle.

Para maior controle, elabore um check-list dos requisitos legais e reitere tudo, através de um Procedimento Documentado que tenha linguagem simples, clara e objetiva.

2º Passo: Manutenção dos Requisitos Legais

Feita a identificação e estabelecido o método de controle dos Requisitos Legais, é necessário verificá-los periodicamente, quanto à sua permanência ou atualização.

Cada item tem sua particularidade. Por isso, observe e controle bem as datas de vencimento e de renovação de cada um.

Esta manutenção deverá ser realizada com muito empenho e cuidado e dependerá do envolvimento não só do responsável pela implementação do PBQP-H, mas de outros departamentos diretamente ligados ao sucesso da operação.

IMPORTANTE: verifique sempre através das pesquisas já estabelecidas se novos requisitos legais vigoram ou passarão a vigorar.

3º Passo: Implementando os Requisitos Legais no PBQP-H

A implementação e busca pelo atendimento a cada requisito exigirá, na prática, muita diligência e disciplina – porém esse atendimento será muito compensador tanto para a organização quanto para seus colaboradores e clientes.

Essa implementação se dará das mais diversas formas e momentos, por isso disponibilizamos abaixo algumas situações para melhor entendimento.

Exemplo 1. O Uso dos EPI’s (equipamentos de proteção individual) deverá ser atendido no momento que as obras se iniciarem, devendo ser realizado treinamento com o pessoal. A evidência é o registro da entrega e termo de responsabilidade.

Exemplo 2. A NR 35 – Trabalho em Altura deverá ser atendida no momento em que ocorrer esta atividade, devendo ser realiza treinamento com o pessoal, preenchimento da permissão de trabalho e atendimento de todas as instruções da NR.

Exemplo 3. A comunicação prévia ao Ministério do Trabalho deverá ser realizada antes do início da execução da obra. A evidência é o registro da comunicação protocolada no Ministério do Trabalho.

Já vimos a relação e necessidade de atender aos requisitos legais na implementação do PBQP-H, sabemos que há um nível de dificuldade, mas, se feita com muito empenho e comprometimento, é possível!

Agora mãos à obra e vamos em frente!

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