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Os ciclos da recertificação

Quando falamos em recertificação, algumas perguntas logo vêm em nossa mente:

  • Qual o período que ela deve ser realizada?
  • Em que momento devemos começar a agir para que ela seja bem sucedida?
  • Qual a sua importância para as organizações?

A recertificação deve ocorrer após expirar a validade da certificação, com o término do ciclo comum de certificação de três anos, desde que feitas às auditorias de manutenção (obrigatórias) anuais ou semestrais (a critério da empresa). Trata-se de um processo extremamente importante para todas as organizações, refletindo claramente a melhoria contínua do sistema de gestão.

Vejamos abaixo os ciclos:

  • Implementação do Sistema de Gestão pela Organização;
  • Pré-Auditoria de Certificação (opcional);
  • Auditoria Inicial (ou Fase I) – Avaliação dos pontos mais importantes no processo de certificação, a fim de evitar problemas graves na Fase II;
  • Auditoria de Certificação (ou Fase II) – Parecer sobre recomendação;
  • Auditoria de manutenção – semestral ou anual, e;
  • Recertificação – a cada três anos (condicionada às auditorias de manutenção)

Obter a recertificação é um sinal notório do amadurecimento do sistema de gestão pautado nos requisitos do cliente e garante que o dia-a-dia seja norteado dentro das práticas ideais, com eficiência e eficácia a todos os processos pertencentes à organização.

O sistema de gestão deve ser mantido constantemente ativo. Deixá-lo de lado é um erro extremamente grave que pode e deve ser evitado!

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Algumas atitudes importantes podem ser tomadas visando à mudança nesse quadro desastroso:

  • Comprometimento da direção: a direção da empresa deve ser a primeira a querer manter a melhoria do sistema de gestão, a motivação deverá vir de cima para baixo – então deve estar ativa em todos os momentos, realizar as análises críticas conforme periodicidade determinada ou sempre que for necessário;
  • Choque de motivação: reuniões, encontros, cafés e outros, com o objetivo de discutir melhorias no sistema de gestão e esclarecer a importância de mantê-lo, ouvindo as ideias de cada colaborador;
  • Comunicação estreita: informar a todos os colaboradores sobre as alterações, aprovações e andamento do sistema de gestão, pelos canais possíveis de comunicação;
  • Planejamento e realização de auditorias internas, definindo a equipe auditora e capacitando-a para realizar de forma periódica auditorias internas com o intuito de receber a auditoria de manutenção da certificação, atendendo ao requisito normativo;
  • Revisão de pontos estratégicos: verificar itens importantes como: política e objetivos da qualidade, escopo, manual da qualidade, análise crítica, organização dos documentos, pastas de procedimentos, entre outros;
  • Planejamento e execução dos treinamentos: compare novamente a descrição de cargos com as competências de cada colaborador e planeje treinamentos para aprimoramento de cada um, conforme estabelecido em procedimento;
  • Manutenção dos indicadores: não deixe de alimentar os tão importantes indicadores do sistema de gestão, que mostram claramente a evolução do sistema e a melhoria contínua de seus processos!

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