OHSAS 18001: Como este Sistema de Gestão auxilia no combate as doenças ocupacionais?

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LER/DORT, asma ocupacional, silicose, antracnose, dermatose ocupacional, câncer de pele, surdez, catarata e a lista está longe de acabar!

Esta lista tenebrosa contém os nomes de algumas das famosas doenças ocupacionais, ora causadas por acidentes de trabalhos, ora por má execução de rotinas trabalhistas.

A OHSAS 18001 é, sem dúvida, uma ótima opção para evitar estes problemas enfrentados em todos os tipos de empresas. Este Sistema de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional possui como foco proteger e assegurar a segurança do ambiente de trabalho como um todo, evitando assim desgastes maiores para a organização.

Mas, como o OHSAS 18001 pode auxiliar na prevenção destes transtornos no ambiente de trabalho? A seguir listaremos algumas ferramentas importantes de um OHSAS 18001 que auxiliam no combate a este mal chamado: doenças ocupacionais.

1°) Na OHSAS 18001 é obrigatório definir uma política de Segurança e Saúde no Trabalho (SST).

A política de SST é uma ferramenta importantíssima, pois nela a alta direção valida todas as formas de lidar com os riscos reais da organização.

Este procedimento, obrigatoriamente, ressalta o compromisso real da empresa em sempre estar buscando a melhoria contínua. Além disso, a política de SST deve incluir o comprometimento em atender, no mínimo, a legislação vigente de Segurança e Medicina de Trabalho aplicável a instituição.

2°) A OHSAS 18001 planeja a forma de operar uma política de SST.

Definido a política de SST, a organização deve desenvolver três tipos de procedimentos diferentes:

  • Identificação de perigos contínuos;
  • Avaliação de riscos em potenciais;
  • Medidas de controle necessárias.

Basicamente, a OHSAS 18001 oferece suporte em todas as atividades rotineiras e não rotineiras de um empreendimento, com o propósito de evitar os acidentes de trabalho.

3°) o OHSAS 18001 levanta um responsável para gerenciar a SST de uma empresa.

Assim como em outros Sistemas de Gestão da Qualidade, neste também é necessário levantar um representante da direção com a responsabilidade específica de assegurar a implementação e operação do sistema.

A alta administração tem a responsabilidade de fornecer recursos básicos para o representante, pois sem este apoio torna-se difícil o controle e melhoria do sistema de gestão da SST.

4°) o OHSAS 18001 cria formas de medir os indicadores de SST de uma organização.

Não adianta implementar um SGQ como o OHSAS 18001 se você não possui meios de medir os resultados do mesmo.

Sendo assim, a organização deve estar comprometida em estabelecer formas de monitorar periodicamente o desempenho da política de SST da organização.

Para isto, os envolvidos estabelecem metas quantitativas e qualitativas. Entre uma das metas quantitativas, a quantidade de dias sem acontecer nenhum acidente de trabalho, é uma medida bastante interessante. Já no caso de uma meta qualitativa, o comprometimento da equipe de trabalho em participar em treinamentos específicos contra acidentes de trabalho pode ser avaliado qualitativamente.

Acidentes de trabalho é coisa séria!

Os gestores não comprometidos com os acidentes de trabalhos, logo verão os resultados de sua empresa também sofrerem graves acidentes.

Doenças ocupacionais prejudicam o andamento de qualquer projeto, pois afetam diretamente a equipe de colaboradores da organização.

O alto escalão comprometido com estes problemas analisam criticamente o sistema de gestão de SST, por conseguinte asseguram a eficácia completa de todos os processos e procedimentos estabelecidos na implementação do OHSAS 18001.

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