Conquiste a Certificação ISO e entre para o mundo da qualidade!

A proposta do blog ISO Fácil é desmistificar o processo de implementação e certificação de sistemas de gestão da qualidade ISO 9001 e mostrar os principais benefícios que uma empresa pode ter ao conquistar o selo ISO.

O que é ISO 9001

A ISO 9001 é a norma que permite às organizações verificar a consistência de seus processos, com os objetivos de aumentar a competitividade e a satisfação de seus clientes.

Continue lendo

Requisitos da norma

A norma ISO 9001 estipula que a empresa deve atender, apenas, às normas, leis e regulamentos do seu setor de atuação. Ou seja, o básico exigido pela lei brasileira.

Continue lendo

Passo a passo

Diagnóstico, curso sobre ISO 9001, mapeamento dos processo, desenvolvimento de procedimentos, treinamento, auditoria interna, escolha do organismo certificador...

Continue lendo

Classificação dos resíduos sólidos

Antes de discutirmos como classificar os resíduos sólidos (uma das etapas da implementação da ISO 141001), vamos definir o que são. Conforme a A ABNT NBR 10004: 2004 resíduos sólidos são:

“Resíduos nos estados sólido e semi-sólido, que resultam de atividades de origem industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e de varrição. Ficam incluídos nesta definição os lodos provenientes de sistemas de tratamento de água, aqueles gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição, bem como determinados líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos de água, ou exijam para isso soluções técnica e economicamente inviável em face à melhor tecnologia disponível.”

Para classificarmos os resíduos sólidos da sua organização vamos nos embasar na ABNT citada acima. De acordo com a norma o processo de classificação de resíduos envolve:

  • a identificação da origem do processo ou atividade que gerou o resíduo;
  • a identificação de seus constituintes e características do resíduo, e
  • a comparação desses constituintes com listagens de resíduos e substâncias cujo impacto á saúde e meio ambiente é conhecido.

A caracterização do resíduo deve ser criteriosa e baseado em laudos de classificação podendo ser baseado exclusivamente na identificação do processo produtivo; laudo de análise química, submetendo resíduos a testes de solubilidade e lixiviação ou ainda outro tipo de análise (cromatografia, absorção atômica, espectrofotometria UV, entre outros) que julgar necessário para melhor identificar os seus componentes.

Os resíduos serão classificados em:

  • Classe I – Resíduos Perigosos

Aqueles que apresentam algumas das características a seguir: periculosidade, imflamabilidiade, corrosividade, reatividade, toxicidade ou patogenicidade, ou;

  • Classe IIA – Resíduos Não Perigosos – Não Inertes

São aqueles que não se enquadram na classe I e na classe IIB, podem ter propriedades como biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água, ou;

  • Classe IIB – Resíduos Não Perigosos – Inertes

Quaisquer resíduos que quando amostrados de forma significativa seguindo as devidas normas da ABNT NBR 10007 e ABNT NBR 10006, não tiverem nenhum de seus constituintes solubilizados na água a concecntrações superiores ao padrão de potabilidade.

Mãos a obra!

 

 

 

Publicado em Implementação ISO 14001 | Tagged , , | Deixe um comentário

ISO 26000 – Responsabilidade Social

  Você empreendedor já ouviu falar sobre isso 26000? É uma norma internacional que possui diretrizes sobre Responsabilidade Social, o objetivo desta norma é fazer com que vários tipos de organizações (grandes ou pequenas) tenham objetivos em comum, sendo entre eles:

Encontrar o equilíbrio entre desenvolvimento econômico, progresso social e prestação ambiental. Inclusão, responsabilidade e respeitos pelas leis.

Criar produtos e serviços que melhorarão a vida. As empresas deverão ser a base de uma nova sociedade, onde comunidade e  consumidores deverão ser respeitados.

As organizações certificadas ISO 26000 possuem vantagens competitivas, já que atendem requisitos para Responsabilidade Social, trazem muitos benefícios as comunidades ao seu entorno e também uma grande satisfação do público interno.

A sustentabilidade é possível!

 Cristiane Gonçalves

Equipe ISO Online

Publicado em Gestão Empresarial | Tagged | Deixe um comentário

Capitalismo Consciente

Você já ouviu o termo “Capitalismo Consciente”?

A primeira vez que ouvi esse termo me pareceu extremamente incoerente, pois o capitalismo, tal como o conhecemos hoje, obedece à regra básica do lucro a qualquer preço, baseado na função de produção (F(x) : x(C x L) , onde C diz respeito ao capital e L ao trabalho) que em outras palavras significa que a produção dá-se em função de trabalho mais capital .

O lucro, por sua vez, é a diferença entre as receitas provenientes da produção e os custos ligados a ela. No sistema capitalista convencional, o que se busca é a maximização do lucro a todo e qualquer custo, porém a prática deixa cada dia mais evidente que isso resulta em pessoas estressadas, clientes insatisfeitos, degradação do meio ambiente, poluição e outros males mais.

Então, na contramão do lucro acima de tudo, vem nascendo timidamente uma tendência intitulada “Capitalismo Consciente”. Os empresários adeptos a essa tendência acreditam que o lucro vem como consequência em primeiro lugar de funcionários felizes e satisfeitos , que farão seu trabalho de forma a deixar o cliente satisfeito, que pagam mais pelo produto ou serviço e geram mais lucro aos acionistas.

Segundo dados levantados junto a bolsa de Nova York, as empresas que se guiam por essa tendência alcançam nove vezes mais lucro que as empresas guiadas pelo velho capitalismo selvagem. Fazem parte desse ranking gigantes como a Google, a Zappos, etc.

Nesse sentido um SGI (Sistema de Gestão Integrada) bem implementado, pode ajudar sua empresa a rumar por esse caminho, pois quando a Alta Direção opta por implementar um SGI ela está preocupada com a satisfação e a segurança de seus funcionários,o respeito e satisfação de seus clientes, a qualidade de seus produtos e serviços , sempre pautada pelo respeito ao meio ambiente.

Então …aceite esse desafio e coloque sua empresa na direção do futuro! Boa Sorte e conte com o auxilio de nossos consultores sempre que precisar!

Aline Tonon Equipe ISO On line.

Publicado em Casos de sucesso, Gestão ambiental, Gestão Comercial, Gestão Empresarial, ISO Online | Tagged | Deixe um comentário

VERIFICAÇÃO DO PROJETO x VALIDAÇÃO DO PROJETO

Uma dúvida frequente referente ao item 7.3 –  Projeto e Desenvolvimento da norma ISO 9001:2008 é a distinção entre Verificação e Validação, para ajudar no entendimento destas duas etapas seguem:

VERIFICAÇÃO DO PROJETO: São atividades realizadas para assegurar o andamento do projeto de acordo com o cronograma estabelecido, para verificar se há divergências nos resultados apresentados, enfim verificar é acompanhar a condução do projeto diante dos objetivos propostos, como por exemplo:

• A realização de cálculos alternativos.

• A comparação do novo projeto com um projeto similar comprovado.

• A realização de testes de certificação e demonstrações.

• A revisão dos documentos da etapa de projeto antes da publicação.

A verificação do projeto ocorre na inspeção e testes durante a etapa de produção. O Projetista especifica todas as inspeções ou testes especiais que possam verificar o projeto através de meios práticos o mais cedo possível na fase de produção ou instalação.

VALIDAÇÃO DO PROJETO: Na medida em que as atividades de projeto são executadas estritamente em conformidade com as instruções do cliente (verificados ao longo do projeto) o projeto pode ser melhor validado através da realização de testes e demonstrações funcionais sob condições de operação definidas e reais. (simulação do uso)

A validação do sistema projetado, instalado e funcional é confirmada através das aprovações por parte do cliente.

Anexo tabela para Validação de um projeto. Validação do Desenvolvimento

 

Cristiane Gonçalves

Equipe ISO Online

Publicado em Benefícios da ISO 9001, Certificação ISO 9001, Implementação ISO 9001 | Tagged | Deixe um comentário

5W2H – TABELA

O 5W2H é um mapeamento de atividades que a serem executadas dentro de um projeto, onde ficarão determinados com muita clareza, etapas, justificativas, locais, prazos,  responsáveis, métodos e custos. O nome desta ferramenta foi determinado como 5W2H por juntar as primeiras letras dos nomes (em inglês) das diretrizes utilizadas neste processo. Abaixo você pode ver cada uma delas e o que elas representam:

What?  O que será feito – etapas
Why?  Por que será feito – justificativa
Where? Onde será feito – local
When?  Quando será feito – tempo
Who?  Por quem será feito – responsabilidade
How?  Como será feito – método
How much?  Quanto custará fazer – custo

Antes de utilizar a ferramenta se faz necessário que a estratégia de ação já esteja definida, uma reunião com os responsáveis no projeto poderá ser útil para chegar a um ponto comum, definindo responsabilidades, prazos, etc.

Ao planejar as atividades de um projeto gerencial, você deve responder às  7 perguntas com clareza. Posteriormente, você deverá elaborar uma tabela com tudo o que foi planejado.

Segue modelo de Tabela 5W2H (Tabela 5W2H) ela pode ser modificada conforme achar melhor (linhas, colunas, cores, etc), mas não se esqueça de especificar,  todas as etapas do processo.

O 5W2H é uma ferramenta bem fácil de ser implementada e os resultados são ótimos para os donos dos processos. Não deixe de utiliza-la em sua rotina. Você e a organização  só terão a ganhar!


Cristiane Gonçalves

Equipe ISO Online

Publicado em Gestão Empresarial | Tagged , | 2 Comentários

REQUISITOS DO CLIENTE

Sempre fica aquele ponto de interrogação quando falamos de requisitos do cliente, quando o cliente solicita algum produto ou serviço, informa detalhes como quantidade, tipo do produto ou serviço e data de entrega desejada, estes são os requisitos declarados, porém estes requisitos são apenas parte de todos os requisitos que uma organização deve considerar ao receber o pedido de compras. A norma ISO 9001:2008 no item 7.2 Determinação de requisitos relacionados ao produto menciona que a organização deve determinar os requisitos do produto ou serviço antes de fechar o acordo comercial.

Estes requisitos são:

  • Requisitos declarados pelo cliente: solicitações feitas verbalmente ou descrita em pedido ou contrato como tipo de produto ou serviço, quantidade, forma de entrega e prazo de entrega.
  • Requisitos de pós-venda: são requisitos já oferecidos pela empresa, mas que em alguns casos o cliente declara, como exemplo temos garantida pós venda, garantia estendida, seguro, manuais de instalação, pasta de entrega de serviços, etc.
  • Requisitos não declarados: requisitos não determinados pelo cliente, mas fundamentais para o uso do produto ou serviço, como exemplo temos baterias, manual do usuário, suporte para fixação, chave reserva, etc.
  • Requisitos estatutários e regulamentares aplicáveis ao produto: são requisitos impostos por lei, por exemplo empresas de produtos ou serviços alimentícios devem seguir os requisitos dispostos pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária),  empresas de produtos ou serviços de petróleo devem seguir os requisitos dispostos pela Petrobras ou produção e comercialização de peças técnicas metálicas deve-se observar a regulamentação referente ao produto, tais como: normas técnicas (ABNT, DIN, etc).

Após determinação dos requisitos declarados e não declarados, fica mais fácil atender o cliente e também estar de acordo com órgãos regulamentadores, fecha-se um ciclo de excelência no atendimento e comprometimento com os requisitos estatuários.

 

 

Cristiane Gonçalves

Equipe ISO Online

Publicado em Certificação ISO 9001 | Deixe um comentário

COMO PROMOVER A QUALIDADE?

  A qualidade deve ser parte integrante da cultura da organização, independentemente da função ou departamento que os colaboradores atuam, estes devem estar comprometidos com a qualidade. Não importa se é o porteiro ou gerente todos tem sua participação dentro do Sistema de Gestão da Qualidade, mas sempre surge aquela pergunta, como promover a Qualidade?

Primeiramente a alta direção deve definir  o que realmente deve ser destacado dentro da Qualidade, um exemplo a Alta Direção definiu que quer ver sua empresa menos poluída visualmente, racionalizar o uso de materiais de escritório, aumentar a produtividade com sequenciamento visual das etapas, etc. Para atingir estes pontos da qualidade a empresa opta pela implementação de um Sistema da Qualidade, então novamente a pergunta, como promover a Qualidade?

Seguem algumas dicas:

Equipe da Qualidade: Montar uma equipe que terá a função de desenvolver trabalhos na organização com objetivo de melhorar as atividades internas, a equipe deve ser qualificada atendendo 3 critérios:

Metas: a equipe deve estar orientada a um mesmo sentido.

Avaliação de desempenho: a equipe deve estar qualificada para realizar a sua própria análise crítica de desempenho baseado em suas ações, a meta deve estar bem clara e alinhada na equipe.

Promover a Qualidade:  promoção dos temas através dos diálogos e informações baseadas nos objetivos da Qualidade da organização.

Reuniões da Qualidade: Envolver as pessoas com reuniões breves e periódicas (com no máximo 1 hora de duração), o tema das reuniões devem ser voltados à qualidade, assuntos como: resultados de ações, apresentação da evolução dos indicadores, ilustrações sobre o tema Qualidade,  troca de ideias para solução de um determinado problema, etc.

Palestras ou vídeos: podem ser aplicadas por especialistas com vivencia em diferenciadas situações, profissionais da área, palestras sobre motivação, casos de sucesso, etc.

 Teatros: inserir o tema qualidade através de peças teatrais. Existem empresas que oferecem este tipo de serviço. A peça teatral ajuda na interpretação de ações relacionadas aos objetivos da organização, conteúdo sério apresentado de forma divertida.

 Revistas especializadas: revistas que abordam o tema Qualidade devem estar disponíveis em lugares onde os colaboradores costumam parar para tomar um café, área de laser, recepção etc. A preocupação é em disponibilizar conteúdos leves,  sem linguagem técnicas, a leitura deve ser prazerosa.

Treinamentos: o treinamento deve ter conteúdos da qualidade, com dinâmicas de grupo, atividades para ser preenchidas, principalmente para os colaboradores do operacional, o conteúdo deve ser didático.

 Murais informativos: o famoso Quadro de Avisos localizado estrategicamente próximos aos cartões de ponto, áreas de laser, entrada principal, nele poderemos inserir informações diversas sobre a qualidade, exemplo: Política da Qualidade, Objetivos da Qualidade, artigos, etc.

As dicas estão aqui agora é só elaborar um bom cronograma.

Não deixem de consultar o link abaixo:

http://www.qualidadebrasil.com.br/noticia/qualidade_dicas_para_promover_a_cultura_da_qualidade

Cristiane Gonçalves

Equipe ISO Online

 

 

Publicado em Gestão Empresarial, Implementação ISO 9001 | Tagged | Deixe um comentário

EPI e Não Conformidade – Parte 2

Hoje falaremos das responsabilidades atribuídas ao empregado e ao fabricante/importador no que diz respeito aos Equipamentos de Proteção Individual, de acordo com a Norma Regulamentadora 6.

O empregado deve se precaver, pois cabe a ele fazer uso dos EPI`s apenas para as finalidades a qual eles se destinam, guarda-los em local apropriado, conservá-los de forma correta, reportar ao empregador ou ao superior imediato qualquer alteração que torne o(s) equipamento(s) inadequado ao uso, além de seguir as regras de utilização impostas pela empresa.

Caso o empregado não siga essas determinações ele pode ser notificado pela empresa, com uma carta de advertência, por exemplo.

Já quanto ao fabricante/importador, ele deve se responsabilizar por todas as etapas que envolvem a emissão e renovação do Certificado de Aprovação do equipamento, (mais detalhes ver: http://certificacaoiso.com.br/epi-equipamentos-de-protecao-individual). A empresa fabricante/importadora também deve manter nos equipamentos o número do lote de fabricação, o nome comercial da empresa, o número do Certificado de Aprovação, o nome do importador (quando necessário), e em alguns casos, providenciar a avaliação da conformidade no Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Sinmetro – http://www.inmetro.gov.br/inmetro/sinmetro.asp), além de fornecer informações pertinentes sobre a forma de limpeza e higienização dos seus equipamentos.

Fique atento e boa sorte nessa jornada, pois a NR 6 traz pontos simples, mais primordiais em um processo de certificação na OHSAS 18001.

Aline Tonon Equipe ISO On line.

Publicado em ISO Online, OHSAS 18001 | Tagged , , | Deixe um comentário

Diferença entre documentos e registros

Muito já se falou em nosso blog sobre o controle de documentos e o controle de registros , mais DOCUMENTOS e  REGISTROS não são a mesma coisa?

Não. Existe uma diferença ente documento e registro. No contexto da norma 9001 um documento refere-se ao futuro, ao planejamento, a diretrizes que nortearão os rumos de sua empresa. São documentos que estabelecem aonde sua empresa quer chegar, como seus funcionários deverão agir e como as tarefas do seu processo deverão ser executadas. São exemplos de documentos: um procedimento, uma instrução de trabalho, o código de ética da sua empresa, uma norma, uma lei. Todos esses citados e outros determinam uma “regra”, uma forma de agir dentro da sua organização.

Pense na sua realidade, dentro da sua empresa quais seriam os documentos que ditam regras para o futuro….são eles precisam ser controlados.

E registros… o que são registros….uma forma simples de entender é pensar que registros são anotações que ocorreram no passado, fatos que já ocorreram….Chamaremos esses registros de evidencias …pois de fato eles são a prova de alguma coisa que já aconteceu….São exemplos de registros uma nota fiscal preenchida, uma ordem de serviço preenchida, uma ordem de produção preenchida,um certificado de um curso que ocorreu, uma ata de uma reunião que já ocorreu.um formulário de matricula preenchido.

Percebam que um documento pode vir a se tornar um registro……Pensem em uma ordem de orçamento em branco, ela lhe diz quais dados você precisará ter em mãos para , no futuro, fazer uma compra.

No exemplo citado, você precisará do nome do cliente, a cidade onde ele reside , o estado , o CEP e assim sucessivamente. À medida que você preenche esse documento, com dados reais do seu cliente ele se torna um registro, pois reflete um pedido de um cliente que já aconteceu. O mesmo pode ser dito de um formulário de nota fiscal em branco, que é um documento e quando preenchido torna-se um registro de uma venda que já ocorreu

Agora que está mais clara a diferença entre documento e registro, fica a pergunta: quais documentos e registros precisam ser controlados?  O texto da norma é pouco específico diz apenas que “Os documentos requeridos pelo sistema de gestão da qualidade devem ser controlados”. Dessa forma é você quem vai determinar quais documentos você irá controlar. A  IsoOnline lhe indicará alguns documentos que farão parte do seu Sistema de Gestão da Qualidade e que obrigatoriamente deverão ser controlados.

Boa Sorte nessa etapa e conte com o auxilio de nossos consultores sempre que precisar!

Aline Tonon- Equipe ISO On line.

Publicado em Benefícios da ISO 9001, Certificação ISO 9001, Implementação ISO 9001, ISO Online | Tagged , , , , , | Deixe um comentário

COLETA SELETIVA – CORES DE IDENTIFICAÇÃO

A reciclagem é um termo muito utilizado atualmente e significa reaproveitar materiais para fabricação de um novo produto. Muitos materiais podem ser reciclados, como papel, vidro, metal, plástico, etc. Reciclando os materiais reduzimos a utilização de fontes naturais e também diminuímos a utilização dos aterros.

A palavra reciclagem ganhou destaque a partir do final da década de 1980, quando foi constatado que as fontes de petróleo e de outras matérias-primas não renováveis estavam se esgotando rapidamente, e que havia falta de espaço para a disposição de resíduos e de outros dejetos na natureza. A expressão vem do inglês recycle (re = repetir, e cycle = ciclo).

O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA, em sua Lei 6.938 considera que a reciclagem de resíduos deve ser incentivada, facilitada e expandida no país, para reduzir o consumo de matéria-prima, recursos naturais e não renováveis (energia e água), determinando assim um sistema de identificação de fácil visualização, de validade nacional. Essa lei determina código de cores para os diferentes tipos de resíduos, a ser adotado na identificação de coletas e transportadoras, bem como nas campanhas informativas de coleta seletiva:

Esta lei então determina que as cores para os recicláveis sejam conforme abaixo:

Azul = Papel e Papelão

Vermelho = Plástico

Verde = Vidro

Amarelo = Metal

Preto = Madeira

Laranja = Resíduos perigosos

Branco = Resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde

Roxo = Resíduos radioativos

Marrom = Resíduos orgânicos

Cinza = Resíduo geral não reciclável ou misturado, ou contaminado não passível de separação

De acordo com esta codificação por cores fica fácil a identificação de todos os resíduos produzidos. Segue tabela com vários tipos de reciclável para ajudar na separação correta.

TABELA DE RECICLAGEM

 
Cristiane Gonçalves

Equipe ISO Online

Publicado em Gestão ambiental, Implementação ISO 14001, ISO 14001 | Tagged | Deixe um comentário

Formando um time de ELITE de vendas

O Sonho de qualquer empresário é ter clientes cada vez mais satisfeitos, reduzir custos desnecessários e vender cada vez mais.

Este post tem como objetivo compartilhar experiências do time de vendas ISO Online, iremos falar um pouco do que acreditamos que seja a base do sucesso do nosso time em VENDAS.

 

1 – Treinamento

Lutadores de MMA treinam 99% e sobem ao ringue 1% do tempo dedicado a profissão;

Para um piloto chegar a fórmula 1 ele dedicou uma vida inteira de treinamento e concorreu com milhões de pilotos, procure ser o melhor, procure estar nos 20% que vendem mais;

Apenas 0,1% dos jogadores de futebol tornam-se campeões do mundo  FIFA, pouquíssimas são as exceções de jogadores que não suam muito a camisa;

Precisamos treinar, treinar, treinar depois treinar, treinar, treinar!

 

2 – Disciplina

Acordar pensando na venda, almoçar pensando na venda, sonhar com a venda.

Melhorar a cada venda, a cada objeção. Trabalhar muito não significa trabalhar bem. Um bom vendedor nunca dá um desconto sem uma troca.

 

3 – Relacionamento

Não podemos enxergar a venda como uma foto, a venda é um filme com início meio e  (sem) fim, relacionamento é tudo!

Criar amizade com nossos clientes, dar risada, vender valor, levar uma solução ao problema;

Almoçar com clientes, conversar sobre os problemas e soluções, ter uma conta no facebook e linked-in e usar a favor da venda, ter metas de indicação.

 

4 – Persistência

Ter um mecanismo eficiente de FOLOW-UP, desistir nunca, impossível deve ser algo riscado do vocabulario do bom vendedor

DICA! Utilizamos na ISO Online o Sharepoint da Microsoft como ferramenta de controle do dia a dia dos vendedores, quem tiver interesse podemos mostrar como funciona, e como funciona bem!

 

5 – Informação

Buscar a informação antes de ir para o cliente, montar estudos de caso, levar ideias aos clientes, principalmente os ramos e atividades que nao temos clientes, sempre levar pelo menos um cliente certificado daquela atividade, levar a solução para o problema, vender valor.

Um time de vendas é movido acima de tudo por metas, talentos e pessoas que queiram crescer junto com a empresa. Opte sempre por escolher um vendedor que prefira uma comissão agressiva ao invés de um salário fixo razoável.

 

Atenciosamente,

Rodrigo Furniel

Diretor Comercial – ISO Online

(19)3705-3321

(19)9745-1040

Publicado em Gestão Comercial, Gestão Empresarial | 8 Comentários

Como mapear novos clientes

Atualmente um dos grandes desafios do nosso dia a dia é conhecer melhor quem são os nossos possíveis clientes (prospects), principalmente antes de agendar uma visita ou até mesmo da primeira ligação.
Existem algumas técnicas que podem contribuir muito nessa busca de informações, como segue abaixo:

  • Estude o negócio de quem você irá atender: A Internet é um poderoso canal de pesquisa, principalmente as redes sociais (Facebook, Linked In, Twitter, etc…).
  • Conheça o interlocutor: Quais são suas preferências, costumes, horários, etc…
  • Identifique possíveis necessidades: Utilize perguntas chave para entender melhor como funcionam os processos na empresa (ex. Quem são os clientes que sua empresa atende? Me conte um pouco sobre a história da sua empresa. Oque ela faz e como ela faz?).
  • Identifique o processo de compra: Estou falando com a pessoa que tem o poder de decisão da compra?
  • Escute: Saber ouvir o prospect vai lhe ajudar ainda mais a entender e identificar as suas necessidades.
  • Esteja preparado: Conheça a fundo os seus produtos/serviços e apresente os benefícios que eles oferecem. “Não venda água, mate a sede do seu cliente”

As empresas que conseguirem ser pró ativas e entenderem esses aspectos terão ao seu favor um grande diferencial no seu atendimento e também nas negociações.

Sucesso e boas Vendas!

Publicado em Gestão Comercial | Tagged , , | Deixe um comentário

Motivação para Qualidade

A motivação é o fator chave a obtenção da qualidade nos programas de excelência que muitas organizações buscam. Ter uma equipe comprometida com a qualidade nos processos produtivos depende muito do grau de motivação a qual esta equipe foi submetida, como os integrantes dela reagem mediante a uma nova forma de fazer e pensar.

Se as empresas considerarem que a obrigação, obediência e o conhecimento dos requisitos da norma ISO 9001:2008, são os únicos fatores importantes aos seus colaboradores, ainda que exista boa vontade por parte da Alta Direção, poderá gerar dificuldades dentro do Sistema de Gestão da Qualidade, pois faltará o fator essencial a Motivação.

Estes novos tempos em que vivemos demandam mudanças na gestão de pessoas. Novos conceitos devem fazer parte da cultura organizacional. O colaborador precisa sentir-se parte de um todo. A liderança deve servir, e não apenas ser servida. A função do líder dentro deste novo panorama é ser facilitador, perceber as individualidades dos membros da sua equipe e atender essa individualidade dentro dos limites possíveis.

Quando a liderança passa a ter esta postura, as pessoas sentem-se ouvidas e compreendidas, melhorando o canal de comunicação, gerando um clima de respeito e motivação, neste nível de relação, será fácil programar ou dar manutenção em um Sistema de Gestão da Qualidade, pois os colaboradores estarão motivados  a dar resultados, pois sentem-se parte da organização e até mesmo membro de uma grande  “família” que escuta e apoia.

Motivação é inerente ao ser humano, devendo ser cultivada por uma compreensão profunda a respeito das  características naturais de existência. Nos tempos em que vivemos a imposição não possui resultados satisfatórios.

Agora você já pode MOTIVAR sua equipe e conquistar grandes resultados no Sistema de Gestão da Qualidade.

 

Cristiane Gonçalves

Equipe ISO Online

Publicado em Certificação ISO 9001, Gestão Empresarial, Implementação ISO 9001 | Tagged | Deixe um comentário

PCMSO

PCMSO são as iniciais para Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional previsto na norma regulamentadora NR 7 emitida pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Esta norma regulamentadora estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implantação do PCMSO, por parte de todos os empregadores e instituições, com o objetivo de monitorar, individualmente, aqueles trabalhadores expostos aos agentes químicos, físicos e biológicos definidos pela NR 9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA).

O objetivo da PCMSO é monitorar por anamnese  e exames laboratoriais a saúde dos trabalhadores a fim de identificar precocemente qualquer desvio  que possa comprometer  a saúde dos trabalhadores.

Existem profissões sem riscos ocupacionais?

Não, todas as atividades possuem riscos que devem constar no Atestado de Saúde Ocupacional (ASO), por exemplo, riscos mecânicos, ergonômicos, entre outros inerentes à atividade.

Na confecção do PCMSO, quais os principais cuidados com o preenchimento do Atestado de Saúde Ocupacional (ASO)?

Deve-se fazer constar todos os itens previstos na NR 7, com atenção para: nome, número de identidade, função, riscos ocupacionais específicos, tipos de exames que foram realizados com data, nome do médico coordenador e nº de registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), definição apto/inapto, nome do médico examinador e forma de contato ou endereço, data e assinatura. Deverá conter espaço para a assinatura do trabalhador comprovando o recebimento de uma segunda via do atestado.

As microempresas estão obrigadas a manter o PCMSO?

Sim, a NR 7 não exclui nenhuma empresa que admita trabalhadores como empregados de implementar o PCMSO.

O que deve ser feito primeiro, o PPRA ou o PCMSO ?
Sendo programas de caráter permanente, eles devem coexistir nas empresas e instituições, com as fases de implementação articuladas. No primeiro ano, entretanto, o PPRA deverá estar na frente para servir de subsídio ao PCMSO.

Publicado em OHSAS 18001 | Tagged , , , | Deixe um comentário

PPRA

PPRA são as iniciais para Programa de Prevenção de Riscos Ambientais previsto na norma regulamentadora NR 09 emitida pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Esta norma regulamentadora estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação de um programa de Higiene Ocupacional visando à preservação da saúde e integridade física dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho.

Mas o que são riscos ambientais?

Para o PPRA riscos ambientais são:

  • agentes físicos ( ruídos, vibrações, temperaturas extremas, etc);
  • agentes químicos ( poeiras, fumos, gases, vapores, etc);
  • agentes biológicos (bactérias, fungos, vírus, etc);

que presentes no ambiente de trabalho são capazes de causar danos a saúde do trabalhador em função de sua natureza, concentração, intensidade ou tempo de exposição.

Minha empresa deve ter o PPRA?

A elaboração e a implementação do PPRA são obrigatórias para todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. Não importa, nesse caso, o grau de risco ou a quantidade de empregados. Desta forma, condomínios, estabelecimentos comerciais ou industriais estão obrigados a manter o PPRA estruturado de acordo com suas características e complexidades.

Ou seja todas as empresas que admitam empregados tem que ter o PPRA.

Quem elabora o PPRA?

A NR 9 não estabelece objetivamente quem é o profissional, porém as atribuições estabelecidas para a gerência do PPRA nos mostram que ele deverá estar sob a coordenação de um profissional dos Serviços Especializados em Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT).

São legalmente habilitados o técnico de segurança do trabalho, o engenheiro de segurança do trabalho e o médico do trabalho para assinar o PPRA.

A CIPA pode participar da elaboração do PPRA?

O PPRA é uma obrigação legal do empregador e por isso deve ser de sua iniciativa e responsabilidade direta. Porém não existe nenhum impedimento legal para que a CIPA participe da elaboração desse programa.

O PPRA se resume apenas a um documento que deverá ser apresentado em caso de fiscalização do Ministério do Trabalho?

Não. O PPRA é um programa de higiene ocupacional constituído de uma série de ações contínuas. O documento-base, previsto na estrutura do PPRA, deve estar à disposição da fiscalização, ele possui o cronograma de ações que é um roteiro das principais atividades a serem implementadas para atingir os objetivos do programa.

Em resumo, se o cronograma de ações não estiver sendo implementado, o PPRA  não será eficaz para minimizar a possibilidade de ocorrência de doenças ocupacionais.

Publicado em OHSAS 18001 | Tagged , , | Deixe um comentário

EPI e Não Conformidade

Ainda falando sobre Equipamentos de Proteção Individual – EPI, sob a luz da NR6 (aquela que estabelece definições legais, formas de proteção, requisitos de comercialização, e responsabilidades tanto para o empregador, empregado, fabricante, importador e MTE) gostaria de chamar atenção para as responsabilidades de cada um dos envolvidos, pois somente estará garantida a integridade física dos colaboradores frente aos riscos possíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho, se cada um assumir sua responsabilidade.

A NR 6 determina que cabe ao empregador adquirir o equipamento adequado ao risco de cada atividade. Normalmente o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT, juntamente com a CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) e os trabalhadores usuários definem o equipamento adequado a cada atividade.

Em empresas onde não exista o SESMT, a análise sobre a adequação do EPI deve ser feita pela CIPA, ou ainda o representante dos funcionários,  sob orientação de um profissional habilitado, usualmente um técnico de segurança, um engenheiro de segurança ou em alguns casos, empresas contratadas para esse fim.

Depois de adquirir e distribuir gratuitamente aos trabalhadores (registrando evidencias da distribuição), o empregador deve exigir o uso correto, treinar e orientar o trabalhador sobre a guarda, a conservação e o uso adequado.

O empregador deve ainda garantir que o trabalhador não use um equipamento danificando, trocando o equipamento tão logo ele sofra qualquer tipo de avaria, ou também repondo em caso de perda.

Também cabe ao empregador higienizar e dar manutenção periódica aos equipamentos e relatar ao MTE qualquer irregularidade observada.

O não cumprimento de qualquer uma dessas etapas poderá acarretar á empresa uma não conformidade quando ela busca a certificação na OHSAS 18001.

Fique atento. Nos próximos post falaremos das demais reponsabilidades.

Boa sorte nessa jornada.

Aline Tonon

Equipe ISO On line.

Publicado em ISO Online, OHSAS 18001 | Tagged , | Deixe um comentário

EPI – Equipamentos de Proteção Individual

Hoje falaremos sobre Equipamentos de Proteção Individual – EPI, item de extrema importância para você que deseja implementar a OHSAS 18001 em sua empresa.

Para reger o uso dos EPI`s existe uma norma regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) que trata especificamente deste tema, é a NR 6 – Equipamentos de Proteção Individual – EPI.

No processo de implementação da OHSAS 18001 o cumprimento dessa norma será analisado e cobrado no item 4.3.2 Requisitos Legais e outros, visto que as NR`s tem a sua existência jurídica assegurada em nível de lei ordinária conforme artigos 166 a 167 da CLT.

Dentre outras diretrizes a NR6 estabelece definições legais, formas de proteção, requisitos de comercialização, e responsabilidades tanto para o empregador, empregado, fabricante, importador e MTE.

A NR 6 determina que todos e quaisquer equipamentos destinado à proteção individual, sejam eles nacionais ou importados, devem possuir a indicação do Certificado de Aprovação – CA que a empresa fabricante ou importadora deve cadastrar no sistema chamado CAEPI _Certificado de Aprovação de Equipamento de Proteção Individual. Esse documento atesta que o produto apresenta as condições necessárias e foi produzido de acordo com as especificações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e dessa forma pode ser considerado um EPI.

Normalmente as empresas fabricantes ou importadoras, gravam o número do C.A e sua validade no próprio equipamento, mais eles também podem ser conferidos no site do MTE, no link http://www3.mte.gov.br/sistemas/caepi/PesquisarCAInternetXSL.asp.

O certificado completo traz informações sobre a descrição do equipamento, se ele é importado ou nacional, o nome, o CNPJ, o CNAE e o endereço da empresa fabricante ou importadora, bem como a descrição das atividades para as quais aquele equipamento foi aprovado e ainda o laboratório e o laudo que atestam essa aprovação.

Verifique se os equipamentos usados na sua empresa possuem C.A válido, somente dessa maneira você estará garantindo a integridade física dos seus colaboradores frente aos riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

Boa sorte nessa jornada.

Aline Tonon

Equipe ISO On line.

Publicado em ISO Online, OHSAS 18001 | Tagged , , | Deixe um comentário

Recursos Humanos – Ítem 6.2 – Habilidades

Ao iniciarmos a implementação da ISO 9001 somos “bombardeados” por uma imensidão de informações, detalhes, por menores, que podem nos levar a dúvidas e a erros.

No item 6.2 (Recursos Humanos) a norma orienta que “as pessoas que executam atividades que afetam a conformidade com os requisitos do produto devem ser competentes, com base em educação, treinamento, habilidade e experiência apropriados”.

Hoje falarei um pouco mais sobre habilidades, uma das bases citadas pela Norma ISO 9001 para verificar a competência das pessoas envolvidas no processo produtivo das empresas.

A própria definição de habilidade pode gerar dúvidas: segundo Voltaire habilidade seria um indicativo da capacidade de produzir soluções para um dado específico. Segundo outros autores habilidade pode se desmembrar em habilidade verbal, habilidade mecânica, habilidade matemática e está intimamente ligado á definição de competência.

Para facilitar listarei abaixo algumas habilidades usuais para ajuda-los na descrição de cargos. São habilidades:

  1. Planejamento
  2. Organização
  3. Foco em resultados
  4. Dinamismo
  5. Iniciativa
  6. Criatividade
  7. Disciplina
  8. Integridade e coerência.
  9. Flexibilidade
  10. Autoconfiança e autoconhecimento
  11. Intuição
  12. Capacidade crítica
  13. Compreensão
  14. Competitividade
  15. Visão no cliente
  16. Compreensão interpessoal e empatia.
  17. Capacidade de liderança
  18. Persuasão
  19. Relacionamentos/Pessoas
  20. Coaching
  21. Trabalho em equipe
  22. Visão do negócio
  23. Autocontrole das emoções
  24. Comunicação e negociação
  25. Agilidade para tomar decisões
  26. Aprendizado e desenvolvimento pessoal

Não são habilidades:

  1. Disponibilidade
  2. Comprometimento
  3. Pontualidade
  4. Honestidade
  5. Caráter

Não deixem de consultar outros posts que abordam o assunto:

http://certificacaoiso.com.br/plano-de-cargos-salarios-e-uma-exigencia-da-iso-9001/

http://certificacaoiso.com.br/como-investir-certo-nos-treinamentos-necessarios-a-adequacao-para-iso9001/

Boa sorte nessa jornada.

Aline Tonon

Equipe ISO On line.

Publicado em Benefícios da ISO 9001, Certificação ISO 9001, Gestão Empresarial, Implementação ISO 9001, ISO Online | Tagged , , | Deixe um comentário

Passivos Ambientais

Em Junho de 2011, o Departamento de Meio Ambiente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), preocupado com as questões ambientais publicou um documento com “Informações Básicas sobre Áreas Contaminadas” disponível em http://www.fiesp.com.br/arquivos/2011/publicacao/Cartilha-DMA.pdf.

O documento destina-se a gerentes e técnicos que buscam informações sobre o gerenciamento das áreas contaminadas e a prevenção de novos passivos ambientais. Dentre outros tópicos o documento alerta para as sérias consequências financeiras que uma área contaminada pode acarretar à empresa. Na Alemanha os custos relacionados ao problema somam US$ 50 bilhões. Na União Europeia foram identificadas cerca de 300 mil áreas contaminadas, sendo cerca de 100 mil somente na Holanda. No estado de São Paulo, em 2010 forem catalogadas cerca de 3.675 áreas contaminadas, que podem ser acessadas em http://www.cetesb.sp.gov.br/areas-contaminadas/relacoes-de-areas-contaminadas/15-publicacoes.

A preocupação com contaminação ambiental deve estar presente antes mesmo do inicio de operação de sua empresa/indústria, ainda na fase de aquisição do terreno, imóveis e privatizações. É recomendável que se faça uma investigação ambiental, a fim de verificar a existência de passivos ambientais antes de adquirir novos “sites” para sua empresa, pois a responsabilidade e a obrigação da restauração ambiental precaem sob os novos proprietários, que devem arcar com os custos de Avaliação Preliminar, Investigação Confirmatória, Investigação Detalhada, Monitoramento, Reabilitação, Remediação, conforme o caso.

Conforme já foi abordado anteriormente neste blog, (Passivo Ambiental – http://certificacaoiso.com.br/passivo-ambiental/) a existência de um passivo ambiental interfere diretamente na certificação da ISO 14001, portanto fique atento.

Boa sorte nessa jornada.

Aline Tonon

Equipe ISO Online.

Publicado em Certificação ISO 14001, Gestão Empresarial, Implementação ISO 14001, ISO 14001 | Tagged | 1 Comentário

O que é Segurança do Trabalho?

Segurança do trabalho pode ser entendida como os conjuntos de medidas que são adotadas visando minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade e a capacidade de trabalho do trabalhador.

A Segurança do Trabalho é definida por normas e leis. No Brasil, a Legislação de Segurança do Trabalho compõe-se de Normas Regulamentadoras, leis complementares, como portarias e decretos e também as convenções Internacionais da Organização Internacional do Trabalho, ratificadas pelo Brasil.

O quadro de Segurança do Trabalho de uma empresa compõe-se de uma equipe multidisciplinar composta por Técnico de Segurança do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Médico do Trabalho e Enfermeiro do Trabalho. Estes profissionais formam o que chamamos de SESMT – Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho.

Também os empregados da empresa constituem a CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, que tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.

Como sei como a equipe do SESMT deve ser composta? E qual o tamanho da CIPA?

O dimensionamento do SESMT e da CIPA é feito através da Norma Regulamentadora nº 04 e nº 05 respectivamente. Este cálculo é baseado no grau de risco da atividade da empresa e do número total de funcionários.

A empresa deve adotar as medidas exigidas por lei não somente porque é obrigatório mas sim porque a Segurança do Trabalho faz com que a empresa se organize, aumentando a produtividade e a qualidade dos produtos, melhorando as relações humanas no trabalho.

Publicado em OHSAS 18001 | Tagged , , , | Deixe um comentário