Daniela Albuquerque
Por Daniela Albuquerque

As diferenças entre níveis do PBQP-H: Nível A e B

Dentro do PBQP-H está a o regimento SiAC (Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras) e é o principal ponto para obtenção do certificado. Então, o SiAC tem o objetivo de avaliar a conformidade da qualidade das empresas de construção civil.  Assim, ele analisa suas características de atuação, com base na norma ISO 9001.


Tempo de Leitura: 3 minutos

Sabendo quais as diferenças entre os níveis do PBQP-H, Conheça o PBQP-H. 

Dentro do PBQP-H está a o regimento SiAC (Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras) e é o principal ponto para obtenção do certificado. Então, o SiAC tem o objetivo de avaliar a conformidade da qualidade das empresas de construção civil.  Assim, ele analisa suas características de atuação, com base na norma ISO 9001.

Desse modo, o regimento do SiAC é subdividido em dois níveis: Nível A e Nível B. Sendo assim, qual é a grande diferença entre o Nível B e o Nível A do PBQP-H?

Assim, as principais diferenças entre os níveis estão na quantidade de requisitos obrigatórios da norma SiAC para implementação em cada nível e na porcentagem mínima de serviços que devem ser controlados.

Portanto, abaixo estão destacadas essas diferenças resumidamente:

Nível “B”

nivel b PBQPH

  • Atendimento aos requisitos: 70%
  • Porcentagem mínima de serviços controlados: 40 %
  • Porcentagem mínima dos materiais controlados: 50%

Nível “A”

nivel a PBQPH

  • Atendimento aos requisitos: 100%
  • Porcentagem mínima de serviços controlados: 100%
  • Porcentagem mínima dos materiais controlados: 100%

Requisitos

Nível B

Com relação aos requisitos do SiAC, no Nível B temos cerca de 70% dos requisitos como mandatórios, os 30% restantes que não são obrigatórios são:

  • 6.1 Ações para abordar riscos e oportunidades
  • 7.1.4 Ambiente para a operação dos processos
  • 7.1.5.2 Rastreabilidade de medição
  • 7.4 Comunicação
  • 8.1.2 Planejamento da execução da obra
  • 8.2.1 Comunicação com o cliente
  • 8.2.3 Análise crítica de requisitos relativos à obra
  • 8.2.4 Mudanças nos requisitos relativos à obra
  • 8.3.3 Entradas de projeto
  • 8.3.4 Controles de projeto
  • 8.3.5 Saídas de projeto
  • 8.3.6 Mudanças de projeto
  • 8.4.1.2. Processo de avaliação de fornecedores
  • 8.4.3.4. Serviços de projeto e serviços especializados de engenharia
  • 8.4.3.5. Locação de equipamentos de obra
  • 8.5.3 Propriedade pertencente a clientes e fornecedores externos
  • 8.5.5 Atividades pós-entrega
  • 8.5.6 Controle de mudanças
  • 8.6.2 Liberação da obra
  • 9.1.3 Análise e avaliação
  • 10.3 Melhoria contínua

Nível A

Já no nível A, todos os itens, inclusive esses indicados acima, precisam ser implementados.

Outra diferença importante entre esses dois níveis é a quantidade de serviços e materiais que devem ser controlados na obra, pois enquanto no nível A todos os serviços executados e os materiais utilizados na execução desses serviços devem ser controlados, no nível B existem porcentagens definidas para esse controle, que são:

– Para serviços: 40%

– Para materiais: 50%

Isso quer dizer que do total de serviços executados na obra, no nível B, 40% deles devem ser controlados por meio de procedimentos de execução de serviços e as respectivas rotinas de inspeção e liberação. Da mesma forma, 50% dos materiais precisam ser controlados por meio de procedimentos de especificação de materiais, armazenamento e inspeção desses itens.

PBQP-H: estudo de caso

O que vemos, então, é que a diferença entre os níveis B e A são bem poucas e por isso é importante realizar uma análise crítica para verificar se o custo-benefício para implementar apenas o nível B vale a pena, uma vez que obrigatoriamente deverá evoluir para o nível A devido à característica do PBQP-H.

 

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PBQP-H: qual o custo para certificação?

 

Daniela Albuquerque

Sócia e Especialista Chave em Templum Consultoria
Por ser apaixonada por qualidade e melhoria contínua de negócios e pessoas sou a Sócia Responsável pelo Sucesso do Cliente na Templum por meio de mentoria e treinamento interno das equipes de consultores e atendimento ao cliente e da elaboração de produtos, treinamentos e conteúdos que permitem o fortalecimento das empresas.
Formada em Comunicação Social, MBA em Gestão de Negócios e especialista em Sistemas de Gestão Integrada.
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